terça-feira, 27 de julho de 2021

Preso, Rondon aguarda perícia e decisão definitiva sobre HC

Laudo vai atestar se o ex-médico pode cumprir a sua condenação dentro ou fora do presídio

Por Adriano Fernandes e Marta Ferreira | 24/10/2019 22:09
Rondon chegando ao Centro de Triagem em Campo Grande. (Foto: Paulo Francis)
Rondon chegando ao Centro de Triagem em Campo Grande. (Foto: Paulo Francis)

Preso no Centro de Triagem Anízio Lima, em Campo Grande, desde esta quarta-feira (23) o ex-médico Alberto Jorge Rondon de Oliveira, de 63 anos, aguarda a realização de uma perícia que vai atestar se ele pode ou não cumprir a sua condenação de 13 anos e meio de reclusão por mutilar pacientes, dentro ou fora do presídio. O prazo para a avaliação pericial é de até 30 dias.

Os advogados Fábio Trad Filho e Luciana Abou Ghattas, que defendem o ex-médico, também esperam o julgamento do mérito do habeas corpus que pede a prisão domiciliar do cliente, para definir qual será o próximo passo no processo envolvendo Rondon. O pedido foi negado na última quarta-feira (23), em despacho da desembargadora Elizabete Anache, da 1ª Câmara Criminal do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul).

O ex-médico foi condenado a 13 anos e meio de prisão em regime fechado por lesão corporal a dezenas de pacientes mutiladas em cirurgias plásticas mal sucedidas. Ele foi preso por volta das 12h de ontem, em uma residência na Rua 13 de Junho, no Bairro Monte Castelo. Rondon estava morando em Bonito, a 257 km de Campo Grande, mas estava na Capital para consultas médicas. 

O mandado de prisão foi expedido pelo juiz titular da 1ª Vara de Execução Penal, Mário José Esbalqueiro. Para os advogados o mandado de Esbalqueiro, da 2ª Vara de Execução Penal, é nulo, pois a ordem de prisão deveria ter saído de Bonito. Eles também alegam decisão “ilógica” do juiz, ao mandar o ex-médico para o presídio e, no mesmo despacho, determinar a realização de perícia médica para saber se ele não tem mesmo condições de saúde de ficar encarcerado, como afirma a defesa.

Para justificar a necessidade de Rondon ser mantido em prisão domiciliar os advogados informaram no pedido de habeas corpus, que o cliente tem saúde frágil, diabetes, hipertensão, depressão e ainda índices altos de colesterol e triglicérides.

No texto ao TJ, foi citado ainda o risco de, por ser diabético, o condenado contrair doenças típicas do cárcere, como a tuberculose. Com a negativa da desembargadora, o habeas vai para o julgamento de mérito, por três desembargadores. Antes disso, um procurador do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) será ouvido para dar a manifestação contrária ou favorável ao pedido. Não há prazo para isso.


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Por Marta Ferreira | 28/10/2019 14:55 
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Alberto Rondon é conduzido por corredor que leva à cela 17 do CT. (Foto: Paulo Francis)
Alberto Rondon é conduzido por corredor que leva à cela 17 do CT. (Foto: Paulo Francis)

Preso desde a quarta-feira passada (23 de outubro), o ex-médico Alberto Jorge Rondon de Oliveira, 63 anos, vai passar por perícia médica no dia 12 de novembro, segundo agendamento feito pelo cardiologista Sérgio Cação, nomeado pela justiça para fazer o exame que vai indicar se o condenado tem condições de cumprir pena em regime fechado. A defesa alega saúde frágil e defende prisão domiciliar para Rondon, condenado em última instância a 13 anos e meio de reclusão por mutilar pacientes durante cirurgias plásticas na década de 1990, para as quais não era habilitado.

A realização da perícia foi determinada pelo juiz titular da 2ª Vara da Execução Penal, Mário José Esbalqueiro, em decisão em que ele rejeita a prisão domiciliar e determina a ida de Alberto Rondon para o regime fechado enquanto aguarda a perícia. O magistrado, em seu despacho, diz não ver indícios de gravidade no quadro apresentado, de diabetes 1, hipertensão e descontrole dos índices de colesterol e triglicérides no sangue.

Os advogados do ex-médico, Fabio Trad Filho e Luciana Abou Ghattas, recorreram ao Tribunal de Justiça, mas a desembargadora Elizabete Anache, da 1ª Câmara Criminal, manteve o entendimento do magistrado. Foi a segunda decisão do TJ determinando prisão. Em outro habeascorpus, julgamento definitivamente no dia 22 de outubro, a 2 Câmara Criminal também havia negado o cumprimento de pena em casa.

Podem recorrer – Rondon está na cela 17 do Centro de Triagem Anízio Lima, no complexo penal da saída para Três Lagoas. Os advogados podem tentar uma liminar no STJ (Superior Tribunal de Justiça), e agora avaliam o próximo passo, diante do agendamento da perícia, segundo levantado pela reportagem.

O HC que corre na 1ª Seção Criminal aguarda manifestação do procurador do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) para ser colocado em pauta.

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Defesa alega que saúde de condenado por mutilar mulheres é frágil e tenta pelo menos prisão domiciliar

Por Marta Ferreira | 07/11/2019 16:05
De camisa xadrez, Alberto Jorge Rondon é conduzido para cela do Centro de Triagem, onde está preso em Campo Grande desde 23 de outubro. (Foto: Paulo Francis)
De camisa xadrez, Alberto Jorge Rondon é conduzido para cela do Centro de Triagem, onde está preso em Campo Grande desde 23 de outubro. (Foto: Paulo Francis)

















Por unanimidade, a 1ª Câmara Criminal do TJMS (Tribunal de Justiça) de Mato Grosso do Sul manteve, nesta quinta-feira (7) a ordem de prisão em regime fechado do ex-médico Alberto Jorge Rondon de Oliveira, 63 anos, preso desde 23 de outubro, para cumprir pena por mutilar pacientes, na década de 1990. Os três desembargadores responsáveis pela análise do habea corpus impetrado pela defesa de Rondon votaram com a relatora do processo, Elizabeth Anache.

A defesa do ex-médico tenta, desde o começo de outubro, conseguir decisão para que pelo menos ele fique em prisão domiciliar. A alegação é de saúde frágil, por causa de diabetes e níveis descontrolados de colesterol e triglicérides.

No pedido feito à 1ª Câmara, os advogados Fábio Trad Filho e Luciana Abou Ghattas também alegaram que o mandado de prisão do juiz Mário José Esbalqueiro, da 2ª Vara de Execução Penal, é nulo, pois o cliente tem domicílio em Bonito, a 257 km de Campo Grande e por isso a ordem para prisão deveria ter saído de lá. Também chamaram de “ilógica” a determinação do juiz de mandar Rondon para o presídio e, no mesmo despacho, determinar a realização de perícia médica para saber se ele não tem mesmo condições de saúde de ficar encarcerado, como afirma a defesa. A perícia está marcada para 12 de novembro.

Na decisão monocrática, que foi mantida hoje, a desembargadora Elizabete Anache discordou dos argumentos. Para a desembargadora, os dois atestados médicos anexados não são suficientes para embasar a solicitação da defesa.

Sobre a incompetência do juiz de Campo Grande para expedir a ordem de prisão, a magistrada escreveu que a condenação é de uma vara da Capital, a 3ª Criminal e, além disso, existe um banco nacional de mandados justamente para garantir o cumprimento mais ágil das ordens de prisão.

Com a negativa do habeas corpus, a defesa agora pode recorrer ao STJ (Superior Tribunal de Justiça).


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 Ex-médico condenado a 13 anos de reclusão por mutilar pacientes passou por avaliação que indicará se pode ou não ficar preso

Por Anahi Zurutuza e Clayton Neves | 12/11/2019 08:46
Alberto Jorge Rondon chegando à clínica da Padre João Crippa escoltado (Foto: Clayton Neves)
Alberto Jorge Rondon chegando à clínica da Padre João Crippa escoltado (Foto: Clayton Neves)

Minutos depois que o urologista Jamal Salem, contratado pela defesa para acompanhar a perícia de Alberto Jorge Rondon de Oliveira, de 63 anos, o ex-médico condenado por mutilar pacientes chegou escoltado à clínica na Padre João Crippa, onde passou por avaliação que determinará se pode ou não cumprir a pena recluso. O exame durou cerca de 40 minutos.

Salem deixou o local, por volta das 7h45, dizendo que o paciente não compareceria, sem informar o motivo. “Até cancelei uma cirurgia”. A perícia estava marcada para as 7h.

Rondon, porém, chegou em viatura da Polícia Militar que faz o transporte de presos do Complexo Penal de Campo Grande. Algemado, vestindo calça jeans e camisa branca, e em silêncio, ele desceu do veículo e entrou no imóvel onde fica o consultório do médico Ségio Cação de Moraes, nomeado pela Justiça para a perícia. Ele deixou a clínica por volta das 8h30.

Antes de ir embora, Salem explicou que o resultado da avaliação pode não sair hoje, uma vez que o perito pode pedir exames complementares. Tanto a defesa quando o MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), que faz a acusação, pode nomear médicos para acompanhar o processo. “A perícia responde a questões enviadas pelo juiz. Mas a gente também pode questionar, fazer observações”.

Rondon está preso no Centro de Triagem Anízio Lima. Os advogados Fábio Trad Filho e Luciana Abou Ghattas, que defendem o ex-médico, pediram à Justiça que ele cumpra a pena em prisão domiciliar. O pedido foi negado pela desembargadora Elizabete Anache, da 1ª Câmara Criminal do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul). Falta agora julgar o mérito.

A defesa alega que o cliente tem saúde frágil, diabetes, hipertensão, depressão e ainda índices altos de colesterol e triglicérides. Os advogados argumentam ainda que o ex-médico, por ser diabético, corre risco de contrair doenças típicas do cárcere, como a tuberculose.

Rodon foi condenado a 13 anos e meio de prisão em regime fechado por lesão corporal a dezenas de pacientes mutiladas em cirurgias plásticas mal sucedidas. Ele foi preso por volta das 12h do dia 23 de outubro, em uma residência na Rua 13 de Junho, no Bairro Monte Castelo. Rondon estava morando em Bonito, a 257 km de Campo Grande, mas estava na Capital para consultas médicas.

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Justiça torna definitiva redução de 11 anos de pena contra Rondon por mutilações

 Alberto Jorge Rondon teve pena de 46 anos reduzida para 35 anos em ação por mutilar pacientes em plásticas

Por Silvia Frias | 27/07/2021 14:19  
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Rondon sendo levado ao Centro de Triagem, depois de ter sido preso na casa da filha (Foto/Arquivo: Paulo Francis)
Rondon sendo levado ao Centro de Triagem, depois de ter sido preso na casa da filha (Foto/Arquivo: Paulo Francis)

A Justiça em Campo Grande tornou definitiva a redução da pena do ex-médico Alberto Jorge Rondon de Oliveira, de 46 anos e 460 dias-multa para 35 anos de reclusão em processo por corrupção passiva e sucessivas lesões corporais decorrentes de cirurgias estéticas mal sucedidas.

A sentença inicial foi dada em agosto de 2019, aproximadamente 22 anos depois das cirurgias realizadas na década de 1990. A pena, agora reduzida em 11 anos, refere-se a duas denúncias de corrupção passiva e cinco de lesão corporal.  A defesa, no entanto, entende que ainda pode reduzir ainda mais esta pena, no aguardo de habeas-corpus no STJ (Superior Tribunal de Justiça).

No recurso de contestação, a defesa do ex-médico havia alegado que a magistrada, na sentença, foi acertada em absolver o ex-médico do crime de corrução, pois não foram apresentadas provas na fase judicial, apenas no inquérito. Porém, a condenação da lesão corporal foi baseada em em provas policiais, sem “que nenhuma prova tenha sido produzida em âmbito judicial”.

Também questionou o dolo eventual, em que o acusado não se importa com o resultado das ações. “Onde está a prova segura, acima de qualquer dúvida razoável que de que o apelante se sente indiferente a todo o caos que seus erros por imperícia quiçá possivelmente imprudência lhe causaram?”.

A defesa havia recorrido da sentença e os termos foram acolhidos pela 1ª Câmara Criminal do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) em outubro de 2020, recalculando, sendo reduzida em 11 anos.

A defesa ainda tentou entrar com outro recursos no TJMS e no STJ (Superior Tribunal de Justiça), indeferidos essas esferas. A ação transitou em julgado no dia 24 de junho de 2021 e, em documento anexado no dia 26 de julho, a juíza da 3ª Vara Criminal Eucélia Moreira Casal determinou o pagamento das multas e o arquivamento da ação.

Rondon havia sido preso no dia 23 de outubro de 2019, na casa da filha, no bairro Monte Castelo, para cumprimento de sentença condenatória. Em março de 2021, passou a usar tornozeleira eletrônica, beneficiado com induto especial por conta da pandemia, em prisão residencial. Este ano, o equipamento foi retirado para que ele tratasse câncer de laringe.

O advogado Fábio Trad Filho disse que, embora a Justiça de Campo Grande tenha tornado definitiva a sentença, o recurso no STJ pode reduzir ainda mais a pena e independe deste trânsito em julgado.

Justiça torna definitiva redução de 11 anos de pena contra Rondon por mutilações - Cidades - Campo Grande News

segunda-feira, 19 de julho de 2021

Médica filma impostora chefiando UTIs com nome falso, e suspeita é presa...

A Polícia Civil do Rio prendeu na quarta-feira (14) uma falsa médica que era responsável por duas UTIs (Unidades de Tratamento Intensivo) do hospital particular Prontonil, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A mulher atuava na unidade usando o nome e o CRM de uma médica verdadeira que fez o flagrante e gravou um vídeo com a suspeita.

 19 de jul. de 2021

A Polícia Civil do Rio prendeu na quarta-feira (14) uma mulher suspeita de se passar por médica e ser responsável por duas UTIs (Unidades de Tratamento Intensivo) do hospital particular Prontonil, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A mulher atuava na unidade usando o nome e o CRM de uma médica, que fez o flagrante e gravou um vídeo a expondo.

"Olha aqui pessoal, falsa médica se passando por mim. Bruna Carolina Rodrigues com o meu CRM no hospital particular Prontonil. Vê se pode isso, dentro de uma UTI particular? Médica falsa. Com o meu CRM. Tive que sair do meu trabalho, no hospital São José em Duque de Caxias para cá por denúncia anônima. Falsa médica aqui com meu carimbo", diz a médica no vídeo.

A falsa médica foi identificada como Bruna Carla Oliveira Sozim. Ela foi presa em flagrante e teve a prisão preventiva pedida pelo Ministério Público do Rio de Janeiro. No entanto, a Justiça entendeu que a prisão não era necessária.

falsa médica - Reprodução de vídeo - Reprodução de vídeo
Falsa médica foi flagrada pela verdadeira em Nova Iguaçu
Imagem: Reprodução de vídeo

"No que diz respeito à conversão da prisão em flagrante em preventiva, entende este magistrado que a prisão não se mostra necessária, adequada ou proporcional. A indiciada afirma ter domicílio fixo. Ademais, o crime em tese perpetrado é daqueles sem violência ou grave ameaça, além de que a custodiada é primária", definiu o sistema judiciário.

A Justiça concedeu a Bruna o direito de responder em liberdade e decidiu por medidas cautelares como comparecimento mensal ao juízo e a proibição dela se ausentar da comarca.

Segundo o delegado Celso Gustavo Castello Ribeiro, da Delegacia de Nova Iguaçu, a falsa médica foi presa em flagrante pelos crimes de falsidade ideológica e exercício ilegal da medicina. "Ela já está solta", disse o delegado ao UOL. "As investigações seguem em andamento para apurar outras infrações e/ou envolvimento de outras pessoas".

Procurado, o Cremerj (Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro) disse que "casos relacionados a atuação de falsos médicos são criminosos e devem ser investigados pela polícia".

O órgão ainda reforçou "a importância da verificação da documentação antes de realizar qualquer tipo de contratação, seja para atuar na rede pública ou privada".

Já o hospital Prontonil explicou através de nota que a falsa médica nunca fez parte do quadro clínico da unidade. De acordo com o hospital, um coordenador médico de CTI foi contratado neste mês e o profissional foi o responsável pelas contratações para o setor que foram validadas pela direção.

"Acontece que no dia 14 de julho no período da noite, fomos surpreendidos pela dra. Bruna Carolina Rodrigues nos informando que teria uma falsa médica no plantão de um dos nossos CTIs usando toda documentação dela para atuar como médica plantonista coringa", detalha a unidade.

Ainda de acordo com a nota enviada, o coordenador contratado já havia trabalhado com a médica Bruna Carolina Rodrigues, vítima da falsificação. "Provavelmente o mesmo ficou com toda a documentação dela, passando para essa outra Bruna".

A médica impostora apresentou na delegacia um diploma confirmando que era formada em Medicina na Bolívia e afirmou que ainda não havia conseguido validar a residência médica no Brasil.

"Reiteramos que todas as medidas legais cabíveis já foram tomadas, com queixa-crime contra o médico coordenador, e intensificamos a segurança na entrada de todos os médicos do hospital com acesso eletrônico e digitais", concluiu a direção do hospital.

Outros casos no Rio

Outros três falsos médicos foram identificados neste ano em unidades de saúde no Rio de Janeiro. Em maio, Itamberg Saldanha foi preso por suspeita de dar plantões na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Realengo, na zona oeste. Ele usava a identidade e o carimbo de um médico verdadeiro.

Segundo a Polícia Civil, ele trabalhou em pelo menos 12 unidades de saúde do Rio, onde assinou atestados de óbitos e atendeu cerca de três mil pessoas. Saldanha atendia pacientes com covid-19 e chegou a ser vacinado contra a doença por ser profissional de saúde.

Outro caso foi identificado na UPA do Engenho Novo, na zona norte. Aleksandro Gueivara foi despertou suspeitas após escrever "potaciu" em uma receita em vez do correto, potássio.

Médica filma impostora chefiando UTIs com nome falso; suspeita é presa