Veja vídeo onde enfermeira agride idosa em abrigo
Funcionária bateu na mulher após ela se recusar a tomar remédio
Reprodução/TV Anhanguera
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A funcionária que agrediu uma idosa de 69 anos, em um abrigo para pessoas com deficiência em Inhumas, na Região Metropolitana de Goiânia, confessou a agressão durante depoimento nesta sexta-feira (24), na Polícia Civil. Outros idosos também denunciaram a mulher por maus-tratos.Eles disseram que eram constantemente beliscados por ela.
É possível ver nas imagens da câmera de segurança do local quando a enfermeira de 46 anos, entrega um comprimido para a mulher, ela se recusa a tomar e dá um tapa na mão da cuidadora, que revida com um tapa na mão da interna. Em seguida, elas se ameaçam com os calçados e por fim, a enfermeira empurra a idosa, que cai no chão e sofre um corte no rosto.
Essas imagens foram registradas em dezembro de 2014, mas apenas em fevereiro deste ano a dona do abrigo procurou a PC para fazer a denúncia. Apesar da demora, o abrigo não deve sofrer nenhuma punição. Já a enfermeira deve responder em liberdade pelo crime de tortura. Se condenada, pode ficar presa de dois a oito anos. Além disso, pode ter o registro como enfermeira cassado.
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Cidades
Enfermeira acusada de agredir idosos
Delegado vai ouvir depoimento de profissional que feriu pacientes do Lar de Idosos, em Inhumas
Reprodução/TV Anhanguera
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O delegado Humberto Teófilo, titular da Delegacia de Polícia de Inhumas, vai ouvir na manhã desta sexta-feira (24), uma enfermeira que praticava maus tratos contra idosos com deficiência mental abrigadas no Lar de Idosos, naquele município.
Segundo Humberto Teófilo, imagens de vídeo mostram o momento em que a enfermeira agride uma paciente, provocando-lhe um corte no rosto. A reação foi provocada pelo comportamento agitado da idosa, que batia o chinelo na enfermeira. O delegado explica que a agitação é fruto da própria deficiência mental.
Ele conta ainda que já outros idosos já haviam reclamado de maus-tratos e beliscões por parte da enfermeira, o que levou o abrigo a instalar as câmeras. Após o depoimento, a enfermeira será liberada, pois a Justiça negou o pedido de prisão, sob o argumento de que a mulher não tem antecedentes criminais. Ela foi demitida da instituição e a Justiça determinou também medidas cautelares.
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