segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Paciente deixa celular filmando e ganha de médicos indenização de R$ 1,7 milhão


 


goo.gl/GKSM2k | Antes de realizar um exame colonoscopia, um homem austríaco ligou o celular para gravar as informações do médico responsável sobre os cuidados que ele deveria tomar após o procedimento. Porém, o paciente deixou o aparelho ligado e se surpreendeu com os comentários bárbaros dos responsáveis pelo exame enquanto ele estava desacordado. O caso aconteceu na Virgínia, nos Estados Unidos.
Segundo informações do The Washington Post, ao ouvir o áudio, o homem percebeu que os médicos tiravam sarro e diziam que não gostavam dele.

Dentre as agressões gravadas, o paciente flagrou os profissionais — que deveriam cuidar da saúde dele — comentando que preferiam não vê-lo mais e que queriam mentir sobre o diagnóstico para que ele não voltasse mais ao hospital. Além disso, os doutores também falaram palavras de baixo calão.

Na gravação é possível escutar a anestesista comentando: “Eu quero te bater na cara pra você virar homem”.

Além disso, uma mulher presente no ambiente também perguntou agressivamente ao paciente quando ele já sob efeito do remédio: “está olhando o quê, seu retardado?”

Diante de tal falta de respeito, o paciente decidiu processar os médicos pela atitude antiética e difamação. Depois de alguns julgamentos e recursos, o austríaco venceu a causa e os médicos foram obrigados a pagar R$ 1,7 milhão.

Segundo a publicação, os responsáveis pelo exame foram procurados para esclarecimentos, mas não responderam às ligações.

Fonte: R7


Paciente deixa celular filmando e ganha de médicos indenização de R$ 1,7 milhão | amo Direito

Médica é afastada de hospital de Manaus após destratar acompanhante de paciente

A profissional aparece em um vídeo conversando ao telefone sobre assuntos pessoais, usando palavras de baixo calão e depois discutindo
07/12/2016 às 12:28 - Atualizado em 07/12/2016 às 14:33
Show m dica

A médica, segundo a Susam, pertence aos quadros de uma empresa contratada para fazer atendimento, em regime de plantão, no Serviço de Pronto Atendimento (SPA) do Galileia (Foto: Reprodução)Vinicius Leal
Manaus (AM)
A médica Olivia Neves, que aparece em um vídeo divulgado no Facebook destratando uma acompanhante de paciente em um hospital de Manaus, foi afastada do cargo, conforme informou a Secretaria de Estado de Saúde (Susam). Nas filmagens, a profissional aparece conversando ao telefone sobre assuntos pessoais, usando palavras de baixo calão e depois discutindo com a acompanhante da paciente. Veja o vídeo abaixo.
A médica, segundo a Susam, pertence aos quadros de uma empresa contratada para fazer atendimento, em regime de plantão, no Serviço de Pronto Atendimento (SPA) Enfermeira Eliameme Rodrigues Mady, conhecido como SPA do Galileia, e localizado na av. Sumaúma, no conjunto Galileia, bairro Monte das Oliveiras, na Zona Norte da capital. “A direção (do hospital) solicitou, de imediato, o afastamento da profissional”, informou a Susam, por meio de nota.
Ainda conforme a Susam, uma sindicância foi aberta para apurar o ocorrido. “A direção (do SPA do Galileia) informa ainda que será aberta uma sindicância para apurar o ocorrido e após a conclusão do processo serão tomadas as medidas administrativas cabíveis”, consta na nota da secretaria.
A reportagem entrou em contato com a médica Olivia Neves pelo telefone (92) 98102-XXXX, para questioná-la sobre o ocorrido e tentar ouvir a versão da profissional, porém não obteve sucesso. Em poucas palavras, a médica apenas disse que o advogado dela estaria responsável pelo caso. “Agora não posso falar. Meu advogado vai resolver isso”, disse Olivia Neves, ao telefone.
Sendo ameaçada
O vídeo da médica destratando a acompanhante foi divulgado ontem, terça-feira (7), no Facebook, por Andreia Duarte de Oliveira, que se identificou como a acompanhante da paciente. “Se sentindo furiosa”, Andreia criticou a atitude da médica. Em contato com a reportagem do Portal A Crítica, Andreia disse que estava sendo ameaçada. “Estou sendo ameaçada. Se não for assim, ninguém resolve nada”.
“Gente, essa é a situação da saúde pública em Manaus. Procuramos ser atendidos, mas a falta de profissionais não qualificados gera isso. Médicos nem olham para os pacientes. Depois que passam medicação errada para uma pessoa diabética, eles querem ter razão. É assim o atendimento: falando ao telefone sobre problemas pessoais. Falta de respeito. Sinceramente, desse jeito não sei onde a saúde pública irá chegar”, falou Andreia na postagem do vídeo no Facebook.
Repercussão
Após ser publicado, o vídeo da médica viralizou e ganhou grande repercussão nas redes sociais. Até a tarde de hoje, a postagem havia ganhado 9,2 mil curtidas, 18,3 mil compartilhamentos e mais de 1,4 mil comentários. “É pura incompetência dessa (médica) que se diz ‘profissional’. Deveria ser médica particular da família dela, somente. Queria ver ela fazer isso”, escreveu uma internauta, Vanessa Nascimento.
Conselho Regional
O Conselho Regional de Medicina do Amazonas (CRM-AM) informou à reportagem que a partir de hoje vai abrir uma sindicância “ex officio” para apurar os fatos e tomar as medidas necessárias a respeito do caso. Se confirmada alguma infração de conduta cometida pela médica, a sindicância vai gerar um processo, onde as partes serão ouvidas, com amplo direito de defesa até o julgamento.
Caso a médica seja condenada, ela poderá sofrer penalidades como uma advertência ou até uma suspensão ou cassação do título de médica. “Já temos o nome da médica. Pedi para abrir uma sindicância para apurar o que realmente aconteceu, e se houver alguma falha de conduta, aí a sindicância vai gerar um processo, que demora porque tem a instrução, a relatoria, a revisão e o julgamento”, disse o presidente do CRM, José Bernardes Sobrinho. “É o plenário do Conselho que julga”, explicou.
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Lei proíbe servidores da saúde de usar celular e tablet durante o expediente em Rio Claro

Regra entra em vigor na segunda-feira (23).


Para evitar problemas no atendimento, a partir desta segunda-feira (23) os funcionários da saúde de Rio Claro (SP) não poderão usar celulares e tablets durante o horário de trabalho. Uma lei municipal publicada no Diário Oficial na sexta-feira (20) proíbe que os agentes usem os aparelhos durante o expediente
Por G1 São Carlos e Araraquara
 


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Lei proíbe servidores da saúde de usar celular e tablet durante o expediente em Rio Claro

A fiscalização será feita pelos próprios chefes das unidades de saúde. Os pacientes também podem fazer denúncias na ouvidoria da prefeitura. O telefone é (19) 3526-7105. O profissional que for flagrado infringindo a lei poderá levar uma advertência ou até ser exonerado do cargo.

Problemas no atendimento


A última vez que a dona de casa Andreia Rosa foi até à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) foi quando a filha de cinco anos estava doente.


"Peguei a pediatra lá dentro com o celular enquanto minha filha com 40 graus de febre aguardava atendimento. Quando fui reclamar, ela ainda me xingou", disse Andreia

Jaqueline flagrou o médico no celular quando aguardava por liberação dele — Foto: Reprodução/ EPTV

Jaqueline flagrou o médico no celular quando aguardava por liberação dele — Foto: Reprodução/ EPTV

Depois de ter sido atendida, a agente de fiscalização Jaqueline Américo ficou esperando pela liberação do médico. Ela disse que teve o mesmo problema



"Achei que ele não estava na sala, daí chegou outra moça e disse que o médico estava lá sim. Bati na porta, ninguém abriu, bati outra vez, ninguém abriu de novo, daí empurrei e ele estava no celular", disse Jaqueline.


Djair explica que os funcionários das unidades de saúde de Rio Claro estão sendo orientados  — Foto: Reprodução/ EPTV

Djair explica que os funcionários das unidades de saúde de Rio Claro estão sendo orientados — Foto: Reprodução/ EPTV

Orientação


Segundo o secretário de Saúde, Djair Claúdio Francisco, os funcionários estão sendo orientados sobre a mudança. O objetivo é desenvolver um processo de conscientização.


"Não queremos que se passe a mensagem que estamos efetivando uma caça às bruxas, pelo contrário, queremos e é nossa obrigação como gestores oferecer à população serviços de melhor qualidade", explicou o secretário.


O que os pacientes esperam é que a medida deva agilizar o atendimento. "É uma lei certa, porque a gente vem aqui para ser atendido e o pessoal fica matando tempo em celular sendo que podem providenciar um atendimento mais rápido", afirmou o serviços gerais Adriano Apolinário.



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COMENTÁRIOS
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  • Comentariog Pontov
    HÁ 12 MESES
    mais uma lei inutil que nao vai pegar..
    • Rômulo Farias
      HÁ 12 MESES
      Trabalho escravo, mantido incomunicável. Lei inconstitucional. Vai cair.
      • Carlos Freitas
        HÁ 12 MESES
        Se for cumprida essa regra e se for fiscalizada vai faltar papel para fazer as notificações contra os "servidores"!!!!