A apuração sobre o falecimento do pequeno Benício, de 6 anos, identificou a responsabilização de profissionais de saúde e diretores do hospital após dose incorreta de adrenalina.
Ainvestigação que apurava a trágica morte de Benício Xavier, de 6 anos, em um hospital de Manaus, chegou ao fim com conclusões que lançam luz sobre as responsabilidades. O caso, que comoveu o país, teve seu desfecho revelado, apontando falhas cruciais que levaram ao óbito do menino em novembro passado.
A apuração concluiu que a médica responsável pela prescrição, a técnica de enfermagem que aplicou a injeção incorreta de adrenalina e dois diretores do Hospital Santa Júlia serão responsabilizados. Benício, internado com suspeita de laringite, teve o quadro de saúde agravado após a dose equivocada de adrenalina intravenosa, com sintomas como palidez, membros arroxeados e a sensação de "coração queimando", resultando em paradas cardíacas e seu falecimento.
Um detalhe alarmante da investigação revelou que a médica utilizava carimbo e assinaturas com referência à pediatria sem possuir a especialidade oficialmente reconhecida, violando regulamentações do Conselho Federal de Medicina. Essa prática ilegal levanta questões sérias sobre a fiscalização e a segurança dos pacientes em ambientes hospitalares, especialmente em casos que envolvem a vida de crianças.
Fonte: Diário do Nordeste

Nenhum comentário:
Postar um comentário