quinta-feira, 22 de maio de 2014

Notícias sobre erro médico

Notícias e reportagens

Registros de erros médicos crescem 52% entre os anos de 2010 e 2011

11/05/2012 12h22 - Atualizado em 11/05/2012 13h21

Números saltaram de 261 para 397 entre um ano e outro.
Só em 2012 são 254 processos registrados.

Do G1 Campinas e Região

O número de denúncias de erros médicos cresceu 52,10% em 2011, em relação ao ano anterior. Os dados são do Superior Tribunal de Justiça (STF). Os registros saltaram de 261 para 397. Mas em 2012 os casos registrados somam 254 processos. E não são apenas médicos que respondem aos inquéritos, enfermeiros e auxiliares também estão elencados.
Aumentam as denúncias por erro médico no Supremo Tribunal Federal (Foto: Reprodução EPTV)Aumentam as denúncias por erro médico no Supremo
Tribunal Federal (Foto: Reprodução EPTV)
Pode ter sido erro médico a causa da morte de uma mulher de 29 anos em Indaiatuba, em abril deste ano. Ela recebeu suplemento alimentar em vez de medicamento pela sonda ligada ao coração da paciente.
A família do agricultor Elizeu Gomes da Luz também sofreu com a possível falta de atenção da equipe médica. A filha dele nasceu prematura e ficou por dois meses na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Em uma das visitas, a mãe percebeu que a ponta de um dos dedos estava roxa. Dias depois, a menina perdeu a ponta do dedo.
“Não foram os médicos que informaram, foi minha esposa que viu. Daí os médicos disseram o que aconteceu”, afirmou o agricultor.
A caixa de lotérica Tailane Gabriela Peixoto Gaio acredita que os médicos erraram no nascimento de seu filho. A criança nasceu pelo parto por fórcipe, em que um instrumento médico é usado para puxar a criança.
Ela disse que pediu parto por cesárea, mas que os médicos não fizeram. Após o nascimento a operadora de caixa alega que ficou com uma consequência. “ Sinto dores na perna se fico muito tempo em pé com a criança no colo”, disse ela.
O bebê ainda ficou com a marca na cabeça do instrumento usado na cirurgia por fórcipes.
Para o professor de ética da Faculdade de Medicina da Unicamp, Flávio César de Sá, a má formação, a rotina atribulada e a falta de estrutura para os profissionais são causas de erros médicos tão absurdos.
“Oitenta e cinco por cento dos processos contra médicos não aconteceriam se tivesse ocorrido uma boa comunicação entre os médicos, pacientes e familiares”, disse o médico.
Segundo ele, em alguns casos, após um procedimento médico o paciente pode ter alguma consequência, e isso não seria um erro médico e deve ser comunicado antes dos procedimentos.
O Conselho de Medicina faz um exame não obrigatório com estudantes de sexto ano. E os resultados preocupam. Quarenta e seis por cento foram reprovados em 2011. Nas respostas erradas, 51% são de saúde pública, obstetrícia 46%, clínica médica, 45,5% e pediatria 41%. Os estudantes apresentaram desconhecimento no diagnóstico e tratamento para infecção de garganta, meningite e sífilis.
 G1 - Registros de erros médicos crescem 52% entre os anos de 2010 e 2011 - notícias em Campinas e Região

Mensagem revela medo de dançarina antes de cirurgia e morte no Rio

20/05/2014 05h45 - Atualizado em 20/05/2014 12h11

'Fui no médico hj. Vou ter q refazer tudooo' (sic), disse ela, em mensagem.

Mary Morena, de 26 anos, morreu após fazer lipo e trocar silicone na sexta.

Lívia TorresDo G1 Rio
Primeira foto que Thamy e Mari tiraram juntas, em 2012 (Foto: Thamires Bastos / Arquivo Pessoal)Primeira foto que Thamy e Mary (dir.) tiraram juntas,
em 2012 (Foto: Thamires Bastos/Arquivo pessoal)
Semanas antes de se submeter a uma cirurgia de lipoaspiração na barriga e à troca de um implante de silicone nos seios, a dançarina de funk Zulmariana Chareet Oliveira, conhecida como Mary Morena, revelou em mensagens a uma amiga que estava preocupada com os procedimentos. Mary morreu na sexta-feira (16) após a cirurgia estética em um centro médicona Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.
Aos 26 anos, a busca pela perfeição e a insatisfação com o corpo fizeram a dançarina recorrer à cirurgia plástica. Amiga de Mary e líder do grupo MC Thamy e as Delícias, do qual a vítima participava, a funkeira Thamires Bastos mostrou ao G1 na segunda-feira (19) algumas mensagens de texto trocadas por celular com a colega. Nos SMS, a dançarina aparentava estar com medo.

"Fui no médico hj. Vou ter q refazer tudooo :( . To muito nervosa. E triste (sic)", escreveu Mary. Questionada por Thamires, a vítima detalhou os procedimentos que seriam refeitos. "Tá triste Pq mona? (sic)", perguntou a amiga. "Pq sim...vou ter que fazer tudo denovo...abdominoplastia [cirurgia no abdômen] mamoplastia [cirurgia nos seios]. Ele disse q so mexeria em mim se fosse para fazer tudo denovo (sic)"', relatou a dançarina.
Em outra troca de mensagens entre as amigas, Mary explicou o motivo de ter deixado o grupo de funk e falou sobre a insatisfação com o próprio corpo. "Thamy nao tem como eu firmar compromisso com vc agr [agora]. Eu nao vou pegar uma responsabilidade e nao poder cumprir com o compromisso...eu quero e vou voltar a dançar mas nao agr. Nao to feliz com o meu corpo. Espero q d coração não fique p... comigo pois estou jogando limpo com vc. Bjs (sic)", escreveu.
Troca de mensagens no celular (Foto: Lívia Torres / G1)Troca de mensagens entre Mary Morena e a
funkeira Thamires Bastos (Foto: Lívia Torres/G1)
Uso de anabolizante
O médico Luiz Antônio Lima, responsável pela cirurgia, afirmou que Mary teria omitido dados importantes antes do procedimento estético. Segundo o profissional, a funkeira havia feito uso de anabolizantes e de medicamentos termogênicos [utilizados para potencializar o emagrecimento durante exercícios físicos], além de ter injetado silicone nos glúteos e nas coxas – sem contar nada ao cirurgião nas consultas pré-operatórias.
Segundo Lima, não é possível afirmar que as substâncias ingeridas pela dançarina antes da cirurgia ou as injeções de silicone tenham sido a causa da morte, mas existe essa "possibilidade". De acordo com o médico, a operação aconteceu dentro do esperado, e a paciente chegou a sair do centro cirúrgico para conversar com familiares. Cerca de 5 horas depois, porém, ainda no leito de recuperação da pós-anestesia, Mary começou a apresentar "hipotensão (pressão baixa) e bradicardia (frequência cardíaca baixa). O enfermeiro, então, chamou o anestesista e eles começaram a fazer o atendimento de socorro. "Ela foi entubada, desfibrilada e recebeu medicação para aumentar os batimentos, mas não resistiu", contou o cirurgião.
Amiga contesta versão
A colega Thamires, que também havia marcado cirurgia com o médico, contesta a versão de Lima. "Ela fez uso de estigor [anabolizante] há muito tempo. Inclusive, eu conheço uma menina que fez a operação com ele, usa anabolizante e não deu nenhum problema. Ele está querendo tirar a responsabilidade dele porque ela não tem como se defender", afirmou a jovem.
Thamires contou que conheceu a amiga há três anos, pela internet. Segundo a funkeira, as duas procuraram o cirurgião plástico juntas e tinham boas referências dele, como disse a dançarina na mensagem de áudio abaixo, enviada por telefone (ouça).
"Foi o mesmo cirurgião que operou a Marcely Ferrari. Vi agora aqui no bate-papo. Porque, mês passado, eu tinha perguntado a ela qual era o cirurgião dela, se ela tinha o número. Ela falou que o número ela não tinha, mas que o nome era Luiz Fernando Correia de Lima", disse, confundindo o nome do médico. "Aí eu joguei agora no Google, e é o mesmo cirurgião da Neidinha, da Cristine Flantista, da Maísa. É aquele que eu fui ontem. Pô, mais uma pessoa que fez com ele e ficou maneiro (sic)", disse Mary na mensagem de voz enviada pelo aplicativo de celular WhatsApp.
Mensagem trocada entre Thamy e Mary (Foto: Lívia Torres / G1)Mary diz a Thamy que vai parar de dançar porque
está insatisfeita com o corpo (Foto: Lívia Torres/G1)
Causa 'desconhecida'
A direção do Centro Médico da Barra, onde foi feita a cirurgia de Mary, informou no domingo (18), por meio de nota, que a causa da morte da jovem ainda é desconhecida e que o médico responsável não integra o corpo clínico da unidade. Segundo a instituição, Lima seria locatário do centro cirúrgico para a realização de procedimentos em seus pacientes.
De acordo com o comunicado, o centro médico adotou todos os procedimentos necessários e ofereceu toda a infraestrutura para o socorro da vítima. O documento ressaltou, ainda, que a unidade tem todos os equipamentos para atendimento de emergências.

"É importante registrar que, além de contar com todos os equipamentos necessários para o atendimento de emergências e o ressuscitamento de pacientes, a clínica ainda mantém com o Hospital Cardiobarra, localizado na mesma rua, em frente, um contrato de prestação de serviços para a remoção de pacientes quando necessário. No entanto, é importante lembrar que, no momento de ocorrências como a registrada com Zulmariana [Mary], a prioridade deve ser para o atendimento da paciente e para a sua estabilização, para só então proceder com a remoção", informou a nota.
Enterro
O corpo da dançarina de funk foi enterrado às 11h45 de domingo, em Ricardo de Albuquerque, no Subúrbio do Rio. O namorado de Mary, Wallace Valadares, disse que ia pedir a jovem em casamento no dia do aniversário dele, em 6 de julho.
"O tempo todo ela estava sorrindo, a gente brigava e voltava sempre muito bem. Na verdade, ela estava sempre sorrindo para a vida. A gente tinha planos de casar. Eu já estava vendo as alianças, ia ser uma surpresa para ela. A gente ia comprar uma casa juntos, já tínhamos o dinheiro guardado", revelou.
Thamires Bastos é integrante do grupo que Mary Morena Dançava (Foto: Lívia Torres / G1)Thamires é líder do grupo em que Mary dançava e pretendia fazer a mesma cirurgia (Foto: Lívia Torres/G1)
Namorado é amparado por amigos e familiares no enterro de Mary Morena (Foto: Urbano Erbiste / Agência O Globo)Namorado é amparado por amigos e familiares no enterro de Mary Morena (Foto: Urbano Erbiste/Agência O Globo)
G1 - Mensagem revela medo de dançarina antes de cirurgia e morte no Rio - notícias em Rio de Janeiro

Médica nega fraude para retirada de rins de pacientes vivos


Três médicos de Taubaté são acusados de extrair rins das vítimas ainda vivas para usar em uma rede de transplantes, usando diagnósticos falsos

iG São Paulo | 
AE
O médico Pedro Henrique Masjuan Torrecillas é um dos acusados do crime
A médica Gilzélia Fernandes Batista foi a primeira a ser ouvida no julgamento do caso Kalume , no qual três médicos de Taubaté, cidade do interior de São Paulo, são acusados de terem provocado a morte de quatro pacientes entre setembro e dezembro de 1986. Segundo a acusação, eles usavam diagnósticos falsos de morte encefálica para extrair os rins dos pacientes vivos e utilizá-los em uma rede de transplante de órgãos. Na época, a médica era responsável pelo departamento que armazenava os prontuários do hospital onde faleceram as pessoas citadas no processo.
"Não houve sumiço de documentos e não tenho conhecimento de alterações nos prontuários", disse. Gilzélia contou que, por causa da repercussão do caso, guardou os prontuários em um cofre de materiais radioativos, no subsolo do hospital, onde funcionava o serviço de radioterapia.
A enfermeira Rita Pereira foi a segunda testemunha a depor nesta segunda-feira, no julgamento que teve início às 9h30. O terceiro a ser ouvido foi o médico Roosevelt Sá Kalume, que na época era diretor da Faculdade de Medicina de Taubaté, e foi quem denunciou o caso ocorrido há 25 anos, quando acusou uma equipe de médicos do antigo Hospital Santa Isabel da retirada de órgãos de pacientes. Segundo ele, as cirurgias foram realizadas sem autorização, sempre durante a noite e pelos mesmos médicos.
O julgamento pode demorar mais que os dois dias previstos inicialmente, já que foram ouvidas, até às 16h, apenas três das 17 testemunhas relacionadas no processo. Segundo informações do Fórum Central de Taubaté, a sessão de hoje será encerrada às 19h e retomada terça-feira (18) pela manhã.
O caso
Os médicos Pedro Henrique Masjuan Torrecillas, Rui Noronha Sacramento e Mariano Fiore Júnior são acusados de quatro homicídios dolosos contra os pacientes Miguel da Silva, Alex de Lima, Irani Gobo e José Faria Carneiro. Depois da operação, o neurocirurgião e legista Fiori concluía como causa da morte exclusivamente as lesões cerebrais experimentadas pelas vítimas (traumatismo craniano, raquimedular ou aneurisma), ocultando a causa direta e eficiente das mortes: a retirada dos rins dos pacientes.
Os prontuários médicos e os laudos das angiografias cerebrais relativos a esses pacientes foram apreendidos e submetidos à análise de peritos, que concluíram que as vítimas não tinham diagnóstico seguro de morte encefálica apta a amparar a realização das cirurgias de retirada dos rins.
Também foram denunciados pelos mesmos crimes os médicos Antônio Aurélio de Carvalho Monteiro, que faleceu no ano passado, e José Carlos Natrielli de Almeida, que acabou impronunciado a pedido do Ministério Público.
* Com informações da Agência Estado e da Agência Brasil 


    Ex-cirurgião Farah Jorge Farah é condenado a 16 anos de prisão em São Paulo

    Por iG São Paulo | 

    Farah foi condenado a 16 anos de prisão, em regime inicial fechado, acusado de homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima

    Terminou na madrugada desta quinta-feira (15) o julgamento do ex-cirurgião Farah Jorge Farah, acusado de matar, em janeiro de 2003, sua paciente Maria do Carmo Alves, com quem mantinha um relacionamento amoroso. Farah foi condenado a 16 anos de prisão, em regime inicial fechado, acusado de homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima.

    Divugação
    Julgamento do ex-cirurgião Farah Jorge Farah, em São Paulo
    O julgamento começou às 9 horas da manhã de segunda-feira (12) e a sentença que condenou o cirurgião plástico foi lida pelo juiz Rodrigo Tellini de Aguirre Camargo, do 2º Tribunal do Júri, à 1h desta quinta-feira. Como réu estava solto, ele poderá recorrer da decisão em liberdade.
    O julgamento do médico já havia sido adiado cinco vezes. A última delas em março deste ano, quando o advogado Odel Antun, defensor de Farah, pediu adiamento porque cinco das oito testemunhas de defesa não teriam sido localizadas. Cada uma das partes tem direito a oito testemunhas.
    Em 2008, o médico já havia sido condenado a 12 anos de prisão pelo homicídio e mais um ano por ocultação de cadáver. No entanto, segundo Antun, a defesa entrou com uma apelação para anulação do júri porque os jurados não levaram em consideração o laudo oficial do Instituto de Criminalística (IC) que atestava a semi-imputabilidade de Farah. Ou seja, segundo o laudo, o médico não tinha plena consciencia dos seus atos. Na ocasião do crime, Farah alegou que teve um “branco” e não se lembra dos fatos.
    A promotoria alega que os jurados se basearam em outros laudos assinados por psiquiatras renomados, ressonância magnética do cérebro do médico e o laudo de Rorschach para atestar que Farah não tem problemas psiquiátricos e portanto, era culpado, pela morte de Maria do Carmo.
    O crime
    O crime aconteceu no dia 24 de janeiro de 2003. Segundo a defesa, Maria do Carmo foi até o consultório do médico, no bairro de Santana, zona norte da capital, com uma faca e tentou agredir Farah. O médico conseguiu desarmá-la e golpear o pescoço da vítima. Nesse momento, o médico relata ter tido um “branco” e só retomou a consciencia no dia seguinte.
    Segundo a polícia, após matar a mulher, Farah teria ainda retirado todo o sangue dos órgãos e cortado o corpo em nove pedaços, que escondeu em sacos de lixo dentro do próprio carro. Ele ainda retirou a pele das pontas dos dedos. Após o crime, ele foi para uma clínica psiquiátrica, onde se internou. Lá teria confessado o crime para uma sobrinha, que o denunciou. O corpo da vítima só foi encontrado três dias depois.
    Farah ficou preso por quatro anos e meio e aguarda a decisão do julgamento em liberdade. Em 2006, o Conselho Regional de Medicina (CRM) o proibiu de exercer a profissão. Após sair da cadeia, ele se matriculou na Faculdade de Saúde Pública e mora em um sobrado na Vila Mariana, zona sul da capital.

    http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp/2014-05-15/ex-cirurgiao-farah-jorge-farah-e-condenado-a-16-anos-de-prisao-em-sao-paulo.html

      Médicos acusados de tirar rins de pacientes vivos vão a júri em SP


      Eles são acusados de provocar morte de quatro pessoas em 1986. Com diagnósticos falsos, médicos extraíam os rins das vítimas para transplantes

      AE | 
      selo
      Começa nesta segunda-feira o julgamento de três médicos de Taubaté, cidade do interior de São Paulo, acusados de terem provocado a morte de quatro pacientes entre setembro e dezembro de 1986. Segundo denúncia do Ministério Público, os médicos usavam diagnósticos falsos de morte encefálica para extrair os rins dos pacientes vivos, para fins de transplante. 
      Os médicos Pedro Henrique Masjuan Torrecillas, Rui Noronha Sacramento e Mariano Fiore Júnior irão a júri popular em Taubaté, acusados de quatro homicídios dolosos contra os pacientes Miguel da Silva, Alex de Lima, Irani Gobo e José Faria Carneiro, que morreram entre setembro e dezembro de 1986. 
      Depois da operação, o neurocirurgião e legista Mariano Fiori concluía como causa da morte exclusivamente as lesões cerebrais experimentadas pelas vítimas (traumatismo craniano, raquimedular ou aneurisma), ocultando a causa direta e eficiente das mortes: a retirada dos rins dos pacientes. 
      Os prontuários médicos e os laudos das angiografias cerebrais relativos a esses pacientes foram apreendidos e submetidos à análise de peritos, que concluíram que as vítimas não tinham diagnóstico seguro de morte encefálica apta a amparar a realização das cirurgias de retirada dos rins. 
      Também foram denunciados pelos mesmos crimes os médicos Antônio Aurélio de Carvalho Monteiro, que faleceu no ano passado, e José Carlos Natrielli de Almeida, que acabou impronunciado a pedido do Ministério Público.


        quinta-feira, 24 de abril de 2014

        Erro médico: jovem de 19 anos fica estéril após descobrir câncer

        16/10/2013 às 13h00 (Atualizado em 16/10/2013 às 13h56)

        Especialistas levaram um ano para diagnosticar uma forma rara e agressiva do tumor no ovário
        AnteriorA jovem britânica Amy Quinn, de 20 anos, lamenta ter ficado estéril por conta do atraso do diagnóstico de câncer de ovário. Os médicos demoraram um ano para descobrir a doença, que já tinha se espalhado e obrigou a moça a remover os ovários, as trompas de falópio e o apêndice. As informações são do Daily Mail desta quarta-feira (16)Sexo oral causa mais câncer de garganta que cigarro e álcoolPróxima
        A jovem britânica Amy Quinn, de 20 anos, lamenta ter ficado estéril por conta do atraso do diagnóstico de câncer de ovário. Os médicos demoraram um ano para descobrir a doença, que já tinha se espalhado e obrigou a moça a remover os ovários, as trompas de falópio e o apêndice. As informações são do Daily Mail desta quarta-feira (16)

        Sexo oral causa mais câncer de garganta que cigarro e álcool
        Foto: Reprodução/DailyMail