Família de paciente morta em procedimento estético reclama que médica processada continua atuando
Do R7
12/2/2015 às 00h10
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A família de Sueli de Oliveira, de 37 anos, reclama que a médica responsável peloprocedimento estético que resultou na morte da vítima continua atuando. A supervisora de vendas foi atendida dentro do apartamento da profissional em novembro de 2013, em Moema, zona sul de São Paulo
Uma mulher de 37 anos morreu após injetar acrílico nos glúteos, para deixá-los mais bonitos. A vítima fez o procedimento no apartamento de uma médica e a substância é proibida pela Anvisa para a realização de cirurgias plásticas.