sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Criança vitima de descaso e de erro médico..

Erro médico?


A família do pequeno Carlos Rian, de 2 anos está indignada e ontem esteve na Câmara para protestar contra o que chamou de descaso e de erro médico.


Segundo familiares do garoto, ele ficar hospitalizado no HMP e depois de receitarem medicamentos superficiais, os médicos liberaram o garoto para casa, mas Carlos continuava com muita febre e com dificuldade de respirar.

A avó do garoto desconfiou que ele estva com penumonia e levou o garoto de volta ao hospital, pedindo que se fizesse um raio X, onde foi constatada a doença.


Segudo o relato da família, que inclusive se manifetou na Câmara e pediu apoio dos vereadores, um médico, ainda não identificado resolveu fazer uma drenagem de secreção no pulmão do garoto, mas por desatenção, ou imperícia, submeteu o garoto a uma cirurgia, na qual fizeram uma incisão no peito direito, mas o problema continuava. Depois de algum tempo foi descoberto que o problema do paciente era no pulmão esquerdo.


Com era de se esperar o garoto foi novamente para a sala de cirurgia, onde foi novamente operado, conforme a foto mostra. Duas incisões e mais sofrimento para a família.


Fazer mátéria sobre erros médicos é sempre complicado, porque não se tem conhecimento médico, mas o vereador Wolner entrou em contrato com secretário Alex Ohana, que ficou de averiguar o fato e tomar providência.


O garoto segue internado.





MÉDICOS ACUSADOS DE COMETER HOMICÍDIO CULPOSO

Quinta-feira, 29 de abril de 2010

MÉDICOS ACUSADOS DE COMETER HOMICÍDIO CULPOSO DE CRIANÇA NA POLICLIM, EM ITAPETINGA, PASSAM POR AUDIÊNCIA E RECUSAM PROPOSTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO.


Conforme apurado pela polícia civil, Leticia (na foto) faleceu “em virtude da imprudência e negligência dos médicos”.
Dos quatro médicos acusados de homicídio culposo pelo Ministério Público Estadual, em Itapetinga (560 km de Salvador), no caso da morte da menina Letícia Nogueira Ferreira, de 6 anos, apenas a Drª Jamile Santos Torres aceitou a proposta de ação indenizatória.
A Justiça ainda não mensurou o valor da indenização para fins de reparação do dano como condição para efetivar a proposta de suspensão condicional do processo. Os demais médicos, Drª Rita de Cássia Barreto, Drº Paulo Lacerda de Andrade e Drº José Augusto Lacerda, recusaram a suspensão condicional do processo proposta pela juíza Julianne Nogueira Rios.
Com isso, ficou designada nova audiência de instrução para o dia 28 de maio, ás 8 horas. A juíza também designou o dia 4 de agosto, no mesmo horário, para a oitiva das testemunhas de defesa e interrogatório dos acusados que participaram da primeira audiência nessa quarta-feira, 28, no Fórum José Alfredo neves da Rocha.
Além dos advogados das partes, a audiência foi acompanhada pelos pais da criança, Alírio Viana Ferreira e Doranei Nogueira Almeida e pelo promotor Carlos Robson Leão, autor da denúncia. De acordo com ele, os profissionais foram "imprudentes e negligentes", no exercício da função, o que motivou a denúncia de homicídio culposo.
Letícia morreu no Hospital Geral de Vitória da Conquista, vítima de encefalite, após um procedimento cirúrgico na POLICLIN, clínica dos acusados, em Itapetinga, o procedimento ocorreu no dia 16 de junho de 2007, tendo a criança morrido no dia 17 de junho daquele ano. Conforme apurado pela polícia civil, a criança faleceu “em virtude da imprudência e negligência dos médicos”.
Aliado a isso, as investigações sustentam que houve, ainda, a “administração de medicamentos inadequados, o que teria contribuído para o agravamento do quadro clínico da criança”.
Em caso de condenação, os médicos estarão sujeito à pena de detenção, de um a três anos. Os acusados não se pronunciaram a respeito das acusações.

JUSCELINO SOUSA
JORNAL A TARDE DE 28/04/2010

Denuncie o erro médico

Denuncie o erro médico

Denúncias aumentaram 75% nos últimos sete anos. Saiba quando pôr a boca no trombone!

Publicado em 27/10/2008
Fabricio Pellegrino

Conteúdo VIVA!MAIS

Erro no diagnóstico está entre as queixas mais freqüentes
Erro no diagnóstico está entre as queixas mais freqüentes
Foto: Dreamstime
Imprudência, omissão de socorro, prescrição indevida de medicamentos e resultado considerado insatisfatório. Esses são apenas alguns dos motivos que, segundo o Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp), elevaram em 75% o número de médicos denunciados por erro de 2000 a 2006 – no total, foram 19.135. O aumento de reclamações elevou em 120% a quantidade de processos, de acordo com pesquisa realizada pelo Cremesp. Conheça as especialidades que mais sofrem processo e como colocar a boca no trombone.

As dez áreas com mais processos são:

1. Cirurgia plástica
2. Urologia
3. Cirurgia do trauma
4. Neurocirurgia
5. Ortopedia e traumatologia
6. Ginecologia e obstetrícia
7. Oftalmologia
8. Oncologia
9. Cirurgia geral
10. Angiologia e cirurgia vascular

Como denunciar

Existem quatro maneiras de apontar um erro:
1. Envie uma denúncia assinada, via correio, para o Conselho Regional de Medicina (CRM) do seu estado. O autor da reclamação precisa se identificar.
2. Procure a sede do CRM mais próxima do seu município e registre a queixa.
3. Hospitais, serviços de saúde, Ministério Público, Poder Judiciário e delegacias são algumas das instituições que também podem encaminhar reclamações para o Conselho.
4. O CRM de seu estado pode, por iniciativa própria, denunciar um especialista por erro.

Punição

Se considerado culpado, o médico poderá receber uma das cinco punições previstas em lei:
1. Advertência confidencial em aviso reservado.
2. Censura confidencial em aviso reservado.
3. Censura pública em publicação oficial.
4. Suspensão do exercício profissional por até 30 dias.
5. Cassação do diploma.

É considerada má prática:

· Erro de diagnóstico, procedimento ou tratamento.
· Prescrição indevida de medicamentos.
· Utilização inadequada de equipamentos.
· Resultado insatisfatório do tratamento (mesmo involuntário).


Crianças têm queimaduras após tomar sedativo em hospital

27/09/2012 06h50 - Atualizado em 27/09/2012 10h13

Crianças têm queimaduras após tomar sedativo em hospital de SP

Uma menina de 4 anos e um menino, de 2, tiveram problemas.
Hospital em Itapevi diz que médicos prescreveram remédios corretos.

Do G1 SP
48 comentários
A Polícia Civil investiga o Hospital Nova Vida de Itapevi, na Grande São Paulo. Em um intervalo de apenas dois dias, duas crianças tiveram queimaduras após tomar supostos sedativos, como mostrou o Bom Dia São Paulo desta quinta-feira (27). Uma delas sofreu queimaduras em várias partes do corpo. A outra estava internada em estado grave até esta quarta (26).
Letícia, de 4 anos, chegou ao hospital no último dia 17, com febre alta e teve de ser internada. Segundo a mãe, uma enfermeira pediu para que ela desse um calmante à menina antes de um exame de tomografia, porque a criança estava muito agitada.

“Quando a Letícia se acalmou, eu inseri o medicamento na boca dela. Quando bateu na boquinha dela, na língua, ela já começou a cuspir. Conforme ela foi cuspindo, foi queimando a pele”, disse a cabeleireira Patrícia Gomes da Silva.

Fotos tiradas pela família mostram a menina com queimaduras em parte do rosto, pescoço e boca. Ela recebeu tratamento no próprio hospital e teve alta no sábado (22). A mãe da menina conta que ela está mais nervosa depois que saiu do hospital e que vai acompanhar as investigações da polícia.

“Foi uma irresponsabilidade muito grande, porque eles estão mexendo com uma vida”, disse a mãe.

Ao registrar a ocorrência, Patrícia descobriu que outra criança, Bruno Martins Araújo Barbosa, de 2 anos, teve o mesmo problema depois de ingerir um suposto calmante dado por uma enfermeira. O menino foi transferido para um hospital no bairro do Jabaquara, na Zona Sul de São Paulo, onde está desde o dia 19. Segundo o boletim de ocorrência, ele está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e o estado de saúde dele é considerado grave.

Em nota, a direção do Hospital Nova Vida afirmou que as crianças foram bem atendidas e que os médicos prescreveram os remédios corretos para os quadros clínicos que elas apresentavam. Ainda de acordo com a nota, depois da suspeita de troca das medicações, ambos os casos são apurados.

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Polícia ouvirá enfermeira que deu sedativo a crianças

27/09/2012 12h18 - Atualizado em 27/09/2012 12h36

Polícia ouvirá enfermeira que deu sedativo a crianças que se queimaram

Crianças tiveram queimaduras após tomar medicamento em hospital.
Casos aconteceram em Itapevi, na Grande São Paulo.

Do G1 SP
9 comentários
A delegada responsável pelo caso duas crianças que tiveram queimaduras após tomar supostos sedativos informou ao SPTV que a enfermeira que receitou o medicamento no Hospital Nova Vida deItapevi, na Grande São Paulo, irá depor na tarde desta quinta-feira (27).
A menina Letícia, de 4 anos, sofreu queimaduras em várias partes do corpo. Já o garoto Bruno Martins Araújo Barbosa, de 2 anos, está na UTI de um hospital na capital paulista com insuficiência respiratória aguda e respira com ajuda de aparelhos. Os dois casos foram registrados na delegacia de Itapevi como lesão corporal culposa - quando não há intenção de ferir.
Letícia chegou ao hospital no dia 17, com febre alta e teve de ser internada. Segundo a mãe, uma enfermeira pediu para que ela desse um calmante à menina antes de um exame de tomografia, porque a criança estava muito agitada.
“Quando a Letícia se acalmou, eu inseri o medicamento na boca dela. Quando bateu na boquinha dela, na língua, ela já começou a cuspir. Conforme ela foi cuspindo, foi queimando a pele”, disse a cabeleireira Patrícia Gomes da Silva.
Fotos tiradas pela família mostram a menina com queimaduras em parte do rosto, pescoço e boca. Ela recebeu tratamento no próprio hospital e teve alta no sábado (22). A mãe da menina conta que ela está mais nervosa depois que saiu do hospital e que vai acompanhar as investigações da polícia.
Ao registrar a ocorrência, Patrícia descobriu que o menino Bruno teve o mesmo problema depois de ingerir um suposto calmante dado por uma enfermeira.
Em nota, a direção do Hospital Nova Vida afirmou que as crianças foram bem atendidas e que os médicos prescreveram os remédios corretos para os quadros clínicos que elas apresentavam. Ainda de acordo com a nota, depois da suspeita de troca das medicações, ambos os casos são apurados.

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Enfermeira admite troca de frascos em hospital de Itapevi,

27/09/2012 17h18 - Atualizado em 27/09/2012 18h52

Enfermeira admite troca de frascos em hospital de Itapevi, diz polícia

Duas crianças tiveram queimaduras com ácido ao serem medicadas. 
Profissional afirma que recebeu medicamentos de outra pessoa.

Do G1 SP
17 comentários
A enfermeira do Hospital de Itapevi, na Grande São Paulo, onde duas crianças tiveram queimaduras após serem medicadas confirmou à polícia nesta quinta-feira (27) que houve troca no medicamento. Ela disse que recebeu o remédio de outra enfermeira. Uma menina de 4 anos teve queimaduras no rosto. Também nesta quinta, a políca encontrou frascos de um ácido parecidos com os frascos de calmante no hospital.  
Há mais de uma semana, as duas crianças iam fazer exames e os médicos receitaram calmantes porque elas estavam muito agitadas. Na hora de tomar, a menina cuspiu o líquido e ainda assim teve queimaduras no rosto e na boca. Um menino de 2 anos engoliu, teve insuficiência respiratória e está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Uma enfermeira que ofereceu a medicação pelo menos à menina deve ser ouvida para saber o que ocorreu. A polícia ainda não sabe se também foi ela que deu o remédio ao menino.
A menina Letícia sofreu queimaduras em várias partes do corpo. Já o garoto Bruno Martins Araújo Barbosa, de 2 anos, está na UTI de um hospital na capital paulista com insuficiência respiratória aguda. Ele respira com ajuda de aparelhos. Os dois casos foram registrados na delegacia de Itapevi como lesão corporal culposa, quando não há intenção de ferir.
Letícia chegou ao hospital no dia 17, com febre alta e precisou ser internada. Segundo a mãe, uma enfermeira pediu para que ela desse um calmante à menina antes de um exame de tomografia, porque a criança estava muito agitada.
“Quando a Letícia se acalmou, eu inseri o medicamento na boca dela. Quando bateu na boquinha dela, na língua, ela já começou a cuspir. Conforme ela foi cuspindo, foi queimando a pele”, disse a cabeleireira Patrícia Gomes da Silva, mãe da criança.
Fotos tiradas pela família mostram a menina com queimaduras em parte do rosto, pescoço e boca. Ela recebeu tratamento no próprio hospital e teve alta no sábado (22). A mãe da menina conta que ela está mais nervosa depois que saiu do hospital e que vai acompanhar as investigações da polícia. Ao registrar a ocorrência, Patrícia descobriu que o menino Bruno teve o mesmo problema depois de ingerir um suposto calmante dado por uma enfermeira.
Em nota, a direção do Hospital Nova Vida afirmou que as crianças foram bem atendidas e que os médicos prescreveram os remédios corretos para os quadros clínicos que elas apresentavam. Ainda de acordo com a nota, depois da suspeita de troca das medicações, ambos os casos são apurados.

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SP: duas crianças são vítimas de erro médico e polícia investiga os casos

Edição do dia 28/09/2012
28/09/2012 10h22 - Atualizado em 28/09/2012 10h22

SP: duas crianças são vítimas de erro médico e polícia investiga os casos

Em depoimento a polícia, uma enfermeira confirmou a troca de remédios que provocou as queimaduras em um dos casos.

Em São Paulo, a polícia investiga dois casos de queimaduras dentro de um hospital em Itapeví. Duas crianças teriam recebido ácido no lugar do remédio.
Um menino, de 2 anos, que está internado em um hospital de São Paulo, com estado grave. A família não quis gravar entrevista. Já outra menina, de 4 anos, cuspiu ácido. Mesmo assim sofreu lesões na boca e em outras partes do corpo. Em depoimento a polícia, uma enfermeira confirmou a troca de medicamentos que provocou essas queimaduras na menina.
Letícia já corre pela casa, ri e brinca como qualquer criança de 4 anos de idade. As marcas do que passou nos últimos 10 dias já estão mais leves. No dia 19 deste mês, ela estava no Hospital Nova Vida, em Itapevi, por causa de uma febre. Ela ia fazer uma tomografia. Uma enfermeira trouxe um sedativo em uma seringa e entregou para a mãe dar o remédio para a menina.
“Na hora que eu coloquei na boca dela ela começou a cuspir. Conforme ela foi cuspindo, foi queimando toda a boca dela”, conta Patrícia Soares. Patrícia gritou pela enfermeira: “‘O que está acontecendo é normal?’ Ela viu o que estava acontecendo, viu que tinha algo errado e saiu para pedir socorro”, conta.
A enfermeira envolvida no caso contou na delegacia que recebeu a seringa com a substância das mãos de uma técnica de enfermagem. Assumiu que errou ao não conferir o medicamento. O advogado dela confirmou a troca de medicamentos: em lugar de um sedativo foi dado um ácido usado pra queimar verrugas. “Foi dado ácido e está sendo apurado de quem foi o erro”, afirmou.
O pai de Letícia diz que, até agora, o hospital não entrou em contato com a família. “Para mim é irresponsabilidade, erro, trocaram o medicamento, deram o medicamento errado. É falta de atenção por parte do hospital, do enfermeiro e do médico”, fala José Soares.
No boletim de ocorrência consta lesão corporal culposa, sem intenção. E a direção do Hospital Nova Vida informou que está investigando os casos.
Bom Dia Brasil