terça-feira, 1 de março de 2016


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Homem tem crise de pressão alta e morre a espera de ambulância do Samu em BH

Do R7
22/3/2015 às 15h40 (Atualizado em 22/3/2015 às 16h00)
Lúcio Gonçalves Pereira, de 51 anos, morreu porqueRecord Minas
Um homem morreu por falta de socorro médico em Belo Horizonte. Lúcio Gonçalves Pereira, de 51 anos, sofria de hipertensão e morreu durante uma crise de pressão alta no início desta semana no bairro Vista do Sol, região nordeste da capital mineira. 
Segundo Natanael Prudêncio, dono da farmácia onde Pereira esteve medindo a pressão, foram mais de 30 ligações para o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). Mas, a ambulância teria demorado 1h30 e o paciente não resistiu à crise. 
— Em média foram entre 30 e 40 ligações para o Samu. Mas não adiantou.
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Pereira teria começado a passar mal no início da manhã e, segundo Prudêncio, estava com a pressão em 20 por 11. Na volta para a casa, ele teria passado mal e caído no meio de rua, sendo amparados por pessoas que passam no local. 
Moradores da região tentaram reanimar Pereira por cerca de 40 minutos, mas ele não resistiu. Quando finalmente a ambulância do Samu chegou ao local, ele já estava sem vida. 
A Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte confirmou a demora no atendimento e informou que não havia nenhuma unidade de resgate disponível para atender a vítima. Além disso, o órgão informou também que, a caminho do local, a ambulância estragou e outra teve que ser deslocada.
Em casos de crise de pressão alta, a recomendação é de que o paciente receba atendimento médico em até 15 minutos. Dessa forma, o quadro pode ser revertido.

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Samu demora para chegar e jovem morre à espera de atendimento

22 / 01 / 2016 | 08h02
SIMONE QUEIRÓS

Vítima tinha 24 anos e sofreu um mal súbito. Ele aguardou mais de 50 minutos para ser socorrido

Jovem trabalhava com o pai em uma empresa
de locução publicitária
Jorge Willian dos Santos, de 24 anos, sofreu um mal súbito na rua e morreu à espera de atendimento em Vicente de Carvalho, Guarujá. Ele aguardou mais de 50 minutos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) antes de ser levado até um pronto-socorro em um carro particular. O pior: estava próximo de uma unidade de saúde onde havia uma ambulância parada.
O fato ocorreu na última quarta-feira (20), quando ele caminhava pela Rua Capitão Lessa, no Parque Estuário, e caiu na calçada após sentir-se mal. O Samu foi acionado, mas depois de 20 minutos, como o serviço não chegava, um conhecido foi de moto até a UPA São João, que fica pouco mais de um quilômetro distante, para pedir socorro.
“Em menos de três minutos ele chegou ao pronto-socorro. Ali tinha uma ambulância parada, mas ele foi informado de que ela não poderia sair dali e que só o Samu poderia atender a ocorrência”, disse ontem, durante o velório, o pai de Willian, Jorge Amâncio dos Santos, que estava indignado.
Segundo Amâncio, 40 minutos ainda se passaram sem atendimento. “Nisso, uma moça passou na porta da minha casa e disse que meu filho estava caído na calçada. Eu já pressenti que alguma coisa ruim tinha acontecido. Cheguei, e meu filho já estava sem vida. Decidi colocar ele no carro e levei até a UPA São João com a esperança que pudessem ressuscitá-lo, mas já era tarde”.
Depois, Amâncio soube que a ambulância só apareceu no local 50 minutos depois. “A saúde no Guarujá está um caos, está em colapso”. Willian tinha feito uma cirurgia de coração aos 5 anos e fazia acompanhamento frequente. Nos últimos dias, teria se queixado de cansaço ao subir escadas.
“Creio que, se meu filho tivesse recebido atendimento, poderia ter tido uma chance de sobreviver. Houve negligência por parte da Secretaria de Saúde de Guarujá”, acusa.
Familiares disseram que Willian adorava tocar bateria e saxofone. Ele trabalhava com o pai em uma empresa de locução publicitária. “Ele era meu braço direito”, conta Amâncio. Willian deixa mulher e dois filhos, de 5 anos e 3 meses. 
Prefeitura
A Prefeitura de Guarujá informou que a central de regulação para atendimento do Samu fica em Santos. A Secretaria de Saúde apura o chamado e o atendimento.
“A ambulância municipal que estava na unidade atendia a remoção de um paciente para internação. Esse tipo de veículo só está apto para esse tipo de transporte e não ao atendimento de urgência, como o Samu”, informou, em nota. “(...) Todos os fatos ocorridos em relação ao atendimento ao paciente estão sendo apurados”.

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04/08/2015 -- 10:43
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Homem morre após esperar ambulância do Samu por mais de duas horas

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Surgerir Pauta

Um homem de 40 anos morreu nesta segunda-feira (3), em Londrina, após sofrer um mal súbito e não ser atendido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Ernestino de Andrade Junior sofria de Doença de Chagas e morava no Jardim Santo André, zona norte. 

Os familiares da vítima ligaram para o 192 por volta das 18 horas, após vê-la passar mal. Como a ambulância não chegava, os vizinhos discaram para o número novamente e descobriram que o primeiro pedido não havia sido registrado. A esposa dele, Hilda Andrade, lamentou o descaso do serviço. "Os vizinhos vieram, mas não tinham como colocá-lo no carro. Tentamos fazer de tudo, todo mundo tentou, mas o Samu não veio e falou que não fizemos o pedido da ambulância", contou, em entrevista à CBN Londrina. 

Após duas horas de espera, Junior morreu. O carro da Administração de Cemitérios e Serviços Funerários de Londrina (Acesf), inclusive, chegou antes da ambulância. "Não tenho nem como descrever, estou em estado de choque. Não tenho como falar o que estou sentindo. Não caiu minha ficha. É muita humilhação. Tiraram tudo de nós, até a dignidade", desabafou a viúva. 

A Secretaria Municipal de Saúde informou, em nota enviada à imprensa no início da noite desta terça-feira (4), que vai instaurar procedimentos administrativos para apurar se houve falhas no protocolo de atendimento ou execução feito pelo SAMU. A pasta também afirmou que o episódio será analisado com prioridade. Caso sejam constatadas irregularidades, os responsáveis estarão sujeitos às penalidades previstas no Estatuto do Servidor. 

Ainda de acordo com a nota, na noite de segunda (3) havia seis ambulâncias disponíveis para atendimento à população. 

(matéria atualizada às 19h)
(Redação Bonde)
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