segunda-feira, 11 de maio de 2026

Influenciador Junior Dutra morre meses depois de complicações por procedimento estético

 Jovem relatou complicações após a intervenção e acusou dentista de se passar por médico em entrevista concedida ao Feed TV dias antes de falecer

02 de março de 2026


Influenciador Junior Dutra morre meses depois de complicações por procedimento estético

PorFelipe Reis

O influenciador Junior Dutra morreu nesta sexta-feira (3), em São Paulo. Com mais de 100 mil seguidores em sua principal rede social, ele compartilhava momentos do dia a dia e o trabalho como estilista. O Feed TV havia entrevistado Dutra em 19 de setembro e, enquanto a equipe finalizava a edição do vídeo, recebeu a notícia de sua morte. Na gravação, o influenciador relatava complicações graves após um procedimento estético malsucedido

Durante a entrevista, Dutra afirmou que o profissional de saúde Fernando Garbi se apresentava como médico, embora tivesse registro apenas como dentista. Segundo contou, depois de sessões de botox e ácido hialurônico feitas em conjunto com Garbi, ele se submeteu, em março de 2025, ao procedimento conhecido popularmente como Fox Eyes — técnica que eleva a cauda das sobrancelhas e o canto externo dos olhos, conferindo um olhar mais alongado. “Na época do processo em que eu mais precisei, quando infeccionou meu rosto, entrei em contato com ele, mas ele nunca me dava assistência”, declarou Dutra em entrevista exclusiva ao Feed TV.

De acordo com o influenciador, o dentista utilizou fios de sustentação para promover o efeito de elevação facial. Dutra afirmou que Garbi costumava minimizar os riscos da intervenção: “Ele sempre fala que o Fox Eyes, os fios, nunca tinham complicações.” Pouco tempo após o procedimento, entretanto, o estilista começou a sentir fortes dores no lado esquerdo do rosto. “Assim que eu fiz o procedimento, eu senti como se fosse uma veia estourada do lado esquerdo do rosto. Do lado direito estava tudo ok, mas no esquerdo eu sentia expulsando o fio.”

O jovem contou ainda que procurou o dentista em busca de ajuda, mas teve o problema negado. “Ele fala: ‘não, isso não é o fio’, enchia minha cabeça de coisa e até doença de pele ele falou que eu estava.”

Com o passar das semanas, o quadro piorou. Dutra disse que o rosto começou a inchar ainda mais, o que o levou a procurar atendimento no Hospital São Luiz. “Eles conseguiram identificar, no meu laudo, que tinha algo inflamado, um produto inflamado no meu rosto.”

Durante a conversa com o Feed TV, o influenciador afirmou que seu principal propósito ao falar sobre o caso era alertar outras pessoas para que não caíssem em situações semelhantes. Em relação à assistência do dentista, foi categórico: “Ele não me deu um pingo de assistência e ficou falando de fama: ‘se a sociedade souber, vai piorar minha carreira’.”

Feed TV entrou em contato com Fernando Garbi. No WhatsApp, o profissional ainda se identifica como “médico”. Ele recusou conceder entrevista. Até o momento, a família de Junior Dutra não se pronunciou sobre a causa da morte.

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segunda-feira, 4 de maio de 2026

Caso Benício: médica vendia maquiagem durante atendimento


3 de mai. de 2026 Olá!

Caso Benício: polícia conclui que menino morreu por erro médico após overdose de adrenalina

 Além da médica que fez a prescrição errada e da técnica de enfermagem responsável pela aplicação, a polícia responsabilizou dois diretores do hospital pela morte de Benício.

Por 

 


Benício Xavier de Freitas, de 6 anos. — Foto: Reproução/ Arquivo pessoal

A polícia finalizou a investigação sobre a morte do menino Benício, ocorrida em um hospital particular de Manaus, no Amazonas, em novembro de 2025. Segundo a conclusão, a criança de seis anos foi vítima de um erro médico grosseiro e morreu por causa de uma overdose de adrenalina aplicada na veia, que deveria ter sido administrada por inalação.

Além da médica que fez a prescrição errada e da técnica de enfermagem responsável pela aplicação, a polícia responsabilizou dois diretores do hospital pela morte de Benício

Benício deu entrada no hospital com um quadro de tosse seca e, de acordo com a polícia, o estado de saúde não indicava nenhuma gravidade naquele momento. No entanto, a médica responsável pelo atendimento, Juliana Brasil, prescreveu adrenalina intravenosa, uma medicação considerada de alta vigilância, e a prescrição foi feita sem conferência e chegou a técnica de enfermagem Raíza Bento, mesmo após a mãe da criança questionar, dizendo que o filho nunca havia recebido adrenalina na veia.

Após isso, Benício começou a passar mal e apresentou um estado de saúde mais grave. Ele chegou a ser encaminhado à sala vermelha, onde permaneceu sob cuidados intensivos, mas morreu cerca de 14 horas depois do ocorrido. O caso aconteceu em 22 de novembro de 2025.

Durante a investigação, a polícia analisou o celular da médica Juliana Brasil, apreendido após a morte do menino. Conversas encontradas pelos investigadores mostram que, enquanto acompanhava o atendimento da criança, a médica trocava mensagens sobre a venda de cosméticos e recebia pagamentos via Pix. O inquérito também aponta que a médica tentou se eximir da responsabilidade pelo erro.

Caso Benício: polícia conclui que menino morreu por erro médico após overdose de adrenalina

sábado, 2 de maio de 2026

Ginecologista suspeito de crimes sexuais contra pacientes durante exames e consultas é preso em casa

Segundo a Polícia Civil, o médico é investigado por estupro de vulnerável durante atendimentos em Goiânia e Senador Canedo

Modificado em 23/04/2026, 23:01


Médico Marcelo Arantes é suspeito de estuprar pacientes em Goiás (Divulgação/Polícia Civil)


O ginecologista Marcelo Arantes e Silva, suspeito de praticar crimes sexuais contra pacientes em clínicas de Goiânia e Senador Canedo , foi preso nesta quinta-feira (23), informou a Polícia Civil. Segundo a PC, o médico é investigado por estupro de vulnerável durante atendimentos nas duas cidades.


Ao POPULAR , a defesa do médico informou que ele foi preso em sua casa, na capital, e que "entende como desnecessário o deferimento do pedido de prisão.

Primeiramente, porque tem plena confiança em sua inocência. Em segundo lugar, porque ele já se afastou do exercício da profissão e tem contribuído integralmente com a Justiça em todo o curso da investigação", disse, em nota (leia na íntegra ao final da matéria).


Conforme a polícia, as investigações apontam que os crimes ocorreram tanto na capital quanto na cidade vizinha. Em Senador Canedo, na Região Metropolitana de Goiânia, 12 vítimas já foram identificadas, segundo a PC.

De acordo com a Polícia Civil, o mandado de prisão preventiva do ginecologista foi cumprido pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de Senador Canedo -- 2ª DRP.


No último dia 16, o Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) informou, por meio de nota, que o registro profissional do médico foi suspenso por determinação judicial. O órgão também destacou que todas as denúncias envolvendo a conduta ética de médicos são apuradas e tramitam sob sigilo (leia a íntegra ao final do texto).

Relembre o caso


Conforme apuração do repórter Sylvester Carvalho, do O POPULAR , a investigação teve início em março deste ano, após denúncias feitas por três vítimas que se conheciam. O primeiro caso ocorreu em 2017, em Senador Canedo. Os demais foram registrados em Goiânia: um em 2020, dois em 2025 e o mais recente em 2026

De acordo com a delegada responsável pelo caso, Amanda Menuci, os atendimentos começavam com toques físicos indesejados e perguntas inadequadas.

Após ultrapassar essa questão inicial, iniciavam-se os atos libidinosos. Então, exames realizados sem luvas, exames realizados desnecessariamente, quando não havia indicação médica para aquele ato, perguntas durante os atos que demonstravam claramente a finalidade libidinosa. Ele ia tendo essa escalada criminosa, até chegarmos ao caso de uma das vítimas que nos relatou um ato final de sexo oral", explicou.


Além disso, segundo a investigadora, os crimes investigados são enquadrados como estupro de vulnerável.


No ambiente clínico onde eram colocadas, elas estavam em completo estado de vulnerabilidade, incapazes de oferecer resistência, até pela posição física em que ficavam. Elas ficam com as pernas abertas, muitas vezes até presas. Até porque, na maioria dos relatos, ele trancava mesmo a porta do consultório. Além do fator psicológico, que elas estavam sob autoridade dele, [tem] a inferioridade técnica delas. Fica aquela linha muito tênue de não saber o que estava sendo feito com elas", destacou Amanda.


Segundo a delegada, houve também um caso em que uma paciente foi abusada na presença da filha adolescente, que a acompanhava na consulta. "O médico não se intimidou com a presença de outra pessoa no consultório e acabou praticando novos atos libidinosos", revelou.


O nome e a imagem do suspeito foram divulgados com autorização judicial, a fim de identificar novas vítimas, de acordo com a PC. Denúncias podem ser feitas pelo telefone 197.

As penas somadas pelos crimes investigados podem chegar a 75 anos de prisão. Ainda segundo a Polícia Civil, Marcelo atua na ginecologia há cerca de 30 anos, é casado e tem filhos.

Nota da defesa

A defesa do Dr. Marcelo Arantes Silva entende como desnecessário o deferimento do pedido de prisão. Primeiramente, porque tem plena confiança em sua inocência. Em segundo lugar, porque ele já se afastou do exercício da profissão e tem contribuído integralmente com a Justiça em todo o curso da investigação.


Ele é um médico bem conceituado em sua área de atuação, probo e ético. Prevalece a convicção de que ele será mais uma vez absolvido, como já ocorreu em um dos processos.

Rodrigo Lustosa, Nara Fernandes e Frederico Machado Advogados de defesa

Nota do Cremego - 16/04/2026

O Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) informa que o registro do médico foi suspenso por ordem judicial. A informação consta no site do Cremego. Sobre as acusações contra o profissional, o Cremego ressalta que todas as denúncias relacionadas à conduta ética de médicos, recebidas ou das quais toma conhecimento, são apuradas e tramitam em total sigilo, conforme determina o Código de Processo Ético-Profissional Médico. O Cremego também solicita esclarecimentos ao médico responsável técnico pela instituição citada nas denúncias.

Caso Benício: Investigação aponta responsáveis pela morte de criança em hospital de Manaus

 A apuração sobre o falecimento do pequeno Benício, de 6 anos, identificou a responsabilização de profissionais de saúde e diretores do hospital após dose incorreta de adrenalina.

Autor
Por Redação MQ
Caso Benício: Investigação aponta responsáveis pela morte de criança em hospital de Manaus
 Reprodução/Divulgação

Ainvestigação que apurava a trágica morte de Benício Xavier, de 6 anos, em um hospital de Manaus, chegou ao fim com conclusões que lançam luz sobre as responsabilidades. O caso, que comoveu o país, teve seu desfecho revelado, apontando falhas cruciais que levaram ao óbito do menino em novembro passado.

A apuração concluiu que a médica responsável pela prescrição, a técnica de enfermagem que aplicou a injeção incorreta de adrenalina e dois diretores do Hospital Santa Júlia serão responsabilizados. Benício, internado com suspeita de laringite, teve o quadro de saúde agravado após a dose equivocada de adrenalina intravenosa, com sintomas como palidez, membros arroxeados e a sensação de "coração queimando", resultando em paradas cardíacas e seu falecimento.

Um detalhe alarmante da investigação revelou que a médica utilizava carimbo e assinaturas com referência à pediatria sem possuir a especialidade oficialmente reconhecida, violando regulamentações do Conselho Federal de Medicina. Essa prática ilegal levanta questões sérias sobre a fiscalização e a segurança dos pacientes em ambientes hospitalares, especialmente em casos que envolvem a vida de crianças.


Fonte: Diário do Nordeste

sexta-feira, 1 de maio de 2026

Paciente morre após ter atendimento negado em hospital de Vila Velha

 Mara Rúbia, Nilson de Almeida (Foto/reprodução: TV Vitória)Parentes afirmam que vítima apresentava sinais de infarto e foi encaminhada...

Folha Vitória

Folha Vitória|Do R7

Folha Vitória

Mara Rúbia, Nilson de Almeida (Foto/reprodução: TV Vitória) Um homem, de 54 anos, morreu na noite de quinta-feira (14) no Pronto Atendimento (PA) da Glória, em Vila Velha. Segundo familiares, Nilson de Almeida Gogge só chegou à unidade municipal após, supostamente, ter o atendimento recusado em um hospital filantrópico da cidade.


Para saber mais sobre este caso trágico e suas implicações, consulte a matéria completa no nosso parceiro Folha Vitória.


Paciente morre após ter atendimento negado em hospital de Vila Velha – Noticias R7