domingo, 20 de outubro de 2013

Os 10 experimentos psicológicos mais antiéticos


Por  em 10.09.2008 as 9:48
O estudo da psicologia é relativamente recente.
No começo do século 20 ela ficou mais popular.
Com a intenção de aprender sobre o processo do pensamento e comportamento humano muitos psiquiatras foram longe demais em suas experimentações, o que levou ao aprimoramento dos códigos e padrões de ética.
1. DESAMPARO APRENDIDO
Em 1965 os psicólogos Mark Seligman e Steve Maier conduziram um experimento no qual três grupos de cães foram colocados em pares. Os cães do primeiro grupo foram soltos depois de um certo tempo, sem danos. Os cachorros do segundo grupo foram colocados em pares usando a mesma guia e apenas um de cada par recebia choques elétricos que se encerravam quando um pedal era acionado. Os cães do terceiro grupo também foram unidos em pares, um recebia choques, mas os choques não paravam quando o pedal era pressionado. Os choques ocorriam aleatoriamente e pareciam ser inevitáveis o que causou um “desamparo aprendido”, pois os cães assumiram que nada poderia ser feito sobre os choques. Os cães do grupo três passaram a mostrar sintomas de depressão clínica.
Tempos depois cada cachorro do terceiro grupo foi colocado em uma caixa sozinho. Eles passaram novamente a receber choques elétricos que poderiam facilmente evitar se saltassem da caixa. Os cães simplesmente haviam “desistido”, novamente exibindo o desamparo aprendido.
2. O ESTUDO DE MILGRAM
estudo milgram
Em 1974 Stanley Milgram, um psicólogo da Universidade de Yale nos EUA, realizou um notório estudo para testar a obediência à autoridade. Ele criou um experimento com “professsores” que eram os participantes reais, e um “aprendiz”, que era um ator contratado. Disseram tanto ao professor quanto para o aprendiz que o estudo seria sobre memória e aprendizado.
Tanto o professor quanto o aprendiz eram separados de maneira que poderiam ouvir um ao outro, mas não conseguiam se enxergar mutuamente. O professor lia uma pergunta e quatro possíveis respostas para a pergunta. Se o aprendiz não acertasse a resposta o professor deveria apertar um botão para administrar um choque com voltagem que aumentava a cada erro. Se ele acertasse não haveria choque e o professor avançaria para a nova pergunta.
Na realidade o ator não estava recebendo nenhum choque. Uma fita com gritos gravados tocava automaticamente assim que o professor administrava o “choque”. Quando os choques passavam para voltagens maiores o ator batia na parede e pedia para o professor parar. Finalmente todos os gritos e pancadas paravam e o silêncio era instaurado. Essa era o ponto em que muitos “professores” exibiam extrema aflição e pediam para parar o experimento. Alguns questionavam continuar, mas eram encorajados a prosseguir com o experimento e ouviam que não seriam responsabilizados pelos resultados.
A cada vez que o voluntário indicasse desejo de parar o experimento, um dos responsáveis pelo estudo dizia “Por favor, continue. O experimento requer que você continue. É absolutamente essencial que você continue. Você não tem escolha, deve continuar.” Se depois de todas as quatro ordens o professor ainda quisesse parar o experimento, ele finalmente acabava. Apenas 14 dos 40 “professores” pararam o experimento antes de administrar “choques” de 450 volts. Apesar de todos os voluntaries questionarem o experimento, nenhum deles recusou-se firmemente a parar com os choques antes dos 300 volts.
Em 1981, Tom Peters e Robert H. Waterman Jr. escreveu que o Experimento de Milgram e o Experimento da Prisão de Stanford eram assustadores em suas implicações sobre os riscos de espreitar no lado negro na natureza humana.
3. O POÇO DO DESESPERO
estudo milgram
Em 1960 o Dr. Harry Harlow (foto) ficou conhecido pelos seus estudos sobre isolamento social com macaco-rhesus. Ele pegou filhotes de macaco que já tinham se conectado com suas mães e os colocou em gaiolas de aço sem contato para quebrar este laço materno. Eles ficavam nas gaiolas durante até um ano.
Muitos destes macacos saíam das gaiolas psicóticos e vários não conseguiram se recuperar. O Dr. Harry concluiu que mesmo a infância mais feliz e normal não era defesa contra a depressão. A escritora de ciência Deborah Blum disse que estes eram “resultados do bom senso”.
Um dos estudantes de doutorado de Harry disse que os movimentos de liberação de animais nos EUA surgiram como resultado destes experimentos. Outro estudante disse que ele “manteve isso em andamento mesmo quando estava claro para muitas pessoas que o trabalho estava realmente violando sensibilidades comuns, que qualquer pessoa com respeito pela vida acharia isso ofensivo. Foi como se ele se sentasse e falasse ‘Eu estarei aqui por mais dez anos. O que eu quero fazer é deixar uma grande bagunça para trás’. Se este era o seu objetivo, ele fez um excelente trabalho”.
4. DAVID REIMER
david reimer
Em 1965 um menino nasceu no Canadá com o nome de David Reimer. Com oito meses de idade ele recebeu um procedimento comum, uma circuncisão. Infelizmente, durante o processo o seu pênis foi severamente queimado por casa do cauterizador que foi utilizado no lugar de um bisturi. Quando seus pais visitaram o psicólogo John Money, ele sugeriu uma solução simples para um problema complicado: uma mudança de sexo. Seus pais estavam perturbados pela situação, mas finalmente concordaram com o procedimento. Eles não sabiam que a intenção verdadeira do terapeuta era provar que a criação e não a natureza determinava a identidade sexual. Para o seu próprio ganho pessoal ele decidiu usar David como o seu estudo de caso privado.
David, agora com o nome Brenda, teve uma vagina construída e recebia suplementos hormonais. John disse que seu experimento foi um sucesso, ignorando os efeitos negativos da cirurgia de Brenda. Ela agia como um menino e tinha sentimentos confusos e conflitantes sobre uma série de tópicos. O pior é que seus pais não o informaram do acidente de infância. Isso causou um tremor na família. A mãe de Brenda era suicida, o pai alcoólatra e seu irmão era extremamente depressivo.
Finalmente os pais de Brenda contaram sobre seu verdadeiro sexo quando ela tinha 14 anos de idade. Ela decidiu então tornar-se David novamente e parou de tomar estrogênio, e fez uma reconstrução peniana. John não reportou outro resultado insistindo que seu experimento havia sido um sucesso, deixando de fora muitos fatos sobre a luta de David sobre sua identidade sexual. Em 2004, então com 38 anos, David tirou a própria vida.
Acima uma das últimas fotos de David.
5. ESTUDO MONSTRUOSO
criança assustada
Em 1939, 22 crianças órfãs foram submetidas a experimentos por Wendell Johnson, da Universidade do Iowa, EUA. Ele escolheu Mary Tudor, sua estudante de graduação, para conduzir os experimentos e apenas supervisionou a pesquisa.
Depois de separar as crianças em grupos um grupo experimental e outro de controle, Mary falou para um grupo de crianças sobre a boa fluência de suas maneiras de falar as elogiando, isso é chamado de terapia da fala positiva, em tradução literal. Em seguida ela fez o oposto com as outras crianças, depreciando-as por cada imperfeição da sua fala e dizendo que elas eram gagas.
Muitas das crianças que receberam o tratamento negativo no experimento sofreram de efeitos psicológicos negativos e outras tiveram problemas de fala durante toda a vida.
Apelidado de “Estudo Monstruoso” por alguns dos colegas de Wendell, que ficaram horrorizados com o fato de que ele havia feito experimentos em crianças para provar uma teoria. O experimento foi ocultado por medo de que ferisse a reputação de Wendell se fosse ligado aos experimentos realizados em humanos durante a Segunda Guerra Mundial. A Universidade de Iowa se desculpou publicamente pelo estudo em 2001.
6. PROJETO AVERSÃO
projeto aversão
O exército do apartheid da África do Sul forçou homossexuais homens e mulheres a realizarem operações de ‘mudança de sexo’ entre as décadas de 1970 e 1980 e os submeteu à castração química, eletrochoques e experimentos médicos antiéticos. Apesar de o número exato ser desconhecido alguns cirurgiões da época estimam que foram feitas 900 operações em um programa ultra-secreto para eliminar a homossexualidade do serviço.
Psiquiatras do exército, com a ajuda de capelões, expulsavam violentamente suspeitos de homossexualismo das forças armadas, enviando-os discretamente para unidades psiquiátricas militares. Aqueles que não podiam ser “curados” com medicamentos, terapia de aversão com choques, tratamento hormonal e outros meios “psiquiátricos” radicais foram castrados quimicamente ou receberam cirurgias de mudança de sexo. A maioria das vítimas tinha entre 16 e 24 anos de idade.
O Dr. Aubrey Levin (imagem), que encabeçou o estudo, é hoje professor clínico do departamento de psiquiatria da Divisão Forense da Universidade Calgary. Ele também mantém um consultório particular e é prestigiado junto da ordem de médicos e cirurgiões de Alberta.
7. EXPERIMENTO DA PRISÃO DE STANFORD
criança assustada
Este estudo não foi necessariamente antiético, mas seus resultados foram desastrosos e a sua deturpação o fez merecer lugar nesta lista. O famoso psicólogo Philip Zimbardo coordenou este experimento para examinar o comportamento de indivíduos que são colocados em posição de prisioneiros ou guardas e as normas que se esperava que estes indivíduos exibissem.
Os prisioneiros eram colocados em uma situação para que fosse causada sua desorientação, degradação e despersonalização. Não foram dadas instruções ou treinamento específicos para os guardas realizarem seus papéis. Inicialmente os estudantes não estavam certos de como representar seus papéis no primeiro dia, mas não houve distúrbios. No segundo dia do experimento os prisioneiros foram convidados a fazerem uma rebelião, o que levou a uma severa resposta dos guardas. Deste momento em diante as coisas começaram a desandar.
Os guardas implementaram um sistema de privilégios para acabar com a solidariedade entre os prisioneiros e causar desconfiança entre eles. Os guardas se tornaram paranóicos a respeito dos prisioneiros, acreditando que eles os estavam perseguindo. Isso tornou o sistema de privilégios muito restrito controlando até as funções fisiológicas dos prisioneiros que começaram a exibir distúrbios emocionais, depressão e desamparo condicionado.
Neste ponto os prisioneiros foram apresentados a um capelão. Eles se identificavam por seus números ao invés de seus nomes e quando eram questionados sobre como planejavam sair da prisão se mostravam confusos. Eles haviam sido assimilados completamente por seus papéis.
O Dr. Philip encerrou o experimento depois de cinco dias, quando percebeu quão real a prisão havia se tornado para os voluntários. Apesar da curtíssima duração do experimento, os resultados são esclarecedores. Quão rapidamente alguém pode abusar do seu controle quando colocado nas circunstâncias corretas. O escândalo de Abu Ghraib, que chocou o mundo em 2004, é um exemplo das descobertas de Phillip.
8. TESTES DE DROGAS COM MACACOS
Apesar de experimentos com animais serem essenciais para o desenvolvimento de tecnologias ligadas à saúde do ser humano e salvar vidas, houve experimentos que ultrapassaram os limites da ética. Os testes com drogas de 1969 foi um destes casos. Neste experimento um grande grupo de macacos e ratos foram treinados para injetar em si mesmos uma variedade de drogas que incluíam morfina, álcool, codeína, cocaína e anfetaminas. Assim que os animais aprendiam a se auto-injetar eles eram deixados com seus próprios dispositivos com grandes suprimentos de cada droga.
Os animais ficaram tão perturbamos (como se pode esperar) que alguns tentaram escapar com tanto fervor que quebravam seus braços no processo. Os macacos que tomavam cocaína sofreram convulsões e em alguns casos arrancavam os próprios dedos como possível conseqüência de alucinações. Um macaco que tomava anfetaminas arrancou todo o pêlo de seus braços e abdômen. Os que tomavam cocaína e morfina de maneira combinada morriam em duas semanas.
O propósito do experimento era simplesmente entender os efeitos do vício e uso de drogas, um objetivo para o qual a maioria das pessoas racionais e éticas entende que não seria necessário causar tanto sofrimento em animais.
9. EXPERIMENTO DE EXPRESSÕES FACIAIS DE LANDI
criança assustada
Carney Landis (foto), em 1929, um psicólogo graduado pela Universidade de Minnesota, nos EUA, desenvolveu um experimento para determinar se diferentes emoções criavam expressões faciais específicas. O propósito era descobrir se todas as pessoas têm expressões faciais comuns quando sentem emoções de nojo, choque, alegria, etc.
A maior parte dos participantes eram estudantes que recebiam uma pintura de linhas pretas nos seus rostos para que fossem observados os movimentos dos músculos faciais. Em seguida eles eram expostos a uma variedade de estímulos que tinham o objetivo de gerar fortes reações. Cada reação era fotografada.
Então faziam com que os estudantes cheirassem amônia, olhassem pornografia e colocassem as mãos em um balde cheio de sapos. Mas a controvérsia do estudo vinha da última parte dos testes.
Um rato vivo era dado para os participantes que recebiam instruções de como decapitarem o animal. Apesar de todos os participantes repelirem a idéia um terço deles obedecia. A situação ficava muito pior pelo fato de que a maioria dos estudantes não ter idéia de como realizar a operação de maneira humanizada e os animais sofriam muito. Para os dois terços que se recusaram em realizar o procedimento, Carney pegou a faca e cortou fora as cabeças dos animais no mesmo instante.
As conseqüências do estudo foram mais importantes para a evidência de que as pessoas estão dispostas a fazer quase qualquer coisa quando colocadas em uma situação como essa. O estudo não provou que os humanos possuem um padrão de expressões faciais.
10. PEQUENO ALBERT
criança assustada
Em 1920 o psicólogo John Watson, pai do behaviorismo, costumava usar órfãos em seus experimentos. Ele queria testar a idéia da origem do medo: se era inato ou aprendido como uma resposta condicionada. O apelido do bebê de nove meses que John escolheu em um hospital era Pequeno Albert que era exposto a um coelho branco, um rato branco, um macaco, máscaras com e sem pêlos, novelos de algodão, jornal em chamas e uma miscelânea de outras coisas por dois meses sem qualquer tipo de condicionamento.
O experimento começou quando Albert foi colocado em um colchão no meio do quarto. Um rato branco de laboratório era colocado próximo a ele e o bebê brincava com o animal. Neste ponto a criança não demonstrou qualquer medo do bicho.
Então John fazia um barulho alto por detrás de Albert ao bater em uma barra de aço com um martelo quando o bebê tocava o rato. Nestas ocasiões Albert chorava e mostrava medo quando ouvia o som. Depois disso haver sido repetido diversas vezes, Albert ficava muito nervoso quando o rato era mostrado. Albert havia associado o rato branco com o barulho alto e isso produzia a resposta emocional do medo.
O bebê passou a generalizar sua resposta de medo a qualquer coisa fofa ou branca (ou ambos). O fato mais infeliz deste experimento dói que o Pequeno Albert não teve o seu medo tratado. Ele foi levado do hospital antes que John pudesse fazê-lo. [Listverse]


7 Monstruosos experimentos médicos


Por  em 11.10.2010 as 20:08
Muita gente mata ou morre em nome de Deus ou de alguma religião. Também, muitas vezes, cientistas cometem atitudes bastante antiéticas em nome da medicina – apesar de jurarem que estão fazendo aquilo pelo bem da humanidade.
Recentemente, os Estados Unidos se desculparam formalmente à Guatemala por ter realizado lá experimentos nos anos 40 que podem ter infectado prisioneiros e doentes mentais com sífilis.
Esse é somente um dos casos médicos horríveis que a história nos pode contar. Confira outros sete e, se conhecer algum outro, sinta-se a vontade para contribuir nos comentários:
7) O ESTUDO TUSKEGEE
Em 1932, o Serviço Público de Saúde dos EUA lançou um estudo sobre os efeitos da sífilis não tratada na saúde. Eles iludiram 399 homens de descendência africana com a doença afirmando que iriam tratar do seu “sangue ruim” – que era como a sífilis era conhecida na época. Só que os pacientes que estavam sendo “tratados” na verdade não estavam recebendo tratamento nenhum. Eles eram apenas observados enquanto sofriam com a doença. Na verdade, os homens nunca receberam tratamento adequado, mesmo em 1947 quando a penicilina começou a ser usada para tratar a sífilis. Tamanha falta de ética durou 40 anos. Só em 1972, quando um artigo de jornal expôs o estudo ao público que ele foi cancelado.
6) ESTUDO DA SÍFILIS NA GUATEMALA
Esse estudo se tornou popular nesse último mês, com os Estados Unidos se desculpando oficialmente por infectar guatemaltecos com a doença. No estudo de Tuskegee os pacientes não receberam tratamento, mas também não foram infectados de forma arbitrária – que foi exatamente o que aconteceu entre 1946 e 1948 na Guatemala. Os governos dos EUA e da Guatemala co-patrocinaram um estudo sobre sífilis que envolveu a infecção deliberada – e até onde se sabe sem o consentimento – de prisioneiros e pacientes com doenças mentais. O estudo objetivava testar produtos químicos para evitar a propagação da doença. Os pesquisadores tentaram infectar as pessoas pagando-as para terem relações sexuais com prostitutas infectadas ou ferindo a pele de seus pênis e derramando bactérias da sífilis nas feridas. Os doentes receberam penicilina como tratamento.
5) EXPERIMENTOS CIRÚRGICOS EM ESCRAVOS
O pai da ginecologia moderna, J. Marion Sims, ganhou muito de sua fama fazendo cirurgias experimentais em escravas. Até hoje, ele é uma figura controversa. A doença que ele tratava nas mulheres – fístula vesico-vaginal – causava um sofrimento terrível. Basicamente, as mulheres tinham um “rasgo” entre a vagina e a bexiga, eram incontinentes e, por isso, muitas vezes rejeitadas pela sociedade. Porém, Sims realizava as cirurgias sem anestesia, em parte porque ela só foi descoberta recentemente, em parte porque acreditava que as operações não eram “dolorosas o suficiente para justificar o esforço”, como ele disse em uma palestra de 1857. Há também boatos de que as pacientes não tinham autorizado as cirurgias. Embora não haja provas contra ele, especialistas escreveram que Sims manipulava a instituição social da escravidão para realizar experimentações humanas, o que, para qualquer padrão ético, é inaceitável.
4) OS ASSASSINATOS DE BURKE E HARE
Até a década de 1830, os anatomistas só podiam dissecar corpos de assassinos executados. Sendo eles uma raridade, muitos anatomistas compravam corpos através de ladrões de sepultura, ou roubavam cadáveres eles mesmos. O dono de uma pensão, William Hare, e seu amigo William Burke, levaram o negócio mais a sério. Eles mataram mais de uma dúzia de hóspedes da pensão e venderam seus corpos para o anatomista Robert Knox, que disse que não sabia sobre assassinatos. Burke foi posteriormente enforcado por seus crimes, e o caso estimulou o governo britânico a amolecer as restrições à dissecação.
3) O “ESTUDO MONSTRO”
Em 1939, fonoaudiólogos da Universidade de Iowa tinham a seguinte teoria: de que a gagueira era um comportamento aprendido, causado pela ansiedade de falar de uma criança. Para provar sua ideia, eles realizaram o que o New York Times, em 2003, chamou de “Estudo Monstro”: os estudantes tentaram induzir a gagueira em crianças órfãs, dizendo-lhes que elas estavam condenadas à gagueira. Insinuaram que elas já estavam mostrando sinais de gagueira e que não deviam falar a não ser que tivessem certeza de que iriam falar direito. O experimento não induziu ninguém à gagueira, mas deixou crianças normais ansiosas, retraídas e quietas demais. A universidade foi processada, e em 2007 pagou R$1.558.240.
2) EXPERIMENTOS JAPONESES
Ao longo dos anos 1930 e 1940, o Exército Imperial Japonês conduziu experimentos atrozes em civis, principalmente na China. O número de mortes brutais desses experimentos é desconhecido, mas cerca de 200.000 podem ter morrido. Entre as barbaridades estavam contaminações por cólera e febre tifóide, e praga espalhadas através de pulgas por cidades chinesas inteiras. Alguns prisioneiros também tiveram que enfrentar um clima extremamente gelado para determinar o melhor tratamento para queimaduras de gelo. Outros prisioneiros receberam gás venenoso, foram postos em câmaras de pressão até seus olhos saltarem para fora e depois foram dissecados vivos. Segundo reportagens, após a guerra, o governo dos EUA ajudou a manter os experimentos em segredo, como parte de um plano para fazer do Japão um aliado na Guerra Fria.
1) EXPERIMENTOS MÉDICOS NAZISTAS
Esses talvez sejam os mais famosos experimentos monstruosos. Josef Mengele, um médico alemão, se é que pode ser assim chamado, realizou experimentos horríveis em Auschwitz na esperança de provar as suas teorias da supremacia racial dos arianos. Muitos morreram em suas mãos. Dizem que ele até guardava os olhos de seus pacientes mortos. Ele testava medicamentos e químicos nos prisioneiros, os forçava a ficar em temperaturas congelantes e a entrar em câmaras de baixa pressão para experimentos de aviação, os submetia a procedimentos de esterilização experimental, entre outras atrocidades. Os seios de uma mulher chegaram a ser amarrados para ver quanto tempo seu filho levava para morrer de fome – depois, ela injetou uma dose letal de morfina no bebê para livrá-lo do lento sofrimento. Alguns dos médicos responsáveis pelas barbaridades foram julgados como criminosos de guerra, mas Josef Mengele nunca foi preso. Ele fugiu para a América do Sul e morreu no Brasil em 1979, de derrame. [LiveScience]
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Os 10 médicos mais descuidados do mundo

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Por  em 1.11.2010 as 21:59
Nem todo médico conhece a palavra “ética”. Ou, para alguns deles, ela significa coisas diferentes do que para o resto da população. Tem profissional que afirma ter boas intenções, e outros que não podem nem tentar se desculpar pelo que fizeram. As histórias variam de “tatuagem surpresa” a “seu filho é meu”. Escolha bem o seu médico.
10) O MÉDICO QUE MARCOU O NOME DA PACIENTE NO SEU ÚTERO REMOVIDO
Na Califórnia, após realizar uma histerectomia, um ginecologista usou uma ferramenta de cauterização para marcar o nome da paciente em seu útero removido, uma atitude que o médico chamou de “gesto simpático”, mas que a paciente entendeu como “conduta desprezível”. Ingrid Paulicivic, uma cabeleireira de 47 anos de idade, processou o Dr. Red Alinsod por usar um “aparelho de bisturi elétrico para esculpir e queimar” a palavra “Ingrid” em seu útero, removido durante uma operação em junho de 2009.
9) O CIRURGIÃO QUE ASSISTIU A COPA DO MUNDO ENQUANTO FAZIA UMA OPERAÇÃO
Vincent Bettschart estava operando o abdome de um paciente em 17 de junho de 2010, quando moveu uma TV para a sala de operação para assistir ao jogo da França contra o México. O cirurgião aumentou o volume da TV, enchendo a sala com o som das vuvuzelas e da torcida. Menos de um mês antes, ele tinha largado uma cirurgia no meio para saborear um aperitivo. Seus assistentes e enfermeiros declararam que o cirurgião avisou: “Pausa para um Apero. Eu vou tomar um copinho”. Apero é uma bebida italiana. Eles relataram aos seus superiores que o cirurgião voltou apenas meia hora depois para concluir a operação. Graças a esses incidentes, o corpo profissional de médicos da Suíça está debatendo o futuro do cirurgião. Por enquanto, sua punição foi apenas uma “bronca”.
8 ) O MÉDICO QUE USOU SEU ESPERMA PARA ENGRAVIDAR VÁRIAS PACIENTES
Cecil Jacobson é um ex-médico especializado fertilidade que usou seu próprio esperma para engravidar suas pacientes, sem informá-las. As mulheres pensavam que ele usava a técnica de fertilização in vitro com o esperma de um doador anônimo que combinava com as características dos seus maridos. Em vez disso, o bom doutor secretamente substituía por seu próprio esperma. Jacobson foi condenado a cinco anos de prisão. Ele foi o mesmo médico que em 1960 alegou ter tido sucesso em engravidar um babuíno macho. Em 1994 sua história virou filme, chamado “The BabyMaker” (O Fazedor de Bebês).
7) O MÉDICO QUE INSERIU UMA CHAVE DE FENDA NAS COSTAS DO SEU PACIENTE
No Havaí, um cirurgião está sendo processado por malversação depois de ter intencionalmente inserido uma chave de fenda serrada, em vez de uma haste de titânio, nas costas de um paciente. Robert Ricketson disse que não teve escolha a não ser implantar a chave de fenda em Arturo Iturralde, pois não tinha as hastes de titânio necessárias para completar a operação corretamente. A peça rompeu dias após a cirurgia, em janeiro de 2001, e Iturralde foi submetido a três outras cirurgias para inserir as hastes de titânio adequadas e reparar outras complicações. No entanto, o paciente ficou paraplégico e faleceu dois anos depois. Após Ricketson remover a chave de fenda, durante uma das cirurgias adicionais, os enfermeiros recuperaram as peças do lixo e as levaram para um advogado, e alertaram a família de Iturralde. Eles então souberam que a licença médica de Ricketson havia sido suspensa e revogada em Oklahoma e no Texas, após uma série de processos de erro médico e tratamento de dependência de narcóticos.
6) O MÉDICO QUE REALIZAVA CIRURGIAS SEM AVISAR SUAS PACIENTES E DEFORMOU A MAIORIA DELAS
James Burt passou décadas operando a genitália de mulheres, geralmente logo após seus partos. Detalhe: sem informar a paciente o que ele estava fazendo. Na sua mente doentia, ele estava apenas atualizando as “partes íntimas” das mulheres. Seu objetivo era deixar o “local” mais bonito e “excitante”. Suas cirurgias acabaram mutilando muitas mulheres, que tiveram de realizar vários procedimentos reconstrutivos para corrigir o que ele tinha feito. Ele foi processado, mas não foi preso porque abriu mão de sua licença médica voluntariamente.
5) A MÉDICA QUE SUFOCOU UMA CRIANÇA ATÉ A MORTE DURANTE A REALIZAÇÃO DE UMA TERAPIA DE “RENASCIMENTO”
Renascimento é um termo para uma terapia comumente usada entre os pais adotivos ou assistentes sociais. É utilizada para tratar distúrbios de “apego” sofridos por crianças adotadas. É muito controversa, porque já houve pelo menos seis casos documentados de mortes de crianças. Em 2000, uma menina de 10 anos morreu de asfixia durante uma sessão. A menina, Candace Newmaker, foi embrulhada em camadas de cobertores, e então forçada a “renascer”. A criança teve que lutar contra o peso combinado de seus terapeutas e da mãe adotiva para se livrar das cobertas, não conseguiu se soltar, e morreu. No vídeo da sessão, dá para ouvir Candace pedindo aos psicoterapeutas para ser solta: “Eu vou morrer. Por favor, eu não consigo respirar”. Os terapeutas respondem: “Você quer morrer? OK, então morra. Vá em frente, morra agora”. Os envolvidos foram condenados a 16 anos de prisão, e o método de “renascimento” foi proibido no Colorado.
4) O MÉDICO QUE DEIXOU UMA ESPONJA NA COLUNA DO PACIENTE
Um médico de Baltimore deixou uma esponja nas costas de um de seus pacientes durante uma cirurgia, e só contou para ele após ela ter aparecido num raio-X, 17 dias depois. Mesmo depois de revelar o que tinha acontecido, ele disse que a esponja não era motivo de preocupação e não precisava ser removida, apenas observada. Durante esse tempo, a esponja foi cercada e envolvida com tecido fibroso que teve que ser removido. O médico foi processado por negligência. Segundo a denúncia, ele só admitiu seu erro quando o paciente desenvolveu uma infecção e teve que ter uma grande quantidade de líquido drenado de seu corpo. Mesmo após esse procedimento, ele continua com dor nas costas e uma dor persistente na perna direita, e sofre de disfunção sexual e impotência.
3) O PEDIATRA QUE ABUSOU DE 103 PACIENTES – E FEZ VÍDEOS DA MAIORIA DELES
O pediatra Earl Bradley foi acusado de abusar sexualmente de 103 pacientes durante um período de 10 anos. Ele acumulou 471 acusações criminais. Como não bastasse cometer tais atos, ele gravou a maior parte dos abusos. A descoberta de um vídeo levou a sua detenção.
2) O MÉDICO QUE FEZ UMA TATUAGEM TEMPORÁRIA EM SUA PACIENTE ENQUANTO ELA ESTAVA ANESTESIADA
O Dr. Steven Kirshner, cirurgião ortopédico, é um dos acredita que rir é o melhor remédio. Ele gosta de colocar tatuagens temporárias em pacientes anestesiados, como uma “pequena surpresa” para quando eles chegarem em casa. Claro que nem todos compartilham o seu senso de humor. A paciente Elizabeth Mateo reclamou da rosa vermelha em sua barriga. Ela descobriu a tatuagem abaixo da linha da calcinha na manhã seguinte, quando seu marido foi ajudá-la a se vestir para ir para casa. O médico não nega ter colocado a tatuagem, e afirma que ninguém havia se queixado antes.
1) O MÉDICO QUE REALIZOU CERCA DE 3.000 LOBOTOMIAS
O tratamento de doenças mentais não teve muito progresso até a introdução de drogas nos anos 50. Uma década antes, Walter Freeman inaugurou um dos períodos mais negros da história da psiquiatria através da lobotomia: um procedimento em que um instrumento afiado é inserido através da cavidade ocular para destruir os lobos frontais. O médico alegava que a lobotomia era a cura para tudo, desde depressão até crianças hiperativas. A técnica tornou-se incrivelmente popular e mais de 50.000 lobotomias foram realizadas, sendo que Freeman, sozinho, fez de mais de 3.000. Mesmo depois que a lobotomia foi desacreditada, ele passou seus últimos anos visitando suas vítimas, tentando provar que elas tinham se beneficiado de seu trabalho. [Oddee]


10 Inacreditáveis erros médicos

10 Inacreditáveis erros médicos

Por  em 17.02.2009 as 20:25
Estudos determinam que uma simples conferência de informações básicas antes de cirurgias pode cortar pela metade o número de complicações cirúrgicas por erro médico. O objetivo é evitar situações embaraçosas como as que ocorreram abaixo, salvar vidas e evitar muito sofrimento desnecessário. Mas enquanto os doutores resistem em adotar este procedimento simples, você deve se informar ao máximo da sua condição e lembrar constantemente seu médico.
10. A CLÍNICA DE FERTILIDADE QUE USOU O ESPERMA ERRADO
erro médico
Quando Nancy Andrews dos EUA, de etnia hispânica, engravidou através de fertilização “in vitro” ela e seu marido esperavam uma filha. O que eles não esperavam é que a menina fosse negra, já que seu marido é caucasiano. Exames de DNA indicam que os médicos da clínica utilizaram o esperma de outro homen para inseminar os óvulos de Nancy.
O casal cria a menina como sua filha desde seu nascimento em outubro de 2004, mas estão processando a clínica e o embriologista responsável. [Daily News]
9. RECEBEU O PULMÃO E CORAÇÃO ERRADOS
erro médico
Jésica Santillán, de 17 anos, recebeu o coração e os pulmões de um doador incompatível. Os médicos Centro Médico da Universidade de Duke parecem não ter feito a verificação de compatibilidade antes da cirurgia. Depois de um segundo transplante para corrigir o erro ela sofreu danos neurológicos e outras complicações que adiantaram o seu falecimento.
Jésica tinha sangue tipo ‘O’ e recebeu os órgãos de um doador tipo ‘A’.
O hospital assumiu o erro e fizeram um acordo financeiro com a família da menina. Nenhuma das partes pode comentar o caso. [CBS News]
8. TESTÍCULO DE U$ 200 MIL
erro médico
Benjamin Houghton, um veterano da Força Aérea dos EUA de 47 anos agendou uma cirurgia para remover seu testículo esquerdo por temores de câncer. Mas uma série de erros levou à remoção do seu testículo direito.
Quando Benjamin processou o VA Medical Center conseguiu apenas U$ 200 mil por seu testículo perdido. [AC]
7. UMA LEMBRANÇA DE 33 CENTÍMETROS
erro médico
Donald Church, de 49 anos, tinha um tumor no seu abdômen quando chegou no Centro Médico da Universidade de Washington, em junho de 2000. Quando ele recebeu alta o tumor havia sido removido, mas um afastador de metal de 33 centímetros de comprimento permaneceu no seu abdômen por engano.
O hospital, que reportou outros quatro incidentes similares entre 1997 e 2000, removeu a peça e pagou U$ 97 mil para Donald. [Seattle Pi]
6. CIRURGIA CARDÍACA NO PACIENTE ERRADO
erro médico
Joan Morris (um pseudônimo) de 67 anos foi admitida para realizar uma angiografia no cérebro. No dia seguinte ela recebeu, por engano, uma cirurgia cardíaca invasiva para um estudo de eletrofisiologia.
Depois da angiografia ela foi transferida para o andar errado, e ao invés de retornar para seu leito original e receber alta no dia seguinte ela acabou sofrendo uma cirurgia cardíaca que a colocou em riscos de hemorragia, infecção, ataque cardíaco e derrames.
Durante a cirurgia o médico recebeu um telefonema de um colega perguntando “o que você está fazendo com a minha paciente?”. Neste momento foi constatado o enorme erro e a paciente voltou para seu leito em condição estável, depois do estudo ser suspenso. [Linking Hub]
5. CIRURGIA FEITA NO LADO ERRADO DO CÉREBRO PELA TERCEIRA VEZ NO MESMO ANO
erro médico
Foi a terceira vez, no período de um ano, que médicos do Rhode Island Hospital operaram no lado errado do cérebro dos pacientes. O último episódio foi em novembro de 2007 quando os médicos precisaram interromper uma hemorragia intracraniana. Apesar da tomografia mostrar claramente que o problema estava no lado esquerdo da cabeça da paciente o cirurgião começou perfurando o lado direito do crânio da mulher de 82 anos. O erro foi notado logo em seguida e o neurocirurgião prosseguiu a cirurgia no lado correto da cabeça da paciente.
Em fevereiro de 2008 ocorreu algo muito similar no mesmo hospital, e em agosto do mesmo ano, um homem de 86 anos morreu três semanas depois que um cirurgião acidentalmente operou no lado errado de seu cérebro. [MSNBC]
4. PERNA ERRADA É AMPUTADA
erro médico
Não é nada agradável ter que sofrer a terrível perda de uma de suas pernas por amputação, mas ainda é muito pior quando levam a sua perna boa. Este é talvez o caso mais notórios dos que estão aqui listados e ocorreu quando Willie King precisou amputar uma de suas pernas em 1995, na Flórida, nos EUA.
Uma cadeia de erros levou a perna errada a ser preparada para cirurgia e os cirurgiões perceberam o terrível engano no meio do procedimento, quando já era tarde demais.
Como resultado a licença médica do cirurgião foi suspensa por seis meses e ele foi multado em U$ 10 mil. O University Community Hospital de Tampa, onde a cirurgia ocorreu, pagou U$ 900 mil para Willie e o próprio cirurgião pagou mais U$ 250 mil.
Quando você cobraria por uma de suas pernas? [Find Article]
3. RIM SAUDÁVEL É REMOVIDO NO LUGAR DO ÓRGÃO DOENTE
erro médico
No estado de Minnesota, nos EUA, um paciente foi submetido a uma remoção de rim por causa de um tumor maligno. Infelizmente o rim removido foi o saudável.
“A descoberta de que este foi o rim errado foi feito no dia seguinte quando o patologista examinou o material e não encontrou evidência de qualquer malignidade”, disse o Dr. Samuel Carlson, o médico chefe do Park Nicollet Hospital. O rim potencialmente canceroso permaneceu intacto e funcionando. [Wcco]
2. CIRURGIA SEM ANESTÉSICO LEVA HOMEM A SENTIR CADA CORTE DO BISTURI
erro médico
Um homem de West Virginia, nos EUA, alega que uma anestesia inadequada fez com que um homem sentisse todos os cortes do bisturi do cirurgião, um trauma que sua família acredita ter levado o homem a tirar sua própria vida duas semanas depois.
Sherman Sizemore sofreu uma cirurgia exploratória em 2006 para deternimar a causa de suas dores abdominais. Mas durante a cirurgia o homem alegou haver experimentado consciência anestésica, um estado em que o paciente pode sentir dor, pressão ou desconforto durante a operação, mas não pode se comunicar ou sequer mover um músculo.
De acordo com a reclamação o paciente recebeu drogas para paralisá-lo, mas não recebeu a anestesia geral que o levaria à inconsciência e tiraria a capacidade de sentir dor. A família do paciente de 76 anos, que era pastor da igreja Batista, disse que o homem tirou sua própria vida por causa da traumática experiência de estar acordado durante a cirurgia, mas incapaz de gritar de dor. [MSNBC]
1. PONTE DE SAFENA FEITA EM ARTÉRIA ERRADA
erro médico
Dois meses depois de uma operação de ponte de safena dupla, que deveria ter salvado a sua vida, o comediante Dana Carvey, que atuava no Saturday Night Live, recebeu uma notícia deprimente: o cirurgião cardíaco havia operado a artéria errada. O homem de 45 anos, e pai de duas crianças pequenas — para resolver o problema de um bloqueio que poderia ter tirado a sua vida — foi encaminhado para outra cirurgia de emergência.
Respondendo ao processo de U$ 7 milhões, que Dana iniciou, o cirurgião disse que foi um erro honesto já que a artéria do paciente esta situada em uma posição incomum no seu coração. Mas Dana não viu assim: “É como remover o rim errado. É um erro grande assim”, ele disse à revista People. [FDA]


Denuncie o erro médico

Denúncias aumentaram 75% nos últimos sete anos. Saiba quando pôr a boca no trombone!

Publicado em 27/10/2008
Fabricio Pellegrino

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Erro no diagnóstico está entre as queixas mais freqüentes

Erro no diagnóstico está entre as queixas mais freqüentes
Foto: Dreamstime
Imprudência, omissão de socorro, prescrição indevida de medicamentos e resultado considerado insatisfatório. Esses são apenas alguns dos motivos que, segundo o Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp), elevaram em 75% o número de médicos denunciados por erro de 2000 a 2006 – no total, foram 19.135. O aumento de reclamações elevou em 120% a quantidade de processos, de acordo com pesquisa realizada pelo Cremesp. Conheça as especialidades que mais sofrem processo e como colocar a boca no trombone.

As dez áreas com mais processos são:

1. Cirurgia plástica
2. Urologia
3. Cirurgia do trauma
4. Neurocirurgia
5. Ortopedia e traumatologia
6. Ginecologia e obstetrícia
7. Oftalmologia
8. Oncologia
9. Cirurgia geral
10. Angiologia e cirurgia vascular

Como denunciar

Existem quatro maneiras de apontar um erro:
1. Envie uma denúncia assinada, via correio, para o Conselho Regional de Medicina (CRM) do seu estado. O autor da reclamação precisa se identificar.
2. Procure a sede do CRM mais próxima do seu município e registre a queixa.
3. Hospitais, serviços de saúde, Ministério Público, Poder Judiciário e delegacias são algumas das instituições que também podem encaminhar reclamações para o Conselho.
4. O CRM de seu estado pode, por iniciativa própria, denunciar um especialista por erro.

Punição

Se considerado culpado, o médico poderá receber uma das cinco punições previstas em lei:
1. Advertência confidencial em aviso reservado.
2. Censura confidencial em aviso reservado.
3. Censura pública em publicação oficial.
4. Suspensão do exercício profissional por até 30 dias.
5. Cassação do diploma.

É considerada má prática:

· Erro de diagnóstico, procedimento ou tratamento.
· Prescrição indevida de medicamentos.
· Utilização inadequada de equipamentos.
· Resultado insatisfatório do tratamento (mesmo involuntário).

CRIANÇA ACORDA NO CAIXÃO E PEDE ÁGUA

CRIANÇA ACORDA NO CAIXÃO E PEDE ÁGUA NO PRÓPRIO VELÓRIO !!! Publicado em 21/07/2013

 Uma criança de dois anos acordou, sentou no caixão e bebeu um copo de água durante seu próprio velório no sábado, em Belém, segundo parentes e pessoas presentes no local. Depois disso, o menino Kelvys Simão dos Santos foi levado para o hospital, mas chegou morto.

 A Polícia Civil do Pará investiga se houve erro médico na declaração da "primeira morte", mas, na ilha de Cotijuba, em que o fato ocorreu, há quem diga que foi um milagre ou algo sobrenatural. Havia cerca de 50 pessoas no velório. Kelvys foi internado em um hospital estadual com febre e falta de ar na sexta-feira. À noite, o hospital constatou a morte da criança. A declaração de óbito aponta como causa da morte insuficiência respiratória, broncopneumonia e desidratação. As cavidades de seu corpo foram tamponadas e Kelvys foi colocado em um "lençol de cadáver", que é uma espécie de saco plástico, para depois ser levado à funerária. Segundo o hospital, ele passou cerca de três horas sem poder respirar. A família, porém, diz que retirou os algodões de suas narinas e boca e abriu o saco plástico. Durante o velório, segundo a pastora Maria Raimunda Batista, ele "estava se mexendo o tempo todo". 

 O pai do menino, o agricultor Antônio dos Santos, diz que por volta das 14h as pessoas presentes começaram a fazer massagem cardíaca no menino, até que ele cuspiu restos de algodão que haviam sido colocados em sua boca. Logo depois, diz, o menino sentou no caixão e disse "Pai, água".

 "O povo entrou em pânico, a avó dele desmaiou. O pai e a mãe dele ficaram muito felizes", disse a pastora. O menino foi levado ao hospital imediatamente, segundo o pai, mas já chegou morto. INVESTIGAÇÃO O pai do menino diz acreditar que a criança reagiu aos medicamentos que haviam sido dados no hospital na tentativa de ressuscitá-lo depois que o óbito já havia sido declarado, e por isso acordou no velório. A direção do hospital afirmou, em nota, que só será possível esclarecer o episódio caso o corpo da criança seja exumado. De acordo com a Polícia Civil, a depender dos depoimentos colhidos na fase preliminar da investigação pode ser determinada a abertura de inquérito e feito o pedido de exumação. O hospital deixou a investigação a cargo da polícia. "Se a criança estivesse viva, ela não ia aguentar ficar tanto tempo tamponada. Por isso que achamos estranho e queremos também uma explicação", afirmou a diretora do Hospital Regional Abelardo Santos, V

Médico omisso vê paciente morrendo e não levanta da cadeira

Publicado em 22/07/2013

 https://www.facebook.com/tvrevolta Clicando em gostei e favoritos você ajuda a divulgar o vídeo.

 Em hospital do Gama - DF, o médico se recusou a levantar da cadeira para atender uma paciente com crise de hipertensão. 

Pacientes tiveram que empurrar o banco com a mulher para dentro do consultório. Segundo testemunha que nos encaminhou a denúncia, foram quase 20 minutos de conversa para convencer o médico. Vídeo denúncia enviado para o e-mail exclusivo da TV Revolta tvrevolta@gmail.com Link do vídeo completo: http://www.youtube.com/watch?v=u6K-U9... ATENÇÃO! O letreiro de 10 minutos aplicado na passagem de tempo durante o vídeo é uma sátira contra o sistema público de saúde. Entre quele intervalo e outro houve alguns minutos. Edição: João Vitor de Almeida Lima