quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Adolescente fica com o corpo paralisado e quase muda após colocar implantes de silicone nos seios

014

 SG Agora Outras Cidades, SG Notícias, Topo


Uma jovem entrou em coma depois de passar por uma cirurgia estética para colocar próteses de silicone.
Linda Perez agora precisa estar sob constante supervisão. Seu corpo tornou-se esquelético e ela simplesmente não consegue falar mais do que algumas palavras. Sua alimentação é feita através de um tubo e ela não pode se mexer. Tudo isso após a cirurgia plástica para aumentar os seios.
A jovem de apenas 19 anos viu sua vida transformada e ouviu dos médicos que nunca mais irá se recuperar, apesar da mãe ter esperanças e acreditar em sua melhora. Recentemente, ela abandonou o tubo que era conectado ao seu intestino e consegue fazer algumas refeições.
Linda sofreu danos cerebrais gravíssimos após o término da cirurgia de aumento mamário. O médico que realizou a operação está sendo acusado de ter ocultado informações importantes no prontuário da paciente.
Ela teria tido uma complicação ao ser anestesiada durante o nascimento do seu filho. Aparentemente, se ela tivesse informado ao médico este incidente, outros cuidados teriam sido tomados para que ela realizasse seu sonho estético.
A família informou ao The Miami Herald que vai entrar com um processo contra o médico que colocou os implantes de silicone. A explicação clínica para o que pode ter acontecido ainda está em andamento.
Linda pagou cerca de R$ 6 mil pelos implantes e o procedimento foi realizado no The Coral Gables Cosmetic Center em agosto de 2013. Oficialmente, a família foi informada que seu coração parou durante a operação e que ela esteve “efetivamente” morta quando foi transportada para o hospital e ressuscitada. Durante este tempo, ela sofreu danos no cérebro por falta de oxigenação.
Ela foi internada no Mercy Hospital. A família contesta a explicação e diz que algo muito errado pode ter ocorrido durante o procedimento.

De acordo com o Departamento de Saúde da Flórida, o Dr. Jacob Freiman, que realizou a cirurgia, tem um currículo impecável e uma ficha limpa na polícia e nos órgãos de saúde dos EUA.
O Dr. Freiman pediu uma investigação mais apurada sobre seu histórico de complicação que foi omitido ao ter feito um parto. Ele afirma que a informação foi ocultada, propositadamente, para que o médico não se recusasse a realizar o implante.

014-1
Reportagem: http://www.jornalciencia.com/saude/corpo/3489-adolescente-fica-com-o-corpo-paralisado-e-quase-muda-apos-fazer-implante-de-silicone-nos-seios

Adolescente fica com o corpo paralisado e quase muda após colocar implantes de silicone nos seios - SGAgora
Fonte: DailyMail Foto: Reprodução / DailyMail

COMENTÁRIOS   

0#8 Cristina 12-02-2014 08:48
Meu Deus cuida dela faz ela FC bem de novo please
Citar | Reportar ao administrador
0#7 ela irá se recuperar 12-02-2014 02:43
ela irá se recuperar
Citar | Reportar ao administrador
0#6 miaumaiaumiaumiau 08-02-2014 10:57
Coitada, por causa de uma simples vaidade, perdeu tudo!!!!
Citar | Reportar ao administrador
+1#5 Luiz Rasiel 05-02-2014 17:08
:sad: Se eu não fosse ateu diria que isso é castigo divino, a mulher era uma gata, mas a vaidade dela falou mais alto...
Citar | Reportar ao administrador
0#4 Marta 05-02-2014 13:23
:cry: A vida é frágil, sempre por um fio e pessoas se importando com bobagens.
Citar | Reportar ao administrador
#3 adriana lima 04-02-2014 14:20
as vezes o caminho qui parece ser o mais facil e na verdade o mais dificil.
Citar | Reportar ao administrador
+1#2 vanusia cordeiro lim 04-02-2014 14:03
todas as mulheres deveriam ver essa reportagem.
Citar | Reportar ao administrador
+1#1 jo 04-02-2014 09:50
Meu Deus, quanta vaidade, gente! Essa moça não precisava de cilicone. Ela tinha o corpo bonito e os seios eram proporcionais. LANO KNOBLAUCH

Ginecologista diz que paciente quis fazer sexo no consutório, pois era esquecida pelo marido

// Postado por Pedro Koblitz
Imagem1
Na Inglaterra, um tribunal ouviu que uma mulher, que afirma ter sido seduzida por seu ginecologista sobre a mesa de exame. Mas a história parece ser outra. Era ela quem estava subindo pelas paredes, pois não transava com o próprio marido, que a traiu.
Assim,  Bibi Giles, 50 anos, se encantou com o Dr. Angus Thomson, 40. Ela começou a insinuar minutos depois de o médico tê-la levado a dois orgasmos seguidos com um simples exame de toque. Ao longo dos seis meses seguintes, Bibi bombardeou o médico com vários telefonemas e mensagens. Numa delas, o texto dizia: “A chegada das novas necessidades batizada com a linguiça da carne de Angus”, seja lá o que isso signifique, por mais que se possa imaginar.
Sr. Thomson ficou irado ao receber o texto. Pior: uma enfermeira leu para ele pois suas mãos estavam ocupadas. Giles alegou que foi um “erro lamentável” e colocou a culpa em um amigo. Ela quer R$ 150 mil pelo abuso sexual no Hospital Droitwich Spa em 2006.
Segundo ela, durante um exame de acompanhamento, em novembro, ele acariciou sua vagina com ritmo, obrigando-a a ter dois orgasmos involuntários em 90 segundos. Pouco antes do procedimento, ele também foi acusado de ter beijada a paciente. No meio do julgamento, ela se abriu aos prantos no tribunal, gritando: “Este homem é absolutamente mal. Ele se aproveitou de mim e ele sabe disso.”
No entanto nem Gilles, nem seu marido Peter que sabia sobre os orgasmos, quiseram se dar ao trabalho de procurar outro ginecologista. Thomson nega tudo e diz que além do episódio dos orgasmos nada aconteceu embora ela tenha lhe enviado um monte de presentes como gravatas caras e jóias, que apresentou como evidência. Ele diz ainda que ela disse não estar fazendo sexo com o marido por conta de uma infidelidade e queria que ele fizesse muito sexo com ela.

» 1 Comentário

  1. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    serwe — 10.03.11 @ 17H24M

Jovem "quebra" posto de saúde ao saber que médico dormia há três horas

Médico idoso é preso suspeito de estuprar pacientes na Grande BH

Ginecologista teria feito sete vítimas; uma delas estava grávida


Médico atendia em cidades da Grande BH
Médico atendia em cidades da Grande BHReprodução / RecordTV Minas
Um médico ginecologista, de 70 anos, foi preso, em Belo Horizonte, suspeito de estuprar, pelo menos, sete pacientes no Estado. De acordo com as investigações, ele se aproveitava da consulta médica — um momento em que as vítimas estavam vulneráveis — para abusar delas.
Saulo Andrade Oliveira atendia em um hospital particular com unidade em várias cidades da Grande BH e em três postos de saúde da prefeitura de Betim, também na região metropolitana. Durante as investigações, a polícia apurou que várias denúncias informais sobre a conduta dele nas consultas foram feitas nesses postos. Em um deles, depois de tantas reclamações, a gerência só permitia que o ginecologista atendesse na presença de uma técnica de enfermagem.
Desde 2008, sete mulheres procuraram a polícia para denunciar que foram vítimas do médico. Foram dois registros em Nova Lima, dois em Belo Horizonte e três em Betim. Uma das vítimas estava grávida e teria sido abusada durante uma consulta de pré natal.
Segundo a Polícia Civil, Oliveira vai ser autuado por violação sexual mediante fraude. A pena pode chegar a seis anos de prisão para cada crime cometido. A delegada Cristiane Oliveira, responsável pelo caso, acredita que novas vítimas do ginecologista podem aparecer.

Médico receita soro para bebê e criança morre no dia seguinte na Grande BH




Mãe afirma que a criança teve alta mesmo com diagnóstico de infecção no intestino



Bryan, de quatro meses de vida, morreu na UPA de Vespasiano
Bryan, de quatro meses de vida, morreu na UPA de VespasianoRecord Minas
Um bebê de quatro meses morreu um dia após ter sido avaliado por um médico da UPA (Unidade de Pronto-Atendimento) de Vespasiano, na região metropolitana de Belo Horizonte. 
Segundo Mariana Cardoso, mãe da criança, o menino estava com um quadro de diarreia e, após exames, o médico da unidade constatou que ele tinha um quadro de infecção no intestino. Apesar disso, o bebê teve alta e o médico teria receitado que a mãe desse soro ao filho.
— Ele mandou eu dar um banho no meu filho e disse que ia me dar alta. Ele também falou que ia receitar soro para o meu filho beber e um remedinho.
Mas, no dia seguinte, Mariana precisou retornar à UPA o estado de saúde do bebê tinha piorado. No entanto, a quadro da criança já era grave demais.
— Até o momento que eu vi, eles estavam colocando ele no oxigênio e no soro. A enfermeira ainda chegou e perguntou pra mim: 'porque o seu filho estava tomando soro na veia? Ele não poderia estar tomando soro líquido via oral.'
Conforme a UPA, a criança teve alta porque respondeu bem aos medicamentos. No entanto, no dia seguinte, ele apresentava grande quantidade de leite nos pulmões, o que pode ter agravado o  quadro e levado o bebê a óbito. 
— Eu perdi meu filho. Aquele médico matou meu filho. Nunca mais vou ver meu filho.

Com média de 17 casos por mês, vítimas de erro médico em MS reclamam de punições

Com média de 17 casos por mês, vítimas de erro médico em MS reclamam de punições

O presidente da Associação de Vítimas de Erros Médicos de Mato Grosso do Sul (Avem), Valdemar Moraes de Souza, reclamou nesta segunda-feira (25) da apuração nas denúncias de erro médico feita pelo Conselho Regional de Medicina de MS. "Os casos de erro médico no estado precisam ser melhor investigados, aumentando as punições quando necessário", disse.
Segundo Valdemar, desde julho de 2007, data de fundação da Associação, até os dias de hoje, a Avem registrou 406 casos de vítimas decorrentes de erros médicos. Apesar da média de uma reclamação a cada três dias, os dados oficiais do Conselho têm ainda mais casos. Somente neste ano, já são 133 denúncias registradas no órgão.
Mesmo assim, os pacientes acham que as punições são poucas. “Não temos nada contra o CRM, mas tenho certeza que a partir do momento que eles aumentarem as punições, a sociedade terá um bom retorno e os erros diminuirão”, propõe Valdemar.
O presidente do Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso do Sul (CRM-MS), Juberty Antônio de Souza, nega que faltam punições. “Toda denuncia feita no CRM é apurada, exceto as anônimas. Os processos abertos ocorrem da mesma forma como na esfera criminal, onde todos os envolvidos são chamados e investigados, nenhum caso passa despercebido, se for verificado irregularidade, é aberto um processo ético, se não, ele fica arquivado”, explica.
Segundo o médico, só no ano passado de janeiro a dezembro 207 denúncias foram feitas ao CRM, das quais em 54 os acusados receberam punições leves, como advertências confidenciais, suspensão da atividade por 30 dias ou censura pública.
Apesar do alto número de denúncias, Juberty conta que apenas um caso em 2010 levou à cassação do exercício médico. Ele se refere ao caso do médico Marcus Vinicius Carreira Bentes, major urologista acusado de abusar sexualmente de uma paciente durante uma consulta no Hospital Geral de Campo Grande, o Hospital Militar.
A Associação das Vítimas diz que os casos não param de surgir, e a opção é ir diretamente à Justiça. A Avem-MS jã prepara uma ação contra o Hospital Evangélico de Dourados depois que um recém-nascido apresentou uma perfuração no esôfago, logo após o parto, em uma cirurgia realizada há pouco mais de 30 dias.
Depois do parto, a criança sofreu paradas cardiorrespiratórias e a família encaminhou a menina às pressas de avião na última quarta-feira (20) até o hospital El Kadri em Campo Grande, onde a perfuração do esôfago foi constatada.
“Os casos mais graves nem levamos ao CRM, pois a punição deles não tem validade, é um corporativismo muito grande, isso prejudica o processo, dificilmente um médico será punido, hoje, só casos gravíssimos como o caso Rondon, são resolvidos em parte. Eles abrem sindicâncias, fazem tudo judicialmente correto, e depois a vítima recebe em casa uma carta dizendo que o processo foi arquivado. Para nós da associação, o CRM deixa muito a desejar”, critica Valdemar.
Mais perigoso que avião
Um outro caso apurado pela Avem é o de Patrícia Dias Bardela, de 19 anos. Há cerca de 25 dias, o filho dela nasceu morto após uma cirurgia realizada na Santa Casa de Campo Grande. Patrícia contou a Avem-MS que fez o exame pré-natal no posto de saúde da Vila Sílvia Regina, região Oeste da Capital, mas o médico não a orientou a fazer sequer um ultrassom.
Ao sentir contrações, ela foi até o mesmo posto, que fica perto de sua residência e rapidamente foi encaminhada para a Santa Casa, porém de forma incorreta, sem haver os devidos registros para o encaminhamento. Devido ao fato, ela precisou aguardar por mais tempo, e com isso, acabou perdendo o bebê. Ao realizar a cirurgia, ele foi retirado morto da barriga da mãe. Segundo o presidente da Avem, a associação apura o caso com ajuda da Justiça.
Risco mundial
Nesta última quinta-feira (21) a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que ir a um centro médico é mais arriscado do que viajar de avião. Segundo a pesquisa da Organização, milhões de pessoas morrem todos os anos em decorrência de erros médicos e infecções adquiridas em hospitais, e o risco de um passageiro morrer numa viagem aérea é de cerca de um em dez milhões de pessoas, enquanto a chance de ser vítima de um erro médico é de uma em dez.
TÓPICOS