sexta-feira, 15 de março de 2013

Vítima de erro médico receberá indenização

Segunda-feira, 19 de novembro de 2012


O autor, que sofreu um acidente vascular cerebral, teve medicação intravenosa aplicada em sua perna, o que resultou em trombose e posterior amputação do membro.

Um plano de saúde foi condenado a indenizar em R$ 40 mil, a título de danos morais e estéticos, um usuário que teve a perna amputada por erro médico. O caso foi julgado pela 10ª Câmara de Direito Privado do TJSP.

O autor, que sofreu um acidente vascular cerebral, é usuário do Unimed e desfrutava dos serviços de ‘homecare’. Apesar da ciência do histórico da doença e dos conhecimentos de enfermagem, os funcionários aplicaram medicação intravenosa na perna dele, o que resultou em trombose e posterior amputação do membro. Ele sustentou que houve erro profissional e pediu indenização por danos morais e estéticos.

O laudo pericial concluiu que o procedimento não era indicado para o quadro do paciente, que apresentava indícios de circulação deficiente nos membros. A falta de assepsia adequada em seu organismo, com baixa imunidade pela debilidade, desencadearia infecção e, consequentemente, a gangrena e a amputação.

A decisão de 1ª instância julgou o pedido improcedente e o autor apelou. A relatora do processo, desembargadora Márcia Regina Dalla Déa Barone, entendeu que estão configurados o dano, a conduta culposa dos funcionários e o nexo causal entre eles, surgindo o dever de indenizar. "Por mais que não conseguisse se comunicar devido às sequelas de um acidente vascular cerebral, é certo que, como ser humano vivo, o autor sentiu dor, sofreu com a longa internação e os diversos procedimentos cirúrgicos, e submeteu-se a uma amputação. Note-se que a amputação, além dos óbvios danos estéticos, causou ainda outros dissabores aos familiares, já que piorou em muito a já limitada mobilidade do autor, pelo seu frágil estado de saúde." Dessa forma, a magistrada fixou a indenização por prejuízos morais e estéticos em R$ 40 mil. (Jornal da Ordem)

fonte:http://www.jurisconsultaj.com.br/index.php/component/content/article/7-noticias/359-vitima-de-erro-medico-recebera-indenizacao



Caso RITA ,Lembram do caso Rita????

Terça-feira, 12 de abril de 2011


Caso RITA

Lembram do caso Rita????

vamos relembrar...

Atendo a Ritinha, e quero mostrar como está a situação hoje....Desde o inicio do ano...



Justiça bloqueia auxílio de suposta vítima

08/04/2011 15:30

De erro médico porque mãe comprou pão e bolacha..


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Eliane Souza


A Justiça Federal bloqueou o benefício mensal da indenização por dano moral e/ou material para a compra de alimentos e medicamentos de Rita Stephany Ribeiro, a Ritinha. Com o bloqueio, a família está passando por dificuldades, inclusive para manter a continuidade dos remédios e comida especial da moça, que desde janeiro de 2010 passou a viver em estado praticamente vegetativo.
A justificativa da decisão, segundo a mãe de Ritinha, Inalécia de Oliveira, é porque mensalmente tem que prestar contas à Justiça sobre como foi gasto o dinheiro repassado, que soma pouco mais de R$ 3.700,00 – brutos sem descontar os 35% dos honorários advocatícios.
O problema encontrado pela Justiça que levou ao bloqueio do montante foi que a mãe de Ritinha comprou um pacote de pão de forma, pacote de bolacha e fez recarga para celular, esta última aquisição, segundo a mãe, para que pudesse ligar para pedir socorro em caso de urgência, falar com a advogada que está com a causa, entre outras necessidades que, segundo Inalécia, de inteira necessidade para atender Rita. “Pode ser legal a decisão, mas a gente quer então que o juiz retenha o valor destas compras e não tudo. Ela (Rita) só tem comido e tomado o leite especial porque vizinhos, amigos e parentes estão doando”, diz.
Por dia, Rita toma mais de um litro da dieta líquida (Iso Source) que custa R$ 23,00 a unidade e só é vendida por um estabelecimento comercial de Campo Grande. Para economizar, a mãe tem diminuído a quantidade indicada e substituído por suco, mas as frutas para o preparo também estão em falta. “A sorte é um pé de limão do vizinho que acabou “invadindo” nosso quintal. Daí faço suco de limão pra ela, mas é muito ácido para quem tem a debilidade estomacal dela”, lamenta.
Segundo Inalécia, há três meses Rita está sem o auxílio que é pago, via decisão judicial pela Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul , município de Campo Grande, estado de Mato Grosso do Sul e União.
Desde o bloqueio, os acompanhamentos de neurologista, fisioterapia e fonoaudiologia estão reduzidos e os profissionais que atendem Rita estão sem receber por seus procedimentos, pois o dinheiro que o padrastro da moça, Antônio Valdemar Varela, ganha como técnico de oxigêncio (não fixo) que deveria sustentar a família agora é para comprar a dieta líquida e alguns medicamentos de Rititinha, que não estão disponíveis na rede pública de saúde.
Inalécia explica que o valor determinado pela justiça não pode pode ser utilizado para comprar a sonda gástrica, por exemplo, que custa R$ 780,00. Como Ritinha precisava tirar a sonda nasal e sustitituir por esta outra, a família acabou comprando uma bem inferior no valor de R$ 180,00. “Não é a ideal, mas é a que pudemos comprar e ainda com dinheiro doado de um e de outro”, relata.
Com prestações do apartamento atrasadas e correndo o risco do débito ir para cartório e ainda contas de água e luz também com serviços prestes a ser suspensos, a família de Ritinha faz apelos ao juiz federal que tomou a decisão do bloqueio e ainda para que a comunidade faça doações até a situação ser definida positivamente. “Tem dia que não tem alimentação pra Rita, daí grito pra vizinha me dar um pouco de caldo de feijão pra dar pra ela. Tem dia também que não como. Minha outra filha come na escola e o meu marido: falo pra tentar conseguir comer onde presta serviço. Digo pra ele não recusar nem cafezinho porque em casa a situação está difícil”, completa Inalécia.
Durante todo o tempo em que Inalécia recebeu a reportagem do Midiamax na casa da família, se manteve firme e não chorou. Relatou com detalhes o sofrimento desde o dia que a filha entrou para fazer uma cirurgia e nunca mais andou, comeu utilizando as próprias mãos e falou. A garra da mãe de Ritinha é apontada pela vizinha Sebastiana Moreira, que a socorre nas dificuldades.
Mãe e irmã fazem cachecol para tentar suprir o arroz e o feijão
Inalécia e a filha de 13 anos, Kácia Julian, estão fabricando cachecol para tentar conseguir algum dinheiro e, assim, comprar, ao menos, arroz e feijão. A pouca linha de lã foi doada, mas também está acabando. Os valores das peças vão de R$ 10,00 a R$ 35,00. As vendas ainda não começaram porque a mãe não tem tempo de oferecer para clientes.
A arte do tear foi ensinada para Kácia por Rita antes do problema, depois foi a vez da mãe aprender com a filha mais nova.
O caso
A estudante foi internada dia 26 de janeiro de 2010, no Hospital Universitário para fazer um procedimento simples de implantação de cateter para desobstruir o canal da urina. Após a cirurgia, Rita entrou em coma e segundo a família, o caso se agravou com uma parada cardíaca que causou uma hipoxia cerebral. Ela perdeu os movimentos e ficou totalmente dependente da mãe, que trabalhava como esteticista autônoma e agora pensa em voltar a fazer depilagem em casa para tentar suprir necessidades urgentes de alimentos. A família acredita na tese de erro médico.
Contato
Alessandra de Souza
No topo, Inalécia mostra peças de cachecol na esperança de vende-las; embaixo, o antes de Ritinha
Quem puder colaborar com a família de Ritinha pode entrar em contato pelo telefones: 9624-2921 ou 3388-4543 (este último prestes a ter serviço suspenso por falta de pagamento). (Matéria editada as 16h44 para correção do número de telefone).




ERRO MÉDICO OU OMISSÃO?

Quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Familia denuncia erro médico no Hospital Municipal de Imperatriz, a vitima dona Edna foi internada dia cinco de janeiro para uma cirurgia de apendicit,a cirurgia está bem agora o resultado da injeção que foi aplicada nela virou esse problema ai.


Segundo um irmao da vitima, o médico identificado apenas por Vicente, teria receitado um medicamwnto pra dor, porém uma enfermeira pode ter aplicado o medicamento errado. A situação ja está sendo encaminhada a Polícia e a Ouvidoria do Municipio. As fotos foram feitas nesta quinta feira as 15 horas e a denúncia ontem depois da visita do prefeito ao Imperatriz Urgente.

Erros medicos em cirurgias plasticas(pt. 1)

 Reporter Record (19-06-2011)  
Enviado em 21/06/2011

Comunidade Paguei p ser mutilada.

SP Record 14/04/2011 - Erro Medico by Aline parte 3
Enviado em 14/05/2011
 Gravacao realizada no dia 14/04/2011 - Sobre Cirurgia Plastica (mamoplastia) realizada em 2006 e perdeu o bico da mama esquerda a cirurgia foi realizada pelo medico Dr. Alexandre Nunes de Andrade.... em 2011 refez com outro medico Dr. CLaudio Valle e ficou perfeito alem da mamoplastia ainda foi realizada uma lipo no corpo todo e uma rinoplastia com Dr. Iran Sanches. Participe da comunidade Paguei para ser Mutilada e aprenda como pesquisa seu medico e veja historia de vitimas de erro medico.

Erro médico pode ter causado morte

Erro médico pode ter causado morte de jornalista no DF
Enviado em 27/01/2010 
Uma hemorragia grave durante uma lipoaspiração teria causado a morte da jornalista Lanusse Martins. De acordo com o IML, ela teve uma lesão grave causada por instrumento cirúrgico.