quarta-feira, 11 de julho de 2018

Médica acusada de integrar 'bando da degola' de Minas é presa na Grande SP

Ela responde por cinco crimes, entre eles homicídio e ocultação de cadáver



Médica de 31 anos foi acusada de crimes em BH (Foto: Lei Seca Maricá)


A médica Gabriela Corrêa Ferreira da Costa, condenada por participar de assassinatos cometidos pelo "bando da degola”, em 2010, em Minas Gerais, foi presa nesta terça-feira (10) em Diadema, na Grande São Paulo. Ela foi condenada a 46 anos e seis meses por formação de quadrilha, extorsão, cárcere privado, homicídio triplamente qualificado e destruição e ocultação de cadáver.


A prisão foi feita após uma denúncia anônima à Polícia Militar de São Paulo. Quando foi condenada em 2015, a médica Gabriela admitiu saber dos sequestros das vítimas pelo bando, mas negou ter participado dos homicídios.

Mesmo após a condenação, ela respondia em liberdade, mas em junho deste ano, a Justiça de Minas determinou que ela fosse presa para cumprir a pena

A médica foi encaminhada para o 3º Distrito Policial de Diadema.

Relembre o caso

Médica acusada de participar de tortura e assassinato de dois empresarios é julgada em BH

Oito pessoas são acusadas de sequestrar e extorquir os empresários Fabiano Ferreira Moura e Rayder Santos Rodrigues. Após fazer saques e transferências de valores das contas deles, o grupo assassinou os empresários e transportou os corpos no porta-malas do carro de uma das vítimas para a região de Nova Lima, na Grande BH, onde foram deixados. Para dificultar as buscas o grupo decapitou e queimou as vítimas.


Consta ainda na denúncia que os empresários estavam envolvidos em estelionato e atividades de contrabando de mercadorias importadas, mantendo em seus nomes várias contas bancárias, de onde eram movimentadas grandes quantias de dinheiro.

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  • Marcelo
    HÁ 14 HORAS
    Já eu prendia e cumia
    • Girafales
      HÁ 31 MINUTOS
      eu tambem passaria o ferro sem pensar duas vezes
      • Paulo Fernandes
        HÁ 20 MINUTOS
        AIDS e HIV vos aguardam (quando deixarem de ser virgens é claro).


      sexta-feira, 29 de junho de 2018

      Nova fase da operação Pecúlio mira fraudes em plantões médicos em Foz do Iguaçu

      Tribuna do Paraná Publicado em 24 de ago de 2017 Cerca de 80 agentes da Polícia Federal (PF) saíram às ruas de Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná, na manhã desta quinta-feira (24) para cumprir 26 mandados judiciais referentes à Operação Pecúlio, sendo 14 de condução coercitiva, quando a pessoa é levada a depor, e 12 mandados de busca e apreensão em residências e locais de trabalho dos investigados.

      Cerca de 80 agentes da Polícia Federal (PF) saíram às ruas de Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná, na manhã desta quinta-feira (24) para cumprir 26 mandados judiciais referentes à Operação Pecúlio, sendo 14 de condução coercitiva, quando a pessoa é levada a depor, e 12 mandados de busca e apreensão em residências e locais de trabalho dos investigados.
      Segundo a PF, entre os anos de 2014 e 2015 foram incluídos plantões médicos fictícios, que beneficiaram uma empresa credenciada junto à prefeitura de Foz do Iguaçu. As investigações apontam que os valores recebidos indevidamente eram utilizados para complementar a remuneração de agentes públicos – excedendo, em alguns casos, o teto constitucional para servidores municipais – e remunerar pessoas sem vínculo direto com a administração.
      Segundo informações do portal do G1 , entre os alvos da operação de hoje estão o ex-prefeito de Foz do Iguaçu Reni Pereira (PSB) e cinco médicos da cidade.

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      Operação Pecúlio

      Deflagrada em abril de 2016, a Pecúlio investiga um esquema de desvio de recursos públicos na Câmara Municipal e na prefeitura de Foz do Iguaçu. No ano passado, as investigações da PF culminaram com a prisão domiciliar do então prefeito Reni Pereira e a seu afastamento do cargo. Além disso, em dezembro de 2016, foram presos 12 dos 15 vereadores da cidade.
      Somente em algumas obras de pavimentação de Foz do Iguaçu foram constatados prejuízos de aproximadamente R$ 4,5 milhões aos cofres municipais. Segundo a PF, a péssima qualidade do material utilizado nas obras reduzia consideravelmente o tempo de vida útil destas.

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      Cronologia da operação

      1ª Fase – deflagrada em 19/04/16 (84 mandados)
      Operação investiga grupo de pessoas que cometia irregularidades na prefeitura e na Câmara de Foz do Iguaçu-PR.
      Foram alvos o ex-secretário de Tecnologia da Informação, o ex-secretário de Planejamento. O então prefeito de Foz foi levado para depor sob condução coercitiva.
      2ª Fase – deflagrada em 03/05/2016 (sete mandados)
      Novas informações levaram os policiais às portas da Secretaria de Obras. Duas pessoas foram presas preventivamente: o ex-titular da pasta, e o ex-diretor de pavimentação.
      3ª Fase – deflagrada em 21/06/2016 (31 mandados)
      Objetivo: combater irregularidades em processos licitatórios de prestação de serviços na prefeitura de Foz do Iguaçu,
      9 de prisão preventiva de diversos setores da Administração.
      4ª Fase – deflagrada em 14/07/2016 (um mandado de prisão – Prefeito)
      Nesta fase, o Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), em Porto Alegre, decretou a prisão domiciliar e afastamento do cargo do prefeito da cidade. No final de outubro, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogou a prisão domiciliar do prefeito, mas manteve o impedimento político.
      5ª Fase – deflagrada em 15/12/2016 (78 mandados)
      Foram presos 12 dos 15 vereadores da cidade;
      6ª Fase – deflagrada em 16/12/2016 (67 mandados)
      Continuidade aos procedimentos do dia anterior – 5ª Fase.

      terça-feira, 12 de junho de 2018

      Sindicato aprova ato de médica que se recusou a atender bebê por mãe ser petista

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      Como disse o meu velho professor Nilson Lage, tome um remédio para que seu estômago não embrulhe com esta notícia do Diário Gaúcho, do grupo RBS:
      A pediatra que se negou atender uma criança de um ano e um mês, na Capital, porque o menino é filho de uma militante do Partido dos Trabalhadores (PT) teve o comportamento aprovado pelo Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers). Em entrevista ao Diário Gaúcho, o presidente da entidade, Paulo de Argollo Mendes, defendeu a profissional: 
      — Ela tem a nossa admiração — disse Paulo de Argollo, em entrevista ao Diário Gaúcho. 
      O caso ganhou repercussão na semana passada quando Ariane Leitão, vereadora suplente na Capital e secretária de Políticas para as Mulheres do Rio Grande do Sul durante a gestão Tarso Genro, publicou uma mensagem que teria sido enviada pela pediatra Maria Dolores Bressan. 
      No texto, a média explica: “…Tu e teu esposo fazem parte do Partido dos Trabalhadores (ele do Psol) e depois de todos os acontecimentos da semana e culminando com o de ontem, onde houve escárnio e deboche do Lula ao vivo e a cores, para todos verem (representante maior do teu partido), eu estou sem a mínima condição de ser Pediatra do teu filho”. 
      Procurada pelo Diário Gaúcho, Maria Dolores preferiu não se manifestar. 
      – Declarações sobre o caso serão dadas pelo Sindicato Médico — limitou-se a dizer a médica. 
      Ariane denunciou Maria Dolores ao Conselho Regional de Medicina (Cremers). A médica tem 15 dias para apresentar defesa após notificação.
      A seguir, trechos da entrevista do presidente do Simers: 
      Diário Gaúcho – Como que o sindicato vê a atitude da médica?Paulo de Argollo Mendes – É absolutamente ética. O código de ética médico tem um artigo que estabelece como deve se dar a relação entre médico e paciente. Tem coisas muito claras. Por exemplo, se é uma urgência ou se tu és o único médico da cidade, tu atendes e ponto. Não tem condicionais, é a tua obrigação. Tu não és o único médico da cidade e o paciente tem a possibilidade de escolher outros profissionais, daí tu tens que ser honesto, tem que ser leal com o teu paciente. Se tem alguma coisa que te incomoda e que tu achas que vai prejudicar a tua relação com o teu paciente, se tu não vais se sentir confortável, se não vai ser prazeroso para ti atender aquela pessoa, tu deves dizer para ela francamente: olha, prefiro que tu procures um colega. (…)
      Diário – Isso não é comum?
      Paulo – 
      Não. Eu acho que, às vezes, o médico evita de ser muito direto. Acho que essa médica foi extremamente honesta. (…)
      Diário – Ela demostra arrependimento? 
      Paulo – Não. Não tem porque se arrepender. Ela tem que se orgulhar disso. Tem que se orgulhar de ter cumprido o código de ética, ter sido clara, honesta. 
      A um médico como este, só se por dizer: Senhor, o senhor é um doente. Tomou tantas doses de ódio que consegue aprovar e apoiar a discriminação de uma criança de um ano  apenas porque não gosta das ideias da mãe. Quantas doses mais para achar que pode recusar uma criança por que sua mãe é negra, ou pobre, ou índia?
      O senhor pode ter um diploma de médico, mas não tem a alma de um.
      Talvez devesse voltar no tempo e conversar com aquele seu colega alemão, o Mengele, o senhor conhece?