sexta-feira, 6 de junho de 2014

Médico troca pacientes e faz cirurgia errada em criança de 11 anos

Publicado em 8 de outubro de 2013,16:13


Um erro médico na Santa Casa de Misericórdia, em Ponta Grossa, assustou a população na última sexta-feira (4). Uma criança de 11 anos foi internado para um procedimento cirúrgico na língua, mas o médico operou uma fimose (dificuldade ou até impossibilidade de expor a glande, ou cabeça do pênis, porque o prepúcio estreita a passagem) que ele nem tinha.
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(Foto: Fábio Matavelli – O Diário dos Campos)
A mãe do garoto, Ana Paula Ferreira, afirmou que houve negligência por parte do hospital, pois a simples correção na língua deveria durar cerca de 30 minutos. “O meu filho tem a língua presa, então essa cirurgia foi uma recomendação do próprio dentista para que ele pudesse seguir com o tratamento dentário utilizando o aparelho”, explicou .A verdade é que o hospital confundiu os pacientes e realizou o procedimento errado no meu filho”, afirmou ao Jornal Diário dos Campos.
O erro médico foi denunciado na Delegacia de Polícia Civil que vai instaurar um inquérito para investigar o caso.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Bebê de três meses morre após receber vacina

Publicado em 27/04/2012 http://www.jangadeiroonline.com.br/ - Mais uma história trágica envolvendo crianças. No Município de Mauriti, região do Cariri, um bebê de apenas três meses, morreu após tomar uma vacina. A mãe levou a criança para se imunizar no Posto de Saúde da Cidade, ao chegar em casa o garoto começou a apresentar comportamento estranho até que precisou ser socorrido ao Hospital. Mesmo assim, o bebê não resistiu







Criança de 7 anos fica tetraplégica após operação no pulso (vídeo)

Criança de 7 anos fica tetraplégica após operação no pulso (vídeo)


Uma criança de 7 anos  de idade, ficou tetraplégica depois de uma intervenção cirúrgica no pulso.
A mãe da criança acusa o hospital de erro médico, mas a Direcção Clínica do Américo Boavida desmente, e diz que durante a cirurgia ocorreu o que em medicina se chama evento adverso inesperado.
(Acompanhe a reportagem com Eunice Menezes)
















Criança de 7 anos fica tetraplégica após operação no pulso | Jornal da Zimbo | TV Zimbo Publicado em 11/01/2013 Uma criança de 7 anos de idade, ficou tetraplégica depois de uma intervenção cirúrgica no pulso. A mãe da criança acusa o hospital de erro médico, mas a Direcção Clínica do Américo Boavida desmente, e diz que durante a cirurgia ocorreu o que em medicina se chama evento adverso inesperado.

TV Zimbo -


“As minhas limitações não são maiores”, diz Liliane, que ficou tetraplégica por um erro médico

01/11/2013 - 09:48

Aos 12 anos de idade, a estudante Liliane Cláudia descobriu que tinha leucemia. A partir daí, começou a fazer o tratamento para combater a doença. Dois anos depois, a jovem precisou fazer uma pulsão na coluna e, por causa de um erro médico, ficou tetraplégica.

Nascida em um lar cristão, Liliane conta teve um encontro real com Deus aos 18 anos. “Depois desse encontro minha começou a ter sentido”, conta. Sobre as limitações, a estudante busca em Deus e na família força para superar. “As minhas limitações não são maiores”, diz Liliane.
Hoje, Liliane participa do ministério de jovens da igreja que frequenta e sonha ser jornalista.
Confira:

Erro médico deixa criança tetraplégica

 Atualizado em terça-feira, 19 de novembro de 2013 - 15h10

Problema na anestesia provocou parada cardíaca e, consequentemente, falta de oxigenação no cérebro

Francisco abandonou o emprego para se dedicar ao filho / Alexandre TortorielloFrancisco abandonou o emprego para se dedicar ao filhoAlexandre Tortoriello
O menino Ravy, aos cinco anos, era uma criança saudável, que jogava bola e fazia todo tipo de atividade. Hoje, aos 13 e pesando cerca de 16kg, não anda, não fala, se alimenta por uma sonda na barriga e não movimenta os membros do corpo, atrofiados. Ele está tetraplégico e não vai à escola desde uma mal sucedida cirurgia de fimose e hérnia umbilical, em 24 de janeiro de 2006, no Hospital Municipal Infantil Ismélia da Silveira, em Duque de Caxias.

Um problema na anestesia provocou uma parada cardíaca em Ravy, e, como consequência da falta de oxigenação no cérebro, o garoto ficou quatro meses em coma no Hospital dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro, para onde foi transferido.

A justiça determinou que a prefeitura de Caxias fornecesse o tratamento especializado e os meios necessários para sua assistência, como remédios, transporte ao local de tratamento e cadeira de rodas.

O pai de Ravy, Francisco de Assis, era vendedor e trabalhava em projetos sociais de auxílio a crianças e jovens em situação de vulnerabilidade. Após o episódio, foi obrigado a deixar de lado todas as suas atividades para se dedicar integralmente aos cuidados com Ravy, já que sua esposa se separou e não fornece nenhuma assistência para cuidar dele ou dos seus outros dois filhos, Kalindy de 17 anos, e Ramany, de 15 anos.

Atualmente Francisco sobrevive com um salário mínimo concedido após perícia do INSS no menino e doações de amigos.

A prefeitura de Caxias emprestou uma cadeira de rodas para adultos. Obviamente Ravy mal conseguia se sustentar na cadeira, grande demais. A família teve que comprar um modelo especial, do tamanho dele. Por falta de recursos, o menino não está podendo fazer a maioria das atividades do extenso tratamento para melhorar sua qualidade de vida.

O tratamento de um caso como o de Ravy Silva é multidisciplinar: exige uma série de diferentes terapias e remédios e dieta diversificada. O menino precisa tomar mais de 10 remédios regularmente, como medicamentos para evitar convulsões, relaxantes musculares, analgésicos e inibidores de refluxo. Como não consegue mastigar, os alimentos precisam ser batidos no liquidificador e coados, antes de serem introduzidos no organismo pela sonda.

De acordo com o pai, Ravy precisa fazer fisioterapia, Terapia Ocupacional, fonoaudiologia, musicoterapia e equoterapia. Um dos lugares que frequentava era a rede Sarah, na zona oeste do Rio, onde há uma série de terapias necessárias para o tratamento do garoto. Mas, por falta de recursos, ele não consegue mais levar o filho.

Médico de Taubaté deixou paciente tetraplégico

  • 21 de outubro de 2011 | 
  • 0h48 | 
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  • Categoria: Saúde, Saúde Pública
    FERNANDA BASSETTE
    O médico Mariano Fiore Junior – um dos três condenados por tirar os rins de pacientes ainda vivos em Taubaté, a 130 km da capital, para usar em transplantes particulares – foi demitido do serviço público em 2010 e teve a aposentadoria cassada por conta de um erro médico: ele deixou um policial militar tetraplégico em 2005 após uma cirurgia de hérnia de disco.
    Fiore era médico-legista do Instituto Médico-Legal (IML) de Taubaté e estava de licença médica do serviço público quando operou o sargento aposentado da PM Francisco Roberto Lopes, que na época tinha 58 anos e trabalhava como segurança da Prefeitura.
    A cirurgia “de urgência” foi indicada por Fiore depois que Lopes machucou o ombro em uma queda durante uma partida de futebol. Ativo, ele passava horas praticando o esporte favorito – chegou a jogar no time da cidade.
    Sem fazer exame extra nem ter ideia dos riscos da cirurgia, Lopes saiu da mesa cirúrgica após nove horas sem nenhum movimento nos membros superiores e inferiores. Os familiares questionaram Fiore, que enviou Lopes de volta para a mesa cirúrgica no dia seguinte para tentar reverter a situação. “Com fisioterapia ele volta a andar em oito meses”, teria dito o médico.
    Fiore também teria fixado incorretamente a placa de sustentação que substituiu as vértebras retiradas na cirurgia. Lopes teve de ser operado novamente às pressas – dessa vez, a família viajou até São Paulo e a cirurgia corretiva foi feita pelo neurocirurgião Jorge Pagura. “Ele salvou a vida do meu pai”, diz a filha do PM, Silvia Helena Lopes.
    Demissão
    Após a cirurgia, a família registrou um boletim de ocorrência contra Fiore e o hospital. Foi aberto um procedimento administrativo na Secretaria da Segurança Pública, que resultou em sua demissão, publicada em agosto de 2010 no Diário Oficial do Estado.
    O laudo da perícia técnica concluiu que “a tetraplegia instalou-se em decorrência do primeiro ato cirúrgico” e que Lopes “sofreu um trauma medular por falta de habilidade do cirurgião”. Outro documento apontou negligência, imperícia e imprudência por “falta de aptidão para desempenhar a cirurgia”. Lopes faz fisioterapia três vezes por semana e conta com os quatro filhos e a mulher para se alimentar e tomar banho.
    A família do PM moveu duas ações contra Fiore: na cível, ainda aguarda o resultado do laudo, feito em 2009 no Instituto de Medicina Social e de Criminologia de São Paulo (Imesc). A ação criminal está no Tribunal de Justiça de São Paulo – Lopes perdeu em primeira instância “por falta de provas.” Questionado ontem sobre a demissão durante o intervalo do julgamento, Fiore disse que não poderia falar sobre o assunto.
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    Rapaz fica tetraplégico após cirurgia e família pede ajuda em Anápolis, GO

    08/04/2014 07h04 - Atualizado em 08/04/2014 10h17

    Jovem fez operação contra suor há 10 anos e meio; hospital foi processado.

    Justiça descartou erro médico, pois paciente teria omitido usar emagrecedor.

    Do G1 GO, com informações da TV Anhanguera
    O jovem Rogério Borges Teodoro, de 31 anos, ficou tetraplégico após passar por uma cirurgia para controlar a produção excessiva de suor, em Anápolis, a 55 km de Goiânia, e agora os pais pedem ajuda para cuidar do rapaz. O procedimento foi feito em outubro de 2003, quando Rogério tinha 21 anos, e deixou sequelas. Na época, a família chegou a processar o hospital responsável pela operação, mas o caso foi arquivado, pois ficou comprovado que o paciente não informou os médicos sobre o uso de remédios para emagrecer, e isso teria provocado as complicações.
    Rogério foi diagnosticado com "hiperidrose", doença caracterizada pelo suor excessivo em determinadas partes do corpo, como mãos, axilas e rosto. Ele cursava direito, quando decidiu fazer a cirurgia. O procedimento foi realizado por meio de um pequeno corte embaixo das axilas, mas o rapaz teve uma parada cardiorrespiratória e falta de oxigênio no cérebro.
    Com isso, Rogério entrou em coma. "Ele fez a cirurgia de madrugada e voltou para o quarto. À tarde, apresentou dificuldades para respirar e colocaram um balão de oxigênio [nele]. À noite, me ligaram dizendo que ele tinha apresentado um coágulo no pulmão e que precisaria de outra cirurgia. Depois do procedimento, ficou na UTI [Unidade de Terapia Intensiva] e entrou em coma", lembra a mãe, a dona de casa Abadia Silva.
    Depois de 2 meses, o quadro foi revertido e o jovem recebeu alta médica. No entanto, estava tetraplégico e com paralisia cerebral. Desde então, a mãe luta para cuidar do filho. "Eu tenho problemas na coluna e, mesmo assim, me esforço muito para ajudá-lo", diz.
    Com o filho tetraplégico, tudo precisou ser adaptado em casa. A porta do banheiro foi trocada para a passagem da cadeira de rodas, e o quarto recebeu uma cama hospitalar, onde Rogério passa a maior parte do tempo.
    Rapaz cursava direito quando passou pela cirurgia, em Anápolis (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Rapaz cursava direito quando passou por cirurgia,
    em Anápolis (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
    O pai do jovem, Solimar Teodoro da Silva, também é doente e precisou deixar o trabalho para cuidar do filho. O gasto mensal com alimentação e medicamentos chega a quase R$ 4 mil, razão pela qual a família pede ajuda. "Ele entrou andando no hospital, feliz da vida, e saiu desse jeito. Só pode ter havido algum erro, pois se fosse um acerto ele não estava assim", afirma.
    O Hospital Jardim América, onde foi feita a cirurgia, chegou a ser processado, mas a família perdeu a ação em primeira instância e o caso foi arquivado em 2012.
    Segundo o advogado que representa o hospital, João Bosco Luz, a unidade deu toda a assistência financeira à família na época da operação, até que uma perícia comprovou que não houve erro médico. Ainda de acordo com o advogado, a análise do especialista comprovou que as complicações foram causadas porque Rogério fazia uso de remédios para emagrecer e não comunicou os médicos sobre isso antes da cirurgia. Por esse motivo, a Justiça deu ganho de causa para o hospital.
    Sem perspectivas de melhoras do quadro físico de Rogério, a família tenta se conformar com as antigas lembranças de um jovem sorridente que tinha muitos planos, entre eles o de ser cantor sertanejo. O rapaz chegou a gravar um CD e a formar dupla com um colega, mas os projetos foram interrompidos em função das sequelas da operação.