sábado, 28 de setembro de 2013

Filadélfia: criança pode ter sido vítima de erro médico

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Um criança recém-nascida, pode ter sido vitima de erro médico no Hospital Municipal da cidade de Filadélfia, região de Senhor do Bonfim. De acordo com a mãe, que mora no povoado de Aroeira, os hematomas por todo corpo da criança, podem ter sido causados na hora do parto. A suspeita é que o bebê tenha sido forçado a sair, pela equipe que realizou o procedimento, causando todos os hematomas. A criança foi levada para uma consulta na cidade de Juazeiro para averiguar se havia algum problema sanguíneo, e segundo a parturiente, os exames não apontaram qualquer suspeita. O caso ainda será investigado pela família. 

RF Notícias
http://www.pontonovo.net/2013/02/filadelfia-crianca-pode-ter-sido-vitima.html

Vítima de erro médico recebe indenização

Por danos morais e estéticos...

andre mansur vitima de erro medico recebe indenizacao por danos  morais e esteticos Vítima de erro médico recebe indenização por danos  morais e estéticos

A 10ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo condenou uma empresa de plano de saúde a indenizar um usuário que teve a perna amputada por erro médico. A decisão é da última quinta-feira (1).
O autor, portador de um acidente vascular cerebral, é usuário do Plano de Saúde Unimed e desfrutava dos serviços de ‘homecare’. Apesar da ciência do histórico da doença e dos conhecimentos de enfermagem, os funcionários aplicaram medicação intravenosa na perna, o que resultou em trombose e posterior amputação da perna. Ele sustentou que houve erro profissional e pediu indenização por danos morais e estéticos.
O laudo pericial concluiu que o procedimento não era indicado para o quadro do paciente que apresentava indícios de circulação deficiente nos membros e que a falta de assepsia adequada em organismo com baixa imunidade pela debilidade desencadearia infecção e, consequentemente, a gangrena e a amputação.
A decisão de 1ª instância julgou o pedido improcedente e o autor apelou sustentando a configuração de nexo causal entre a conduta dos funcionários e o dano a si causado.
A relatora do processo, desembargadora Márcia Regina Dalla Déa Barone, entendeu que estão configurados o dano, a conduta culposa e o nexo causal entre eles, surgindo o dever de indenizar. “Por mais que não conseguisse se comunicar devido às sequelas de um acidente vascular cerebral, é certo que, como ser humano vivo, o autor sentiu dor, sofreu com a longa internação e diversos procedimentos cirúrgicos, e submeteu-se a uma amputação. Note-se que a amputação, além dos óbvios danos estéticos, causou ainda outros dissabores aos familiares, já que piorou em muito a já limitada mobilidade do autor, pelo seu frágil estado de saúde.”
A magistrada fixou a indenização por danos morais e estéticos em R$ 40 mil. Os desembargadores João Carlos Saletti e Elcio Trujillo também participaram do julgamento e acompanharam o voto do relator.

FONTE: TJ-SP

Leia mais: http://andremansur.com/blog/vitima-de-erro-medico-recebe-indenizacao-por-danos-morais-e-esteticos/#ixzz2gFDLR58s

ERRO MÉDICO FAZ MAIS UMA VÍTIMA

sexta-feira, 16 de março de 2012

 CASO DE POLICIA

"Erro médico" Maria Albenizia ficou paraplégica e Dr. Yohan continua medicando normalmente

O BLOG DO JK, foi procurado pela senhora Andrea Castro Leite e pelo Senhor Antônio dos santos Silva (irmã e cunhado) da senhora MARIA ALBENIZIA OLIVEIRA DOS ANJOS de 29 anos. 

Eles vieram procurar o BLOG DO JK para denunciar o médico IOHAN PEREIRA GUEDES, (médico hoje do

Hospital Municipal de Santarém), que por falha dele (segundo a família da vitima) em ato cirúrgico no Hospital Santo Antônio de Belterra, quando o mesmo atendia por lá no ano passado, e deixou paraplégica a jovem MARIA ALBENIZIA, não dando assistência a mesma que hoje se encontra vegetando em cima de uma cama. A família descobriu depois da operação que o Dr. YOHAN PEREIRA GUEDES, não tem especialidade e nem Residência Médica, por isso não podia ter realizado a operação e nem aplicado anestesia.


A família pede que o blog denuncie, e que seja feita justiça, pois são pessoas humildes, e não tem dinheiro para levar o caso adiante, eles querem que o MPE ajude eles, e processe o médico IOHAN PEREIRA GUEDES por ter feito isso com a MARIA ALBENIZIA, já que ele sabia que não podia operar.

Veja como era e como está hoje a jovem MARIA ALBENIZIA OLIVEIRA DOS ANJOS de 29 anos.

MARIA ALBENIZIA de 29 anos a esquerda da foto que foi tirada em julho de 2011, antes da operação em Belterra

MARIA ALBENIZIA, de 29 anos está hoje em cima de uma cama em estado vegetativo

A família só quer justiça

ENTENDA O CASO: A paciente fez cirurgia eletiva, onde foi internada no Hospital Santo Antônio em Belterra no dia 02 - 08 - 2011 e foi operada no dia 03 - 08 - 2011, com diagnóstico de lipoma (do tamanho de uma laranja) na região cervical; onde o Dr. IOHAN PEREIRA GUEDES, que na época era diretor desse hospital, se propôs a fazer essa cirurgia relatando ser cirurgião, onde a mesma paciente iria fazer no Hospital Regional, mais pela facilidade e comodidade ela optou por fazer a cirurgia em Belterra com o Dr. IOHAN, onde não fora pedido o risco cirúrgico (exames laboratoriais; ECG, RX torax) onde no inicio da cirurgia o médico colocou 40 ML de anestesia (tópico) onde a paciente continuou sentindo dor e o mesmo acrescentou +20 ML de anestésico; onde a literatura médica permite somente que seja dado no máximo 40 ML de anestesia e a paciente teve na hora parada cardíorespiratoria sguida de convulsões, sendo que o mesmo médico Dr IOHAN pediu ajuda ao médico Dr José Carlos, clinico geral de Belterra pois o Dr IOHAM não conseguia reverter o quadro, deixando a mulher paraplégica.
          Nota do Blog
Um erro na administração pública pode deixar seqüelas para sempre. O blog Portal Belterra fez e faz várias denúncias ao descasos na gestão pública, não por ser oposição a governo ou com intuito de perseguir A ou B ou ainda como já fomos acusados de está a serviço de grupos políticos. Não.  Fazemos criticas aqui denunciando, questionando, dando sugestões, criticando as vezes, por entender que um pequeno erro pode deixar seqüelas e feridas que o tempo jamais poderá apagar. Os responsáveis por crimes como esse deveriam está na cadeia.
Em agosto 04 de Agosto de 2011 denunciamos aqui este caso com o título usuarios dos SUS correm risco de vida em Belterra. Denúncia esta que levaram o pedido de uma CPI e posterior cassação da ex-vereadora Zelma (PT). ( Aproveito para parabenizar todos os nove vereadores que independente de sigla partidária, amizade, parentesco ou ainda acordos políticos cumpriram seu papel)
Hoje olhando o blog do amigo JK, nos deparamos com cenas  lamentáveis e impossíveis de não reproduzir-las aqui. Quero por tanto ir além, quero cobrar dos nossos vereadores uma atenção melhor a este caso e que leve o ao Ministério Público e Conselho de Medicina. Por outro lado o município tem que assumir sua responsabilidade e tentar reparar de alguma forma o que foi causado na vida dessa senhora.
Vamos torcer para que alguma coisa seja feita.
Fonte da Matéria: http://portalbelterra.blogspot.com/

http://ivanioalencar.blogspot.com.br/2012/03/erro-medico-faz-mais-uma-vitima.html

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Defesa de médica quer anular provas

• • atualizado às 13h21

sobre mortes em UTI no PR.....

Advogado diz que escuta telefônica foi ilegal e que prontuários médicos podem ter sido alterados

 Médica chefe da UTI do hospital Evangélico, Virgínia Helena Soares de Souza, sendo conduzida por policiais  Foto: Henry Milléo/Gazeta do Povo / Futura Press
Médica chefe da UTI do hospital Evangélico, Virgínia Helena Soares de Souza, sendo conduzida por policiais
Foto: Henry Milléo/Gazeta do Povo / Futura Press

"Foi o que aconteceu neste caso. Além disso, foi colocado o termo 'assassinar' na perícia de uma forma errada. Com isso, eles demonizaram a acusada, e o juiz, com base na transcrição, decretou prisão temporária e depois preventiva. Vou pedir também que não se considere a transcrição e que seja retirado do processo a escuta e as transcrições", afirmou Assad.
O advogado da médica Virgína de Souza, acusada de antecipar mortes na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do hospital Evangélico, em Curitiba (PR), vai pedir à Justiça a anulação das provas obtidas por meio de ligações telefônicas gravadas durante as investigações realizadas pelo Núcleo de Repressão de Crimes Contra a Saúde (Nucrisa). Conforme Elias Mattar Assad, o Supremo Tribunal Federal (STF) entendeu que não se pode deferir uma escuta telefônica apenas com denúncia anônima.
O defensor disse ainda que está colocando sob suspeita os prontuários médicos. "Quando fizeram a busca e a apreensão dos prontuários médicos, não deixaram os originais no hospital e nem pediram cópias. Quem pode falsificar uma transcrição telefônica, pode alterar prontuários também. Portanto, estou colocando sob suspeita esses documentos", completou.
A Polícia Científica do Paraná concluiu o levantamento das prescrições de medicamentos feitas pela médica e um relatório preliminar foi entregue ao Ministério Público (MP) na última sexta-feira. Eles apontam que, de 346 pacientes atendidos na unidade que receberam os medicamentos Diprivan e Pavulon receitados pela médica, 317 morreram no mesmo dia em que foram medicados. 
Segundo o MP, o relatório preliminar entregue pelo Instituto de Criminalística do Paraná aponta que, de 1.872 prontuários analisados, de 2006 a 2013, 474 mostram que pacientes receberam o coquetel de medicamentos. Desses, 346 foram medicados por Virgínia, e 317 faleceram no mesmo dia que medicados. Os outros 128 foram medicados por outros médicos, e, desses, 17 morreram. 
Se comparadas as proporções, o número de mortos por atendidos pela médica é de 91,6%, enquanto as mortes por atendimento com outros médicos é de 13,2%. Segundo o Ministério Público, os números por si só não representam nenhum crime praticado pela médica, mas são suspeitos. Cada caso será agora investigado individualmente pelo MP, para apurar se as mortes foram provocadas ou não. 
Terra

VC Repórter: Médica em 'fúria'


• •atualizado em 27 de Setembro de 2013 às 13h29

vc repórter: médica em 'fúria' rasga prontuário de criança em hospital de SP...


Médica em fúria rasga prontuário de criança em hospital de SPClique no link para iniciar o vídeo
Médica em fúria rasga prontuário de criança em hospital de SP

Uma pediatra em fúria assustou pacientes e funcionários do Hospital Geral de Vila Penteado no último sábado, na zona norte de São Paulo.
Depois de levar sua filha K.S.B.S, 4 anos, ao pronto socorro do hospital, o limpador de vidros Ednei Brandão de Sousa, 36 anos, viu a médica rasgar o prontuário e negar a medicação à criança. Logo no começo do vídeo, de 2 minutos e 5 segundos, é possível ouvir ao fundo a discussão da médica, identificada como Miriam G. Carvalho, com outras pessoas.
A briga teria começado depois que a filha de Ednei entrou no hospital com 38,5 °C de febre. As enfermeiras teriam atendido a criança sem passá-la pela triagem, o que irritou a médica. “Já tinha percebido que ela estava estressada quando chegou uma mãe com sua filha. A menina estava com uma infecção de ouvido, e a médica disse que não iria olhar a criança, já que o estado não era grave, e mandou ela ir embora”, quando teve início a discussão.
“Você viu o que é que deu? Eu faço um escândalo (...) Você não me conhece”, gritou a pediatra para a enfermeira, que tentou se desculpar. Visivelmente alterada, a médica disse que já estava acostumada a ir para a delegacia. “Chama a polícia porque eu estou acostumada. Eu já fui fazer vários processos. Chama, por que eu já fui nesse 18º DP várias e várias vezes”, dizia ela.
Na tentativa de acalmá-la, Ednei disse que a discussão estava assustando sua filha. Ao saber que estava sendo filmada, a mulher ameaçou quebrar o celular do limpador de vidros. Após sair do local por um instante, Miriam volta e impede a enfermeira de dar a medicação à criança. O vídeo mostra a pediatra rasgando o que seria o prontuário da criança. Segundo Ednei, após desligar o celular, ele saiu do hospital com a filha no colo, e foi agredido pela médica com socos nas costas.
“O pessoal de dentro do hospital estava abismado. Quando estava saindo com minha filha no colo, a médica começou a me puxar pelo braço, e uma outra paciente teve que dar um empurrão nela”, relata Ednei.
“Depois disso fiquei na rua com a minha filha, e minha mulher foi tentar conversar e explicar que a menina precisava da medicação. Um outro médico que estava lá atendeu minha filha e fez uma receita, para que eu pudesse comprar o remédio”, conta Ednei, que realizou um boletim de ocorrência contra a médica.
Médica é afastada.......
Procurada pelo Terra, a Secretaria Estadual de Saúde afirmou que a médica foi afastada das atividades médicas exercidas na unidade após o episódio, e que uma sindicância foi aberta para investigar o caso. 
"Foi aberta uma sindicância interna para apurar as circunstâncias do atendimento, que poderá resultar, inclusive, na exoneração da profissional do quadro efetivo da unidade, bem como no direcionamento do caso ao Conselho Regional de Medicina (CRM), instância competente para aplicações de sanções ou de punições", afirmou o órgão.
O internauta Diego Negrão, de São Paulo (SP), participou do vc repórter, canal de jornalismo participativo do Terra. Se você também quiser mandar fotos, textos ou vídeos, clique aqui.


vc repórter

Pediatra é acusado de praticar asfixia

• • atualizado às 12h12

Pediatra é acusado de praticar asfixia simulada na filha de 11 anos...

Melvin Morse e sua mulher, Pauline, são acusados de submeter a filha de 11 anos à asfixia simulada com água Foto: Reuters
Melvin Morse e sua mulher, Pauline, são acusados de submeter a filha de 11 anos à asfixia simulada com água
Foto: Reuters

O conhecido pediatra americano Melvin Morse foi detido como suspeito de submeter sua filha de 11 anos à asfixia simulada com água, uma prática conhecida como "waterboarding", segundo divulgaram nesta sexta-feira os meios de comunicação locais.
Morse, 58 anos, foi preso na quinta-feira junto com sua mulher, Pauline, 40 anos, depois que sua filha denunciou que seu pai a tinha asfixiado debaixo de uma torneira aberta como método de disciplina.
O pediatra é conhecido por seus livros sobre experiências de crianças que estiveram à beira da morte e participou como especialista de programas de televisão de grande popularidade nos Estados Unidos como Larry King Live e The Oprah Winfrey Show.
O afogamento simulado ou "waterboarding" é uma técnica que os interrogadores americanos aplicaram no passado contra os suspeitos de terrorismo, o que seus críticos consideram tortura.
Um dos advogados de Morse, Joe Hurley, declarou que "o que quer que tenha sido descrito não é 'waterboarding'", de acordo com Washington Post, embora tenha reconhecido que não tinha todas as informações sobre o caso.
No último mês de julho, Morse foi acusado de agressão e de pôr em perigo o bem-estar de um menor, depois de tirar à força sua filha do carro pelo tornozelo e arrastá-la por um caminho de terra até sua casa, onde bateu na menina.
A criança recebeu assistência no Centro de Defesa das Crianças de Delaware onde contou algum tempo depois sobre os casos de asfixia simulada que aconteceram em quatro ocasiões entre 2009 e 2011, dos quais sua mãe teria sido testemunha sem fazer nada, segundo contou o cabo da polícia Gary Fournier ao canal de televisão ABC.
Os Morse estão enfrentando duas acusações por colocar em perigo o bem-estar de uma criança, uma acusação de conspiração em segundo grau, e quatro outras por crime grave de primeiro grau pelos supostos episódios de "waterboarding".

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Pediatra acusado de pedofilia admite que aparece em fitas

Sexta-feira, 22 de Março de 2002, 22:23 | Online


O pediatra e terapeuta Eugenio Chipkevitch, de 47 anos, acusado de molestar pacientes menores de idade, admitiu aos policiais do 51º Distrito, do Butantã, zona oeste de São Paulo, ser ele quem aparece nas cenas de abuso sexual gravadas em seu consultório.

A polícia e o Ministério Público Estadual (MPE) acreditam que já está configurado o crime de atentado violento ao pudor, pelo qual indiciaram Chipkevitch em inquérito. O pediatra pode ser responsabilizado também por estupro e corrupção de menores. Ele disse à polícia não saber por que molestou os adolescentes.

A polícia recebeu 15 das 37 fitas gravadas no consultório. Blat afirmou que a qualidade do material sugere até que ele seria ou foi vendido. O promotor disse que não está descartada a possibilidade de o médico participar de uma rede internacional de pedofilia.

Tudo indica que as cenas foram gravadas numa das salas do consultório, e a câmera não ficava escondida. "Precisamos entender por que ele gravava tudo e saber se existe alguma ligação com possível rede de pedofilia", disse Blat.

Com prisão temporária decretada por 30 dias, o médico ainda não foi interrogado pela polícia, o que deve ocorrer na próxima semana.

A Vigilância Sanitária encontrou nesta sexta-feira, no lixo do consultório de Chipkevitch, 17 frascos vazios do medicamento Dormonid. O remédio atua como pré-anestésico, fazendo a pessoa perder o controle dos movimentos e ficar em estado quase letárgico. Nas fitas, o terapeuta aparece aplicando nos garotos o que parecem ser injeções de sedativos.

A Vigilância apurou que a clínica está em situação irregular, sem licença de funcionamento e sem responsável técnico. O órgão interditou o consultório parcialmente.

A polícia também esteve na clínica, onde apreendeu material de informática, disquetes, um notebook, fichário e documentos. As fichas encontradas revelam que o médico atendia entre 100 e 150 pessoas por mês e cobrava de R$ 240,00 a R$ 300,00 por consulta.

No fim da tarde desta sexta-feira, Guerreiro ouviu a secretária de Chipkevitch, Regina Soares. Segundo o delegado, Regina disse que trabalha há 18 anos com Chipkevitch e nunca percebeu nada de estranho em seu comportamento. Tanto que levou os dois filhos para serem atendidos pelo médico. "Ela também está chocada", disse o delegado.

A polícia está tentando ouvir os adolescentes que iam ao consultório e seus pais. O delegado disse nesta sexta que estava encontrando dificuldades para marcar os depoimentos porque muitos pais - temendo a exposição deles mesmos e dos filhos -, podem recusar o convite para serem ouvidos. "No crime de estupro, é preciso representar à autoridade para a abertura de inquérito, e esperamos que isso ocorra com a presença dos pais ou representantes."

O médico permanece no 13º DP, na Casa Verde. Ele disse aos policiais ter vivido com uma mulher nos últimos anos. O casal não podia ter filhos e adotou uma criança que está hoje com 10 anos. "Pelo que ele explicou, a mãe ganhou a guarda, mas a criança estava vivendo com ele", afirmou o delegado. Na última quarta-feira, a criança voltou para a casa da mãe.
:http://www.estadao.com.br/arquivo/cidades/2002/not20020322p16216.htm