Estado vegetativo. E agora?
12 de junho de 2015
Mas a jovem continuou a viver, apesar do diagnóstico.
Ela estava lá, não desde o início, mas por volta de dois anos depois de entrar no estado vegetativo, começou a acordar.
Mas, de repente, começou a comunicar-se de novo e expandiu seu mundo: em 2010, conheceu o amor de sua vida e montou seu próprio negócio.
A história de Kira não é tão incomum quanto parece. Nos últimos anos, têm ocorrido muitos casos de pessoas diagnosticadas com “morte cerebral”, ou que supostamente estavam em “estado vegetativo”, e que mais tarde se recuperaram e revelaram que estavam plenamente conscientes do que acontecia ao seu redor.
Um jovem chamado Zach Dunlap revelou que estava plenamente consciente enquanto os médicos e seus familiares discutiam como doariam os órgãos dele. Apenas alguns momentos antes de ele ser levado à sala de operação para que seus órgãos fossem removidos, um membro da família colocou uma unha sob a unha do seu dedão do pé, causando uma reação inesperada. A cirurgia foi cancelada e Zach se recuperou.
Casos como esses estão alimentando um debate crescente sobre a precisão dos diagnósticos de “estado vegetativo” e “morte cerebral”.
Ora, o último inimigo que há de ser aniquilado é a morte. 1 Coríntios 15:26
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