quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Jovem é estuprada em clínica para tratamento de obesidade na BA

 25/09/2020 - 16:56

Por: Redação

A família da jovem afirmou ainda que duas delegacias não quiseram registrar o boletim de ocorrência


Uma jovem de 21 anos denunciou ter sido estuprada dentro da clínica onde faz tratamento contra obesidade em Camaçari, cidade da região metropolitana de Salvador. O caso teria ocorrido na noite da última quarta-feira, 23.

Segundo a jovem, que não teve o nome revelado, o autor do ataque foi um homem que também se trata no local.

Em entrevista ao G1, ela contou que assistia a um filme com o rapaz em um dos quartos da clínica, quando foi forçada a fazer o ato sexual.

clínica obesidade
Crédito: Reprodução/TV BahiaJovem denuncia estupro dentro de clínica para tratamento de obesidade

“Estávamos assistindo ao filme, ele tentou me abraçar e eu disse que não queria. Eu levantei, ele também levantou, me puxou, jogou no sofá e deitou em cima de mim. Imagina um homem de 156 kg em cima de você? Eu disse que não queria e ele me estuprou”, contou a jovem.

A jovem contou ainda que conseguiu levantar e pediu ajuda para os funcionários da clínica, que pediram para ela se acalmar, mas negaram o pedido de ajuda para registrar boletim de ocorrência contra o paciente.

Em nota ao G1, a Clínica da Obesidade disse que não sira se pronunciar sobre o caso, a “não for para autoridades competentes, quando são solicitadas”.

A família da jovem disse ainda que que tentou registrar o B.O na 23ª delegacia de Lauro de Freitas e no DP de Abrantes, mas, até a tarde de ontem, não havia conseguido.

A jovem afirmou que faz tratamento há cinco meses na clínica Além dela, a mãe e os dois irmãos também frequentam o local.

O que fazer em caso de estupro?

  • Cuide da sua saúde em primeiro lugar. Antes de se preocupar com as medidas legais é importante receber atendimento médico, se necessário. Existem centros especializados em saúde da mulher que costumam estar melhor preparados para os casos de violência sexual.
  • Chame a polícia ou vá até uma delegacia.
  • Será feito um boletim de ocorrência e você será encaminhada, em seguida, a um hospital para realizar exames e receber medicamentos para prevenir doenças sexualmente transmissíveis (como o HIV), além de receber a pílula do dia seguinte para evitar gravidez, caso já não tenha passado por atendimento médico.
  • O boletim de ocorrência logo após o crime é importante para que seja feito o exame de corpo de delito (realizado por um médico no Instituto Médico Legal — IML). Por essa mesma razão, não é recomendável que a vítima tome banho após o ocorrido, pois isso pode impedir a coleta de algumas provas importantes para a investigação e posteriormente para o processo criminal (ex: identificação da presença de sêmen o que pode auxiliar até na identificação do autor). Além disso, é importante guardar as roupas usadas no momento do crime para coleta de provas. O DNA do autor pode ser coletado destas peças de roupa, por exemplo.
  • Nos casos em que houve o uso de drogas como o “Boa Noite Cinderela” é importante que a vítima faça o Exame Toxicológico (através de exame de sangue e urina) em no máximo 5 dias após a ingestão. O ideal é fazê-lo o quanto antes possível.
  • Nunca se deve culpar a vítima pelo crime cometido contra ela. A culpa jamais será da vítima e pressão de amigos e familiares indagando sobre a roupa, comportamento, postura, circunstâncias corroboram para os altos índices de suicídio entre vítimas de estupro.

Saiba como denunciar um estupro.

BA: Bebe morre após nascer no chão de hospital que negou atendimento

 04/09/2020 - 0:00

Por: Redação

A mulher chegou à maternidade prestes a parir e mesmo assim, somente depois do preenchimento de uma ficha ela pode ser atendida


Uma bebê morreu cinco dias após nascer no chão da maternidade do Hospital da Mulher de Juazeiro (BA) que negou atendimento à mãe grávida que chegou na unidade prestes a parir porque a ficha de entrada precisava ser preenchida primeiro. A recém-nascida teve uma parada cardiorrespiratória. A família acusa o Hospital da Mulher de negligência médica.

bebê hospital atendimento
Crédito: Istock/gevendeBA: Bebe morre após nascer no chão de hospital que negou atendimento

Jessica Ferreira Santos, de 27 anos, teve eclâmpsia (aumento da pressão arterial e convulsão) e está estável internada na UTI. O parto aconteceu no último dia 28, e a mãe estava grávida de 29 semanas.

A irmã de Jéssica, Luana Ferreira Pinto, de 29 anos, contou ao G1 que a grávida  chegou na maternidade em trabalho de parto, mas só foi atendida após dar à luz, sem ajuda de nenhum profissional de saúde. “Chegando lá, eu pedi ajuda porque ela não estava em condições de descer do carro, porque a ‘bebezinha’ já estava encaixada. Eles [funcionários do hospital] me disseram que não tinha cadeira de rodas e nem maca”, contou Luana.

“A recepcionista disse que não tinha como ela entrar direto [para atendimento médico], porque tinha que esperar fazer a ficha”, contou Luana. O marido dela ficou para preenchimento da ficha e Luana com a irmã que sentia muitas dores, agonizando, até que a bebê nasceu ali mesmo, no chão. “Minha irmã chorando e ninguém chegava perto para me ajudar”, disse Luana.

A irmã de Jéssica ainda contou que após muitos gritos, uma mulher que aguardava atendimento, pegou a criança do chão e só depois, dois enfermeiros se aproximaram, cortaram o cordão umbilical da recém-nascida e a levaram para uma sala da maternidade.

Para ver o relato completo de Luana sobre o descaso da maternidade com a mulher, clique aqui.

A Secretaria de Saúde de Juazeiro não se manifestou sobre as reclamações da família de Jéssica. “Infelizmente, nesta segunda-feira, ela teve uma parada [cardiorrespiratória], as manobras de reanimação foram feitas, mas a bebê não reagiu. A secretaria lamenta o ocorrido, e neste momento, se solidariza com a família da criança”, disse na nota.

Família acusa médico de quebrar perna de bebê durante parto no PA

 20/10/2020 - 15:39

Por: Redação

Criança ainda teve uma parada cardíaca durante o parto e precisou ser reanimada


Familiares de um recém-nascido acusam o médico obstetra de ter quebrado a perna de um bebê durante o parto. O caso ocorreu ontem, 19, no hospital da Ordem Terceira, em Belém (PA).

Patrícia Rosário Ferreira, 44 anos, chegou ao hospital com exames que apontavam que o bebê estava sentado e, por isso, não poderia ter parto normal. Mesmo assim, a equipe médica realizou o parto. As informações são do UOL.

“Depois que ela nasceu, falaram para gente que o parto tinha sido difícil e que tinham deslocado a perna dela, mas só depois ouvimos comentários dos enfermeiros dizendo que a perna dela estava quebrada”, contou Valério Lima da Silva, cunhado de Patrícia, ao UOL.

bebê perna
Crédito: DivulgaçãoFamília acusa médico de quebrar perna de bebê durante o parto em hospital de Belém (PA)

A bebê foi transferida para a UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) e entubada.

Em nota, o hospital confirmou que a criança está em observação na UTI. O comunicado traz ainda a versão do médico obstetra responsável pelo parto, dizendo que a paciente evoluiu para parto normal, mas de “difícil extração”.

A nota ainda diz que “durante manobras de parto houve tocotraumatismo [traumatismo causado pelo parto] em quadril direito do feto para possibilitar diminuição do diâmetro do quadril e facilitar sua extração mais rápida, devido ao fato do feto já estar apresentando bradicardia [diminuição da frequência cardíaca]”.

A direção da unidade hospitalar afirmou que confia no seu corpo clínico e que entende que a decisão tomada foi certa para resguarda a vida do recém-nascido e da mãe.

O pai da criança registrou boletim de ocorrência nesta terça-feira, 20. A mãe da criança deve ter alta hoje.

sábado, 26 de setembro de 2020

Pediatra é indiciado por abusar de crianças no consultório e causa revolta entre os pais

 Essa é a segunda vez que o médico é acusado

Médico é acusado de pedofilia  (Foto: Getty Images)

Um médico do Distrito Federal será investigado por abusar dos pacientes. Ele é neurologista especializado em tratar crianças e foi acusado por assediar e violentar meninos durante atendimentos. A polícia federal do DF cumpriu um mandato de busca e apreensão no consultório em que ele atendia.

O profissional é alvo de um inquérito instaurado pela delegacia de proteção à criança e  ao adolescente, são eles que apuram os casos de suspeita de pedofilia. As buscas foram feitas na clínica que fica no fim da Asa Norte e na casa dele.

Os policiais estavam procurando por provas que confirmem as denúncias feitas pelos pais e os depoimentos das vítimas, as crianças que foram abusadas.  Computadores, celulares, HDs e mídias foram levados para perícia investigativa.

Pelo fato do caso ainda não ter sido encerrado e o inquérito ainda esta correndo, o nome do médico acusado de abuso, por crianças, não pode ser revelado, mas segundo o site do Metrópoles, ele era conhecido como uma pessoa de renome, só atendia à consultas particulares, sem convênios, e também era professor da Universidade de Brasília (UnB).

O mesmo homem já tinha sido acusado de molestar crianças em 2013 e 2014, mas os casos teriam sido arquivados pelo Ministério Público e no final de 2018, policiais voltaram a receber as mesmas denúncias contra o neurologista pediátrico e decidiram voltar com as investigações.

Pediatra é indiciado por abusar de crianças no consultório e causa revolta entre os pais – Pais&Filhos

Falso médico preso dopava pacientes antes de estuprá-las, aponta investigação

 

02/07/20 09:12 Falso médico foi preso nessa quarta-feira Foto: Reprodução
Carolina Heringer
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O falso médico Leonardo de Souza Pimentel, de 38 anos, é suspeito de dopar as pacientes antes de estuprá-las em seu consultório localizado na Abolição, na Zona Norte do Rio. O homem foi preso nessa quarta-feira por policiais da 24ª DP (Piedade). De acordo com as investigações, as vítimas sofriam a violência sexual após serem submetidas a procedimentos estéticos.

Segundo informações da Polícia Civil, Leonardo aliciava as vítimas na rua, se apresentando como médico esteticista e oferecia a realização de procedimentos por preços acessíveis. Aos investigadores, as mulheres relataram que durante o procedimento, recebiam injeções e ficam entorpecidas, sem conseguirem se defender ou reagir. Nesse momento, eram vítimas de estupro.

De acordo com o delegado titular da 24ª DP, Alessandro Petralanda, apesar de receberem o sedativo, as mulheres relataram à polícia que não chegavam a ficar desacordadas, por isso conseguiam perceber o que estava ocorrendo, mas não eram capazes de oferecer resistência.

O consultório onde o falso médico atendia
O consultório onde o falso médico atendia Foto: Reprodução

Antes do estupro, o falso médico chegava a realizar os procedimentos estéticos. Segundo as investigações, Leonardo realizava preenchimento facial e labial, aplicava botox e ainda injetava silicone industrial nos glúteos das pacientes.

As investigações começaram no último dia 17, quando uma vítima esteve na delegacia para relatar que havia sido estuprada pelo falso médico durante uma sessão de procedimentos estéticos. A delegacia conseguiu localizar outras duas vítimas de Leonardo. Em seu perfil no Instagram, o falso médico tem 12 mil seguidores. Na conta, ele postava informações e fotos dos procedimentos que realizava.

O falso médico foi indiciado por estupro de vulnerável, exercício ilegal da medicina e crimes contra a saúde pública e teve a prisão decretada pela Justiça. Leonardo foi preso em seu próprio consultório. As investigações da 24ª DP continuam com o intuito de identificar outras vítimas.

Leonardo no momento de sua prisão
Leonardo no momento de sua p

















































































































































Falso médico preso dopava pacientes antes de estuprá-las, aponta investigação
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