quinta-feira, 16 de março de 2017

Paciente ganha ação na Justiça contra médico e clínica hospitalar

Notícias

08/09/2011 - Paciente ganha ação na Justiça contra médico e clínica hospitalar


Um cirurgião plástico e uma clínica médica terão que indenizar solidariamente uma paciente 
que sofreu sequelas físicas permanentes após uma cirurgia de estética. O médico aponta a paciente como única culpada pela operação mal sucedida. A autora da ação correu risco de morte no pós-operatório devido a fortes infecções. Da decisão do juiz da 9ª Vara Civil de Brasília cabe recurso. 

Na ação, a paciente relata que em dezembro de 2006 submeteu-se a cirurgia plástica do abdômen e lipoaspiração com o médico da Clínica Magna. Segundo ela, após a cirurgia que custou pouco mais de R$ 16 mil, não recebeu a atenção devida nos procedimentos pós-operatórios. Foi informada apenas que era normal a ferida cirúrgica não cicatrizar. 

Sem a assistência necessária, formou-se no local da lesão um enorme seroma que logo necrosou. A paciente afirmou que o médico teria viajado em férias logo após a cirurgia sem deixar qualquer pessoa que o substituísse e pudesse tomar providência para evitar que seu quadro piorasse. 

Em contestação, a defesa destacou que o médico não é preposto ou empregado do local onde ocorreu a cirurgia, portanto, a clínica não tem a responsabilidade sobre o fato. Afirma que o ocorrido não se refere a problemas do hospital, mas relacionados à prática médica. No mérito, afirmou que a paciente não seguiu as recomendações, orientações e prescrições médicas para o período pós-operatório que eram de vital importância para o êxito da cirurgia. 

Citado, o médico também contestou, afirmando que o resultado ruim da cirurgia ocorreu pela não-observância por parte da autora quanto às recomendações médicas pós-cirúrgicas. A autora não se manteve em posição encurvada para frente de forma a evitar o esticamento do tecido. Alega que as complicações ocorreram pela indisciplina da paciente que abandonou o tratamento. 

Para o juiz, cabe ao hospital, que recebe o lucro do atendimento dos pacientes, cuidar de seus pacientes com a finalidade de apurar a qualidade do serviço médico realizado. "Não é possível que o hospital atribua a responsabilidade exclusiva a terceiro como meio de jamais vir a ser demandado por eventual erro," afirmou. 

De acordo com o magistrado, a Clínica não pode afirmar que sua atuação limitou-se a colocar a estrutura hospitalar a disposição do médico. Ressalta que toda a estrutura do hospital, nome, marketing, procedimentos de atendimento ao público contribuíram para o resultado da cirurgia. "Se o hospital tivesse preocupação com o controle de qualidade do serviço médico teria atuado na solução do problema, sem adotar a postura omissiva" afirmou. 

O julgador não considerou ter havido culpa exclusiva da vítima, pois a autora não teria interesse em piorar o seu quadro médico. Segundo o juiz, não há como provar que ela cometera a auto-injúria, como se desejasse a auto-mutilação para prejudicar os réus. Ao contrário, houve clara intenção da autora em manter os cuidados pós cirurgia, tanto que contratou uma enfermeira para ajudá-la 

A ação, julgada parcialmente procedente, condenou o médico responsável pela cirurgia plástica e a Clínica Magna a pagar solidariamente R$ 19.805 reais pelos danos materiais, referente ao valor da cirurgia e os gastos no pós operatório e R$ 20 mil pelos danos morais. 
Nº do processo: 78682-0
Autor: (LCB)
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Paciente que ficou impotente após cirurgia malsucedida atirou em médico dentro do consultório

Publicado em 16.09.2014
Paciente que ficou impotente após cirurgia malsucedida atirou em médico dentro do consultório
Vingança por uma cirurgia malsucedida na uretra.
Essa é uma das das principais linhas de investigação da Polícia Civil como motivação para o ataque a tiros promovido pelo ex-médico do trabalho Daniel Edmans Forti, 52 anos, contra o urologista Anuar Ibrahim Mitre, 65 anos.
Após atirar três vezes contra Mitre, Daniel Forti se matou com um tiro na cabeça na tarde desta segunda-feira (15), dentro do consultório de seu médico, no Medical Center, um prédio na frente do Hospital Sírio-Libânes.
Professor associado de urologia da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), Mitre está internado em estado estável (segundo boletim médico), No Sírio-Libânes, onde é vice-diretor clínico.
Ele foi ferido a tiros na cabeça, braços e nas costas. Operado, Mitre corre risco de ficar com graves sequelas em decorrência dos ferimentos causados em seu cérebro.
Uma funcionária do consultório de Mitre relatou à polícia que Daniel Forti era paciente dele havia cinco anos. Ex-médico do trabalho no Rio de Janeiro e em São Paulo, o paciente se tratava desde quando sofreu um acidente de motocicleta e sofreu sequelas na uretra.
Familiares ainda não retiraram corpo de paciente que atirou em médico do Sírio-Libanês
A cirurgia realizada por Mitre em Daniel Forti foi feita para reparar uma primeira, de responsabilidade de um terceiro médico. Nos dois casos, o paciente não havia ficado satisfeito com o resultado das operações.
Segundo amigos disseram aos policiais civis que investigam o caso, Daniel Forti passou a sofrer de impotência sexual e incontinência urinária, o que acarretou um quadro profundo de depressão. Após transferir seu registro profissional do Rio de Janeiro para São Paulo, Daniel Forti o cancelou, segundo o CRM-SP (Conselho Regional de Medica). Atualmente, ele era sócio em uma revenda de pneus.
LIBERDADE PB
Com R7

Jovem que ficou deformada após plástica refaz cirurgia: 'Vida nova'

Operação deixou excesso de pele no púbis: 'Fui confundida com travesti'.
Ela luta na Justiça por reparação e criou grupo para alertar sobre cuidados.

Fernanda BorgesDo G1 GO

Annelise se diz feliz com nova cirurgia plástica (Foto: Arquivo pessoal)Annelise se diz feliz com nova cirurgia plástica
(Foto: Arquivo pessoal)
A esteticista Annelise da Silva Martins Levino, de 27 anos, que ficou deformada após uma cirurgia plástica realizada em uma clínica particular, em Goiânia, refez o procedimento e diz que mudou de vida. Na época, a pele da barriga não foi devidamente removida, o que a deixou com um volume na região pubiana. “Parecia que eu tinha um pênis e chegaram a me confundir com um travesti. Mas tudo mudou depois que eu fiz a nova cirurgia. É uma vida nova”, disse ao G1.
Antes de fazer a primeira cirurgia, Annelise era dona de casa. No entanto, após sofrer com o procedimento desastroso, ela estudou e passou a trabalhar como esteticista. Além disso, entrou para um grupo em uma rede social que falava sobre o tema. Aí ela teve a ideia de criar seu próprio grupo, com o objetivo de ajudar outras pessoas sobre os cuidados na hora de escolher um cirurgião e uma clínica.
“Comecei com o grupo em 2013 e, aos poucos, ele foi crescendo. Hoje, são cerca de duas mil participantes, que trocam ideias sobre os procedimentos e todos os pontos que é preciso atentar. Lá falamos sobre os médicos que são credenciados junto ao Conselho Regional de Medicina e das experiências bem-sucedidas”, ressaltou.
A troca de experiências ganhou força e neste sábado (16) o grupo fará o seu primeiro encontro presencial. O evento gratuito, aberto ao público, será realizado a partir das 14h no Clube de Pesca Lago Verde, que fica na Rua CP 70, Quadra 107, na altura do km 8 da GO-070.
“Consegui reunir alguns especialistas, que vão tirar dúvidas sobre o tipo de procedimento que deve ser realizado para cada caso e os cuidados que a pessoa tem que tomar. Vai ser gratificante poder ajudar os outros a não passar pelo que eu passei”, concluiu Annelise.
Sequelas
O drama da esteticista começou quando ela fez a primeira cirurgia plástica, no dia 2 de julho de 2012. Ela queria retirar o excesso de pele na barriga após o nascimento da segunda filha e colocar silicone nos seios.
“Tudo parecia bem, mas eu só fui ver que o resultado tinha sido desastroso cerca de cinco meses depois da cirurgia, quando desinchei. Aí percebi que, além do excesso de pele acima da vagina, que parecia um pênis, eu estava com a cintura desproporcional, e o silicone estava caído”, lembra.
Imagens mostram resultado da primeira cirurgia e agora após novo procedimento, em Goiás (Foto: Arquivo pessoal)Imagens mostram resultado da primeira cirurgia e agora após novo procedimento (Foto: Arquivo pessoal)











Na ocasião, segundo Annelise, o médico alegou que ela não precisava ter passado por todos os procedimentos. “Ele disse que eu não precisava retirar o excesso de pele e apenas fez a colocação dos implantes (335 mls em cada um) e uma lipoaspiração na região da barriga. Porém, o resultado que ele deixou foi pior do que o que eu estava”.
A jovem, então, procurou o médico e ficou acertado que seria feita uma nova cirurgia reparadora. Porém, uma questão financeira atrapalhou a realização do procedimento. “A cirurgia custou R$ 11 mil. Paguei R$ 6.800 à vista e parcelei o restante em quatro vezes de R$ 1.050. Quando notei que o médico tinha destruído meu corpo, sustei o último cheque e comuniquei a ele. Falei que ia sustar porque não tinha ficado satisfeita com a cirurgia e só iria pagar quando ele me desse o reparo”, afirma.
Ao constatar o não pagamento da última prestação, o cirurgião teria se negado a fazer uma correção na paciente. “Eles me acusaram de ser caloteira e me mandaram procurar meus direitos. E foi o que eu fiz”, lembra Annelise.
Agora que consegui arrumar o meu corpo estou bem, mas o médico tem que ser punido"
Annelise Levino, esteticista
Processo judicial
Após denunciar o caso à polícia, ela procurou um advogado e entrou com uma ação na Justiça. Segundo ela, até agora, nenhuma audiência chegou a ser realizada. “O meu caso segue tramitando no Tribunal de Justiça, em Goiânia. Pedi a reparação dos danos e, mesmo já tendo feito a nova cirurgia, tive muitos prejuízos”, disse.
Na época, o advogado Felicíssimo Sena, que prestava consultorias ao médico, afirmou que, segundo o profissional, o procedimento aconteceu dentro dos padrões da normalidade. "Ela procurou o Conselho Regional de Medicina [Cremego]. Aí sim, me parece o órgão cientificamente adequado, competente para fazer essa analise. Este órgão julgará ao tempo certo, depois da devida instrução, se o procedimento foi satisfatório ou não foi satisfatório", declarou.
O G1 entrou em contato novamente com o advogado na sexta-feira (15), mas ele disse que o médico nunca foi um cliente formal de seu escritório e que ele não tem mais contato com o profissional.
O Cremego informou, por meio de nota, que em 7 de novembro de 2013, após receber a denúncia protocolada pela paciente Annelise Levino, o órgão "instaurou uma sindicância para apurar o fato denunciado. A apuração está em andamento e deve ser concluída ainda neste mês".
Traumas
Annelise lembra que, por conta da cirurgia desastrosa, ela enfrentou inúmeras situações constrangedoras. A pior situação era em relação ao marido, pois ela passou a ter vergonha de ficar nua na frente dele. “Nosso relacionamento ficou por um fio e foi muito difícil a convivência. Por sorte, ele me apoiou muito até que eu pude refazer o procedimento”, conta.
Segundo ela, outra situação que a “traumatizou” foi o momento em que o excesso de pele na região pubiana foi confundido com um pênis. “Em uma loja, uma vendedora pensou que eu era um travesti. Nada contra quem é, mas eu me senti muito mal de ser confundida com uma pessoa do sexo oposto, tudo em função de uma cirurgia mal feita”, lembra.
Para evitar novos constrangimentos, ela investiu R$ 27 mil em uma nova abdominoplastia e colocação de silicone, em dezembro do ano passado. Depois disso, ela se considera recuperada. “Fiz um novo sacrifício para reparar minha vida. Agora que consegui arrumar o meu corpo estou bem, mas o médico tem que ser punido”, ressaltou a esteticista.

"Foi uma besteira ter feito aquela lipoaspiração"

Ex-vocalista da banda LS Jack, Marcus Menna tenta retomar a carreira depois do acidente médico que o deixou dois anos hospitalizado
POR ELENA CORRÊA
 Daryan Dornelles 
Um troféu na mesa de centro da sala do apartamento do cantor Marcus Menna, de 32 anos, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, dá uma pista: ali mora um astro. Ou alguém que já foi considerado um. Na escultura de prata, com o formato do símbolo da Rede Globo, está gravado: “Os Melhores de 2002 – Categoria: Revelação Musical”. O vencedor foi o grupo LS Jack, do qual Menna era vocalista. A euforia dos shows está viva em sua memória, mas alguns episódios foram apagados, como o momento da entrega do referido prêmio. “Ainda não lembro de algumas coisas”, diz o cantor, que, em julho de 2004, aos 27 anos, teve uma parada cardiorrespiratória, com complicações neurológicas, após ter se submetido a uma lipoaspiração no abdome. Ele ficou em coma induzido por dois meses e hospitalizado por mais dois. Segundo sua mãe, Jeanine Silveira, os dois meses de coma induzido foram os mais difíceis. “É um sofrimento muito grande ver o seu filho deitado numa cama. Mas tivemos muita fé”, afirma ela.
A sequela deixada em seu cérebro, provocando a ausência de muitas lembranças, não apaga o brilho nos olhos com que Menna encara a crescente recuperação que vem manifestando. Confiante, ele já vislumbra até o momento de voltar a pisar em um palco. E emociona-se ao contar a grande novidade: sua mulher, a atriz Priscila Lemos, de 26 anos, está grávida de seis meses. “Graças a Deus, estou de volta aqui. E agora Ele me deu essa coisa linda”, afirma o cantor, entre sorrisos e lágrimas, olhando com admiração para Priscila. A recuperação dos movimentos e da fala de Menna é resultado de quatro anos de tratamento intensivo, que incluía fisioterapia e fonoaudiologia. Livre de uma série de medicamentos há pouco mais de seis meses, ele experimenta uma nova rotina. “Só tomo um comprimido à noite, para a memória, e faço exercícios na academia, natação e corrida. Hoje, por exemplo, acordei às 9h e fui correr na praia.”

VOLTA AOS SHOWS
 A esperança de retomar o trabalho e emplacar uma carreira solo começou no ano passado, quando ele gravou o CD É Preciso Saber Viver, com antigos sucessos do extinto LS Jack. A meta é voltar a fazer shows. Então, além de ensaiar em estúdio, Menna tem tido aulas de canto e sessões específicas de fonoaudiologia. Na Justiça, continua correndo o processo a que Jeanine e o marido, Rui, deram entrada contra a clínica Perfil Plastic, na Barra da Tijuca, na qual o filho foi operado, em 1o de julho de 2004. A clínica foi fechada no mesmo dia pela vigilância sanitária porque não tinha UTI. “Após a cirurgia, o Marcus estava bem, mas sentindo dores. A enfermeira, então, colocou dipirona no soro e, na mesma hora, ele teve uma convulsão e parou de respirar. Toda vida ele tomou Novalgina, mas dizem que a pessoa pode ‘fazer’ a alergia, né? O problema é que ele teve um choque anafilático e a clínica não possuía aquele aparelho que faz o ressuscitamento em três minutos, tiveram que pedir emprestado e ele ficou 20 minutos sem respirar”, afirma Jeanine. A clínica não voltou a ser reaberta e a família de Menna não teve mais contato com os médicos responsáveis por ela. “Nem queremos falar sobre isso”, diz ela.
Da clínica, Marcus foi levado, em coma induzido, para o Hospital Copa d’Or, em Copacabana, Zona Sul do Rio, onde ficou internado durante 62 dias, respirando através de aparelhos e sendo alimentado por gastrostomia (sonda colocada diretamente no estômago). Quando saiu do coma e recobrou os sentidos, foi transferido para o Hospital Sarah Kubitschek, em Brasília, onde continuou seu tratamento durante dois meses. Jeanine diz que, a partir de quando foi para casa, em dezembro de 2004, o filho começou a ter uma melhora progressiva. “Pode alguém morrer por 20 minutos e agora estar de novo compondo?”

 Divulgação
Com o incentivo de sua nova mulher, a atriz Priscila Lemos, o ex-vocalista do LS Jack, Marcus Menna, tenta retomar a carreira com novo CD, site e contato com fãs
 Divulgação
Menna e os outros integrantes da banda LS Jack: oito CDs, prêmios e carreira interrompida após lipoaspiração malsucedida
AMIGOS
Para os ex-integrantes do LS Jack, Sérgio Morel, Sérgio Ferreira, Alessandro Barros, Bicudo e Vítor Queiroz, também foi doloroso. Eles tentaram manter a banda com um novo vocalista, Fábio Allman, mas, após duas apresentações, perceberam que o som tinha outra identidade e criaram o grupo O Salto. “O LS Jack era uma paixão de todos nós, terminar foi uma decisão difícil. Claro que ele (Menna) deve ter sentido muito a notícia do fim da banda, mas entendeu. Todos nós, que éramos do LS Jack, continuamos amigos e visitando sempre o Marcus”, conta o baixista Vítor.
Fã de Marcus Menna desde os tempos de LS Jack, Priscila tem sido sua grande incentivadora na retomada da carreira. Os dois se conheceram em 2006, quando foram apresentados por um amigo em comum. Em uma semana estavam namorando e há seis meses moram juntos. O encontro aconteceu um mês após ter chegado ao fim o casamento dele com Carla Cappelletti, com quem tem uma filha, Luana, de 5 anos. Ela, que foi a musa de um dos grandes sucessos do LS Jack, a canção “Carla”, ficou ao lado do marido na fase mais difícil de seu tratamento. Mas, segundo a mãe dele, para quem Carla comunicou primeiro a decisão de se separar, pode ter sido muito difícil para a ex-nora vê-lo naquela situação. “Ela foi uma moça forte, enfrentou de forma equilibrada, mas o relacionamento acabou. Ele vai ao aniversário da Luana quando a Carla festeja na casa dela. Não há inimizade nem rancor”, afirma Jeanine.

LEMBRANÇA MARCANTE
Sem se lembrar de muita coisa do que aconteceu antes e depois da trágica cirurgia, Menna faz longas pausas ao tentar falar sobre o motivo de sua separação de Carla. “Essa vida de músico é difícil. Eu estava sempre viajando muito. E aí é difícil, né?”, diz. Mas não titubeia ao ser perguntado sobre qual é a lembrança mais marcante que não foi apagada de sua mente: “O nascimento da minha filha, Luana, com certeza foi um momento muito importante para mim”. Quanto à expectativa do próximo filho, ele afirma: “Estou torcendo para que seja um menino, gostaria que nascesse o Vítor. Se for menina, será Mariah”.
Se pudesse voltar no tempo, Menna garante que não faria a lipoaspiração. “Foi uma besteira, eu não estava gordo. Hoje, acordo e tenho que pensar que é mais um dia que o bom Deus me deixou viver.” O enredo dessa história está sendo contado em letras de músicas que estão tomando forma. Uma delas chama-se “Nova inspiração”, escrita a quatro mãos com Priscila. “Tem uma outra, ‘Roda gigante’, para a qual ele fez uma melodia e eu encaixei a letra, falando do que ele passou na vida e da força que tem hoje”, diz Priscila, enquanto Menna entrega em cada gesto, em cada olhar, a paixão que sente pela companheira. “Sempre fui romântico. Acho que Deus me fez voltar para continuar sendo”, diz o cantor.
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últimos comentários
  • Josilene Marques - MS/Campo Grande - 14/05/2012 11:48
    2ª chance
    Não poderia deixar de comentar ao final desta matéria a imensa alegria de saber da sua recupeção.Torço muito pra que volte logo aos palcos trazendo tua alegria e superação a nós todos....força e muita coragem...amo tuas musicas...muito obrigada por descrevelas nelas muitos sentimentos ...
  • Márcia - RS/Canoas - 25/03/2012 04:53
    Superação
    Isso aí Menna!!! Fé, bom ânimo...sempre
  • Suely Rosa Guimarães - DF/Planaltina - 01/12/2011 12:12
    adorei a noticia
    adorei sua volta, te desejo tudo de bom na sua vida, sou sua fã numero 1, e fiquei muito triste quando aconteceu aquilo com você ... espero que vc tenha muitas felicidades, te amo, Suely !
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Homem passa por cirurgia para retirada de bala da coluna e acaba sem um rim - Jornal O Popular Veja mais em: http://www.opopular.com.br/editorias/cidade/homem-passa-por-cirurgia-para-retirada-de-bala-da-coluna-e-acaba-sem-um-rim-1.1161326

Operador de empilhadeira descobriu que projétil ainda estava em seu corpo na terceira vez que foi até uma unidade de saúde falar sobre dores
Reprodução/TVCA

Após ser alvejado em uma briga de trânsito, o operador de empilhadeira Jefferson Hora dos Santos, de 30 anos, foi encaminhado a um hospital de Mato Grosso para retirar a bala alojada na coluna. No entanto, o homem acabou saindo da unidade sem um dos rins.  O caso aconteceu em Rondonópolis, a 218 km da capital do Estado, Cuiabá. 
O operador conta que a esposa dirigia quando um motorista quase a fechou. Ela teria buzinado e o homem, então, deu ré. Jefferson afirma ter se aproximado do outro carro na tentativa de conversar. “Assim que eu me aproximei do veículo e parei do lado do passageiro, ele já sacou uma arma e efetuou dois disparos”, disse em entrevista ao G1.
 O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) fez o primeiro atendimento e o encaminhou até o Hospital Regional de Rondonópolis, no qual passou pelo procedimento cirúrgico.
Para Jefferson, o projétil havia sido retirado. Ele chegou a procurar outra unidade de saúde para retirar os pontos e falar sobre a dor. Foram três tentativas até que ele foi submetido a um exame de raio-x. “A partir desse raio-x que a médica viu veio o susto: tiraram um rim meu e ainda estou com a bala próxima da minha coluna”, contou.
Ao G1, a assessoria do Hospital Regional afirmou que vai apurar o caso para saber o que de fato aconteceu e que o caso deve ser resolvido o mais rápido possível. 
Reprodução/TVCA

Mulher morre de infecção após extrair dente siso - Jornal O Popular Veja mais em: http://www.opopular.com.br/editorias/cidade/mulher-morre-de-infec%C3%A7%C3%A3o-ap%C3%B3s-extrair-dente-siso-1.895071

Gerente de loja fez procedimento no sábado (4) e morreu na quarta (8).
Arquivo pessoal
Jucilene de França morreu após sofrer infecção ao extrair dente em Mato Grosso.
Uma mulher, de 31 anos, morreu vítima de uma infecção, nesta quarta-feira (8), após ter extraído um dente siso no final de semana, em uma clínica odontológica particular de Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. 
No dia seguinte ao procedimento, a vítima teria começado a sentir fortes dores, inchaço e apresentou uma espécie de edema no pescoço. Jucilene voltou ao dentista e passou por um pronto-atendimento particular e um hospital antes de morrer. 
A certidão de óbito aponta que a morte foi causada por choque séptico, Angina de Ludwig [se trata de uma doença infecciosa] e extração dentária. Segundo a cunhada da vítima, Tatiane Magalhães, a extração do siso ocorreu no sábado (4), no Centro Odontológico do Povo (COP).
A família diz que ela estava bem de saúde e não tinha nenhuma doença. Jucilene de França era gerente de uma loja na cidade e deixou dois filhos, de 15 e 6 anos. Os familiares denunciam que houve negligência por parte dos dentistas que fizeram o procedimento e atendimento.
 “Voltamos ao Centro Odontológico e lá disseram que era alergia da anestesia. Passaram um remédio, mas ela continuou sentido dor e muito inchaço. Fomos a um pronto-atendimento e o médico constatou que ela estava com uma inflamação e infecção. Ela tomou medicação novamente, mas mal conseguia abrir a boca”, relatou a cunhada ao G1.
O médico que atendeu Jucilene disse que precisava internar a paciente, devido ao estado de infecção que ela se encontrava. Porém, o plano de saúde que Jucilene tinha não cobria a internação solicitada. 
Clínica
Em nota enviada ao G1, o COP informou que a paciente passou por uma radiografia e extração simples, ‘transcorrendo tudo dentro da normalidade’. A clínica disse que Jucilene recebeu orientações sobre as condutas após a cirurgia e uma receita de medicamentos que deveriam ser tomados.
O COP confirmou que a paciente retornou ao local se queixando de um edema e, na ocasião, foi orientada a tomar uma medicação, alertada para retornar novamente, caso não melhorasse nas próximas 24 horas.
No entanto, conforme a nota, Jucilene teria voltado ao COP somente na quarta-feira e teve que ser encaminhada para o pronto-atendimento e, em seguida, para a Santa Casa. A clínica se colocou à disposição da família para dar todo o tipo de assistência e informou que aguarda o resultado da necropsia. O G1 procurou a Santa Casa de Misericórdia que se comprometeu em encaminhar uma nota sobre o atendimento feito à paciente. Entretanto, até a publicação da reportagem não houve manifestação sobre o caso.
Investigação
O Conselho Regional de Odontologia de Mato Grosso (CRO-MT) disse que não recebeu nenhuma denúncia sobre o que ocorreu com Jucilene. Contudo, vai acompanhar o caso.
A Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa de Cuiabá (DHPP) fez a liberação do corpo da vítima e deve encaminhar o caso para uma possível investigação, se necessário, na Delegacia de Polícia do Carumbé (Cisc Norte), em Cuiabá.

Homem morre após fazer cirurgia no nariz em MG e é dado como indigente

Caso aconteceu na semana passada; suspeita é de que morte tenha sido causada por um mal súbito
Do Hoje em Dia534
neymarReprodução/ Cristiano Couto/ Hoje em Dia
O motorista Neymar Antônio Neves morreu no último dia 7














- Ele me disse que a cirurgia havia sido um sucesso e que meu filho estava apenas nervoso por causa do sangramento, mas era normal.Um homem de 38 anos morreu horas depois de realizar uma cirurgia de septo nasal, em Belo Horizonte (MG). No momento que o pai da vítima foi retirar o corpo do IML (Instituto Médico Legal), ele descobriu que o filho havia sido registrado como indigente e vítima de atropelamento. As informações são do Hoje em Dia.

O motorista Neymar Antônio Neves morreu na última quinta-feira (7), depois da operação, que é considerada simples por especialista. Ele foi levado pelo pai, Manoel Antônio das Neves, 78 anos, ao Posto de Atendimento Médico Sagrada Família, na região leste da cidade, às 8 horas de quinta-feira. Às 10h30 entrou para o bloco cirúrgico e, 30 minutos depois, começou a operação.

Por volta das 12h30, o pai da rapaz conta que foi chamado por um funcionário.
Uma hora depois, Neves assinou alguns papéis e conseguiu falar com Neymar.
- Ele falou que estava tranquilo e que o médico havia prometido que daria alta no mesmo dia. Fui para casa e ele me ligaria para buscá-lo.
Em casa, o pai recebeu uma ligação do filho avisando que só seria liberado no dia seguinte. Ele afirma que o filho estava com uma voz fraca, dizendo que não estava bem, o que o deixou preocupado.
Por volta das 2h de sexta-feira (8), ele foi acordado por uma ligação do hospital. Um homem, identificado apenas como Júlio, disse que houve uma complicação e ele deveria ir urgentemente à unidade de saúde.
- Fui voando para lá. Quando cheguei, 30 minutos depois, recebi a notícia de que meu filho estava morto e o corpo já havia sido levado ao Instituto Médico Legal.
Segundo ele, a morte foi constatada às 23h58 de quinta. A Secretaria Municipal de Saúde, responsável pelo posto, informou que o procedimento foi feito de acordo com o protocolo, devido à demora do pai para chegar ao local.

Chegando ao IML, outra surpresa. A vítima estava registrada como indigente e a causa da morte era atropelamento. Após precisar voltar à própria casa por três vezes, o pai conseguiu liberar o corpo às 17h de sexta. O motorista foi enterrado na manhã de sábado (9) no Cemitério da Consolação. A secretaria esclareceu que o erro de identificação foi do Instituto Médico Legal.

A única explicação passada a Manoel das Neves de todo o caso foi um documento, entregue pelo IML, informando que em 30 dias a causa da morte seria esclarecida. Em nota, a Secretaria de Saúde afirmou que a causa da morte pode ter sido mal súbito, já que a cirurgia teria sido realizada com sucesso.

A Secretaria de Saúde informou que o Núcleo de Cirurgia Ambulatorial foi inaugurado em 2000 e, desde então, nunca havia sido registrada uma morte em decorrência de cirurgias. No período, foram realizados 40 mil procedimentos cirúrgicos. Somente no mês de junho, 491 operações foram feitas e, do total, 66 para correção de septo nasal.

 Homem morre após fazer cirurgia no nariz em MG e é dado como indigente - Cidades - R7