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O cardiologista Clederson Henry Dina, que atua no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, gerou repercussão após declarar nas redes sociais que não atende pacientes petistas e que possui recursos para evitar esse tipo de atendimento.
A declaração levantou questionamentos sobre as possíveis consequências para o profissional. Segundo o Código de Ética Médica, é proibido discriminar pacientes por qualquer motivo, incluindo posicionamentos e preferências políticas.
Caso seja comprovada uma infração ética, o médico poderá enfrentar sanções que vão desde advertências e censuras até suspensão temporária do exercício profissional. Em situações consideradas mais graves, a legislação brasileira também prevê a cassação do direito de exercer a medicina.
Entretanto, a perda do registro profissional não acontece automaticamente. Para isso, é necessário um processo ético-profissional, com análise das provas, direito à defesa e confirmação da penalidade pelo Conselho Federal de Medicina.
É importante destacar que as declarações atribuídas ao cardiologista, por si só, não comprovam que algum paciente tenha efetivamente recebido uma negativa de atendimento por motivos políticos.
Até o momento, não há confirmação de que o profissional esteja respondendo a um processo disciplinar relacionado ao episódio.
A declaração levantou questionamentos sobre as possíveis consequências para o profissional. Segundo o Código de Ética Médica, é proibido discriminar pacientes por qualquer motivo, incluindo posicionamentos e preferências políticas.
Caso seja comprovada uma infração ética, o médico poderá enfrentar sanções que vão desde advertências e censuras até suspensão temporária do exercício profissional. Em situações consideradas mais graves, a legislação brasileira também prevê a cassação do direito de exercer a medicina.
Entretanto, a perda do registro profissional não acontece automaticamente. Para isso, é necessário um processo ético-profissional, com análise das provas, direito à defesa e confirmação da penalidade pelo Conselho Federal de Medicina.
É importante destacar que as declarações atribuídas ao cardiologista, por si só, não comprovam que algum paciente tenha efetivamente recebido uma negativa de atendimento por motivos políticos.
Até o momento, não há confirmação de que o profissional esteja respondendo a um processo disciplinar relacionado ao episódio.
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