Condenado a 181 anos de cadeia pelo estupro de pacientes, Abdelmassih passou esta semana por uma bateria de exames e acabou internado.
O Fantástico mostra imagens inéditas do ex-médico Roger Abdelmassih, condenado a 181 anos de cadeia pelo estupro das próprias pacientes.Roger passou esta semana por uma bateria de exames médicos no interior de são paulo e acabou internado por problemas no coração.
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João Filipe
HÁ 3 MESES
Claro que ele deve continuar preso. Mas, Um Cão danado, todos a ele. Se uma unica Mulher, não tivesse botado a boca no Mundo, as outras estariam todas quietinhas; Até porque muitas faz gostando.
João Filipe
HÁ 3 MESES
A Mulher vai a um consultório, o Médico tenta sexo com ela ,ela deita toda dengosa, depois sabe se lá porque se arrepende. Porque não da empurrão grita , reaja, liga para o Marido de lá mesmo.
Walter Cunha
HÁ 3 MESES
TEM ORIGEM LIBANESA, VAMOS MANDÁ-LO PRA LINHA DE FOGO DA SÍRIA. SE RESISTIR AO GÁS SARIN, ESCAPA !!! VELHACO !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
A Justiça de Taubaté concedeu hoje (21) prisão domiciliar ao médico cassado Roger Abdelmassih devido a problemas de saúde. Ele foi condenado a 278 anos de prisão por estuprar pacientes da sua clínica de reprodução humana. A juíza da Vara de Execuções, Sueli Armani, no entanto, indeferiu o pedido de indulto humanitário feito pela defesa. A pena do ex-médico atualmente está reduzida a 181 anos por decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo.
Roger Abdelmassih, quando retornou ao Brasil em 2014, depois de capturado no ParaguaiAgência Lusa/Senad
“Está evidenciado nos autos que o sentenciado em questão conta com 74 anos de idade, apresenta atualmente quadro de saúde bastante debilitada, necessita de cuidados ininterruptos, medicação constante e em horários diversificados, alimentação especial, vigilância contínua tanto da área médica como de enfermagem, exames frequentes e específicos, além disso vem sendo submetido a sucessivas e constantes internações hospitalares, o que se estende até o presente momento”, justificou a juíza.
Ela acrescentou que a administração penitenciária “não reúne atualmente condições estruturais para suprir as carências atinentes ao quadro, tanto a nível de unidade prisional, quanto do Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário”.
Dessa forma, o ex-médico cumprirá a pena em casa, sendo liberado para tratamento médico e hospitalares ou com a prévia autorização judicial. Ele deverá usar tornozeleira eletrônica quando receber alta hospitalar e não poderá deixar o país ou a cidade onde mora também sem autorização da Justiça.
Na decisão, a juíza determina que o cumprimento da pena em prisão domiciliar se dará até que o quadro clínico apresente estabilidade e permita seu retorno à unidade prisional ou ainda até que o estabelecimento prisional tenha condições de prestar a assistência médica de que ele necessita. Relatórios médicos sobre a situação de Abdelmassih deverão ser encaminhados periodicamente à Justiça.
O ex-médico cumpre pena no Presídio de Tremembé, em São Paulo, desde 2014, quando voltou ao Brasil após ser capturado no Paraguai, para onde havia fugido. Em 2010, ele foi condenado a 278 anos de prisão pelos estupros das pacientes, ocorridos entre 1995 e 2008. Abdelmassih teve o registro profissional cassado em agosto de 2009. Pouco antes de fugir do Brasil, em 2011, gozava de habeas corpus concedido pelo então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes. Sua pena foi reduzida a 181 anos em 2014.
Foi iniciado o inquérito que deverá apurar a denúncia sobre fraudes de diplomas médicos que supostamente vem ocorrendo desde o mês de março na Universidade Federal do Maranhão. São Luís - Foi iniciado o inquérito que deverá apurar a denúncia sobre fraudes de diplomas médicos que supostamente vem ocorrendo desde o mês de março na Universidade Federal do Maranhão. A informação foi dada nesta manhã pelo delegado executivo da Polícia Federal (PF) do Maranhão, Marinaldo Moura. Segundo ele, a responsabilidade do inquérito está com o delegado Haroldo Sérgio Ferreira, que já tomou as primeiras medidas.Moura afirmou que a PF já está de posse de vários nomes, todos eles implicados na revalidação falsa de diplomas de médicos. O caso foi descoberto no último mês de março, depois que os Conselhos Regionais de Medicina dos Estados do Pará, Goiás, Ceará e Paraná suspeitaram da veracidade de diplomas que haviam sido revalidados pela instituição maranhense (UFMA).A fraude foi denunciada à Polícia Federal pelo presidente regional de medicina, o médico Abdon Murad. De acordo com ele, cinco médicos brasileiros, incluindo dois maranhenses formados na Bolívia, falsificaram carimbos e assinaturas de professores da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), para obterem a Carteira de Médico que dá o direito de exercer a profissão.O reitor em exercício da UFMA, professor José Américo Barroqueiro, afirmou na manhã de hoje que o esquema de revalidação falsa de diplomas de médico só foi descoberto depois que os Conselhos Regionais de Medicina dos Estados suspeitaram da legitimidade dos diplomas. “Quando os Conselhos nos informaram os nomes dos médicos que requeriam os registros, verificamos que eles nunca haviam aberto processo para revalidação do diploma”. Barroqueiro disse ainda que existem até "médicos do Rio Grande do Sul revalidando diplomas aqui na UFMA". Fonte: O Globo On