domingo, 20 de outubro de 2013

7 Monstruosos experimentos médicos


Por  em 11.10.2010 as 20:08
Muita gente mata ou morre em nome de Deus ou de alguma religião. Também, muitas vezes, cientistas cometem atitudes bastante antiéticas em nome da medicina – apesar de jurarem que estão fazendo aquilo pelo bem da humanidade.
Recentemente, os Estados Unidos se desculparam formalmente à Guatemala por ter realizado lá experimentos nos anos 40 que podem ter infectado prisioneiros e doentes mentais com sífilis.
Esse é somente um dos casos médicos horríveis que a história nos pode contar. Confira outros sete e, se conhecer algum outro, sinta-se a vontade para contribuir nos comentários:
7) O ESTUDO TUSKEGEE
Em 1932, o Serviço Público de Saúde dos EUA lançou um estudo sobre os efeitos da sífilis não tratada na saúde. Eles iludiram 399 homens de descendência africana com a doença afirmando que iriam tratar do seu “sangue ruim” – que era como a sífilis era conhecida na época. Só que os pacientes que estavam sendo “tratados” na verdade não estavam recebendo tratamento nenhum. Eles eram apenas observados enquanto sofriam com a doença. Na verdade, os homens nunca receberam tratamento adequado, mesmo em 1947 quando a penicilina começou a ser usada para tratar a sífilis. Tamanha falta de ética durou 40 anos. Só em 1972, quando um artigo de jornal expôs o estudo ao público que ele foi cancelado.
6) ESTUDO DA SÍFILIS NA GUATEMALA
Esse estudo se tornou popular nesse último mês, com os Estados Unidos se desculpando oficialmente por infectar guatemaltecos com a doença. No estudo de Tuskegee os pacientes não receberam tratamento, mas também não foram infectados de forma arbitrária – que foi exatamente o que aconteceu entre 1946 e 1948 na Guatemala. Os governos dos EUA e da Guatemala co-patrocinaram um estudo sobre sífilis que envolveu a infecção deliberada – e até onde se sabe sem o consentimento – de prisioneiros e pacientes com doenças mentais. O estudo objetivava testar produtos químicos para evitar a propagação da doença. Os pesquisadores tentaram infectar as pessoas pagando-as para terem relações sexuais com prostitutas infectadas ou ferindo a pele de seus pênis e derramando bactérias da sífilis nas feridas. Os doentes receberam penicilina como tratamento.
5) EXPERIMENTOS CIRÚRGICOS EM ESCRAVOS
O pai da ginecologia moderna, J. Marion Sims, ganhou muito de sua fama fazendo cirurgias experimentais em escravas. Até hoje, ele é uma figura controversa. A doença que ele tratava nas mulheres – fístula vesico-vaginal – causava um sofrimento terrível. Basicamente, as mulheres tinham um “rasgo” entre a vagina e a bexiga, eram incontinentes e, por isso, muitas vezes rejeitadas pela sociedade. Porém, Sims realizava as cirurgias sem anestesia, em parte porque ela só foi descoberta recentemente, em parte porque acreditava que as operações não eram “dolorosas o suficiente para justificar o esforço”, como ele disse em uma palestra de 1857. Há também boatos de que as pacientes não tinham autorizado as cirurgias. Embora não haja provas contra ele, especialistas escreveram que Sims manipulava a instituição social da escravidão para realizar experimentações humanas, o que, para qualquer padrão ético, é inaceitável.
4) OS ASSASSINATOS DE BURKE E HARE
Até a década de 1830, os anatomistas só podiam dissecar corpos de assassinos executados. Sendo eles uma raridade, muitos anatomistas compravam corpos através de ladrões de sepultura, ou roubavam cadáveres eles mesmos. O dono de uma pensão, William Hare, e seu amigo William Burke, levaram o negócio mais a sério. Eles mataram mais de uma dúzia de hóspedes da pensão e venderam seus corpos para o anatomista Robert Knox, que disse que não sabia sobre assassinatos. Burke foi posteriormente enforcado por seus crimes, e o caso estimulou o governo britânico a amolecer as restrições à dissecação.
3) O “ESTUDO MONSTRO”
Em 1939, fonoaudiólogos da Universidade de Iowa tinham a seguinte teoria: de que a gagueira era um comportamento aprendido, causado pela ansiedade de falar de uma criança. Para provar sua ideia, eles realizaram o que o New York Times, em 2003, chamou de “Estudo Monstro”: os estudantes tentaram induzir a gagueira em crianças órfãs, dizendo-lhes que elas estavam condenadas à gagueira. Insinuaram que elas já estavam mostrando sinais de gagueira e que não deviam falar a não ser que tivessem certeza de que iriam falar direito. O experimento não induziu ninguém à gagueira, mas deixou crianças normais ansiosas, retraídas e quietas demais. A universidade foi processada, e em 2007 pagou R$1.558.240.
2) EXPERIMENTOS JAPONESES
Ao longo dos anos 1930 e 1940, o Exército Imperial Japonês conduziu experimentos atrozes em civis, principalmente na China. O número de mortes brutais desses experimentos é desconhecido, mas cerca de 200.000 podem ter morrido. Entre as barbaridades estavam contaminações por cólera e febre tifóide, e praga espalhadas através de pulgas por cidades chinesas inteiras. Alguns prisioneiros também tiveram que enfrentar um clima extremamente gelado para determinar o melhor tratamento para queimaduras de gelo. Outros prisioneiros receberam gás venenoso, foram postos em câmaras de pressão até seus olhos saltarem para fora e depois foram dissecados vivos. Segundo reportagens, após a guerra, o governo dos EUA ajudou a manter os experimentos em segredo, como parte de um plano para fazer do Japão um aliado na Guerra Fria.
1) EXPERIMENTOS MÉDICOS NAZISTAS
Esses talvez sejam os mais famosos experimentos monstruosos. Josef Mengele, um médico alemão, se é que pode ser assim chamado, realizou experimentos horríveis em Auschwitz na esperança de provar as suas teorias da supremacia racial dos arianos. Muitos morreram em suas mãos. Dizem que ele até guardava os olhos de seus pacientes mortos. Ele testava medicamentos e químicos nos prisioneiros, os forçava a ficar em temperaturas congelantes e a entrar em câmaras de baixa pressão para experimentos de aviação, os submetia a procedimentos de esterilização experimental, entre outras atrocidades. Os seios de uma mulher chegaram a ser amarrados para ver quanto tempo seu filho levava para morrer de fome – depois, ela injetou uma dose letal de morfina no bebê para livrá-lo do lento sofrimento. Alguns dos médicos responsáveis pelas barbaridades foram julgados como criminosos de guerra, mas Josef Mengele nunca foi preso. Ele fugiu para a América do Sul e morreu no Brasil em 1979, de derrame. [LiveScience]
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Os 10 médicos mais descuidados do mundo

Os 10 médicos mais descuidados do mundo

Por  em 1.11.2010 as 21:59
Nem todo médico conhece a palavra “ética”. Ou, para alguns deles, ela significa coisas diferentes do que para o resto da população. Tem profissional que afirma ter boas intenções, e outros que não podem nem tentar se desculpar pelo que fizeram. As histórias variam de “tatuagem surpresa” a “seu filho é meu”. Escolha bem o seu médico.
10) O MÉDICO QUE MARCOU O NOME DA PACIENTE NO SEU ÚTERO REMOVIDO
Na Califórnia, após realizar uma histerectomia, um ginecologista usou uma ferramenta de cauterização para marcar o nome da paciente em seu útero removido, uma atitude que o médico chamou de “gesto simpático”, mas que a paciente entendeu como “conduta desprezível”. Ingrid Paulicivic, uma cabeleireira de 47 anos de idade, processou o Dr. Red Alinsod por usar um “aparelho de bisturi elétrico para esculpir e queimar” a palavra “Ingrid” em seu útero, removido durante uma operação em junho de 2009.
9) O CIRURGIÃO QUE ASSISTIU A COPA DO MUNDO ENQUANTO FAZIA UMA OPERAÇÃO
Vincent Bettschart estava operando o abdome de um paciente em 17 de junho de 2010, quando moveu uma TV para a sala de operação para assistir ao jogo da França contra o México. O cirurgião aumentou o volume da TV, enchendo a sala com o som das vuvuzelas e da torcida. Menos de um mês antes, ele tinha largado uma cirurgia no meio para saborear um aperitivo. Seus assistentes e enfermeiros declararam que o cirurgião avisou: “Pausa para um Apero. Eu vou tomar um copinho”. Apero é uma bebida italiana. Eles relataram aos seus superiores que o cirurgião voltou apenas meia hora depois para concluir a operação. Graças a esses incidentes, o corpo profissional de médicos da Suíça está debatendo o futuro do cirurgião. Por enquanto, sua punição foi apenas uma “bronca”.
8 ) O MÉDICO QUE USOU SEU ESPERMA PARA ENGRAVIDAR VÁRIAS PACIENTES
Cecil Jacobson é um ex-médico especializado fertilidade que usou seu próprio esperma para engravidar suas pacientes, sem informá-las. As mulheres pensavam que ele usava a técnica de fertilização in vitro com o esperma de um doador anônimo que combinava com as características dos seus maridos. Em vez disso, o bom doutor secretamente substituía por seu próprio esperma. Jacobson foi condenado a cinco anos de prisão. Ele foi o mesmo médico que em 1960 alegou ter tido sucesso em engravidar um babuíno macho. Em 1994 sua história virou filme, chamado “The BabyMaker” (O Fazedor de Bebês).
7) O MÉDICO QUE INSERIU UMA CHAVE DE FENDA NAS COSTAS DO SEU PACIENTE
No Havaí, um cirurgião está sendo processado por malversação depois de ter intencionalmente inserido uma chave de fenda serrada, em vez de uma haste de titânio, nas costas de um paciente. Robert Ricketson disse que não teve escolha a não ser implantar a chave de fenda em Arturo Iturralde, pois não tinha as hastes de titânio necessárias para completar a operação corretamente. A peça rompeu dias após a cirurgia, em janeiro de 2001, e Iturralde foi submetido a três outras cirurgias para inserir as hastes de titânio adequadas e reparar outras complicações. No entanto, o paciente ficou paraplégico e faleceu dois anos depois. Após Ricketson remover a chave de fenda, durante uma das cirurgias adicionais, os enfermeiros recuperaram as peças do lixo e as levaram para um advogado, e alertaram a família de Iturralde. Eles então souberam que a licença médica de Ricketson havia sido suspensa e revogada em Oklahoma e no Texas, após uma série de processos de erro médico e tratamento de dependência de narcóticos.
6) O MÉDICO QUE REALIZAVA CIRURGIAS SEM AVISAR SUAS PACIENTES E DEFORMOU A MAIORIA DELAS
James Burt passou décadas operando a genitália de mulheres, geralmente logo após seus partos. Detalhe: sem informar a paciente o que ele estava fazendo. Na sua mente doentia, ele estava apenas atualizando as “partes íntimas” das mulheres. Seu objetivo era deixar o “local” mais bonito e “excitante”. Suas cirurgias acabaram mutilando muitas mulheres, que tiveram de realizar vários procedimentos reconstrutivos para corrigir o que ele tinha feito. Ele foi processado, mas não foi preso porque abriu mão de sua licença médica voluntariamente.
5) A MÉDICA QUE SUFOCOU UMA CRIANÇA ATÉ A MORTE DURANTE A REALIZAÇÃO DE UMA TERAPIA DE “RENASCIMENTO”
Renascimento é um termo para uma terapia comumente usada entre os pais adotivos ou assistentes sociais. É utilizada para tratar distúrbios de “apego” sofridos por crianças adotadas. É muito controversa, porque já houve pelo menos seis casos documentados de mortes de crianças. Em 2000, uma menina de 10 anos morreu de asfixia durante uma sessão. A menina, Candace Newmaker, foi embrulhada em camadas de cobertores, e então forçada a “renascer”. A criança teve que lutar contra o peso combinado de seus terapeutas e da mãe adotiva para se livrar das cobertas, não conseguiu se soltar, e morreu. No vídeo da sessão, dá para ouvir Candace pedindo aos psicoterapeutas para ser solta: “Eu vou morrer. Por favor, eu não consigo respirar”. Os terapeutas respondem: “Você quer morrer? OK, então morra. Vá em frente, morra agora”. Os envolvidos foram condenados a 16 anos de prisão, e o método de “renascimento” foi proibido no Colorado.
4) O MÉDICO QUE DEIXOU UMA ESPONJA NA COLUNA DO PACIENTE
Um médico de Baltimore deixou uma esponja nas costas de um de seus pacientes durante uma cirurgia, e só contou para ele após ela ter aparecido num raio-X, 17 dias depois. Mesmo depois de revelar o que tinha acontecido, ele disse que a esponja não era motivo de preocupação e não precisava ser removida, apenas observada. Durante esse tempo, a esponja foi cercada e envolvida com tecido fibroso que teve que ser removido. O médico foi processado por negligência. Segundo a denúncia, ele só admitiu seu erro quando o paciente desenvolveu uma infecção e teve que ter uma grande quantidade de líquido drenado de seu corpo. Mesmo após esse procedimento, ele continua com dor nas costas e uma dor persistente na perna direita, e sofre de disfunção sexual e impotência.
3) O PEDIATRA QUE ABUSOU DE 103 PACIENTES – E FEZ VÍDEOS DA MAIORIA DELES
O pediatra Earl Bradley foi acusado de abusar sexualmente de 103 pacientes durante um período de 10 anos. Ele acumulou 471 acusações criminais. Como não bastasse cometer tais atos, ele gravou a maior parte dos abusos. A descoberta de um vídeo levou a sua detenção.
2) O MÉDICO QUE FEZ UMA TATUAGEM TEMPORÁRIA EM SUA PACIENTE ENQUANTO ELA ESTAVA ANESTESIADA
O Dr. Steven Kirshner, cirurgião ortopédico, é um dos acredita que rir é o melhor remédio. Ele gosta de colocar tatuagens temporárias em pacientes anestesiados, como uma “pequena surpresa” para quando eles chegarem em casa. Claro que nem todos compartilham o seu senso de humor. A paciente Elizabeth Mateo reclamou da rosa vermelha em sua barriga. Ela descobriu a tatuagem abaixo da linha da calcinha na manhã seguinte, quando seu marido foi ajudá-la a se vestir para ir para casa. O médico não nega ter colocado a tatuagem, e afirma que ninguém havia se queixado antes.
1) O MÉDICO QUE REALIZOU CERCA DE 3.000 LOBOTOMIAS
O tratamento de doenças mentais não teve muito progresso até a introdução de drogas nos anos 50. Uma década antes, Walter Freeman inaugurou um dos períodos mais negros da história da psiquiatria através da lobotomia: um procedimento em que um instrumento afiado é inserido através da cavidade ocular para destruir os lobos frontais. O médico alegava que a lobotomia era a cura para tudo, desde depressão até crianças hiperativas. A técnica tornou-se incrivelmente popular e mais de 50.000 lobotomias foram realizadas, sendo que Freeman, sozinho, fez de mais de 3.000. Mesmo depois que a lobotomia foi desacreditada, ele passou seus últimos anos visitando suas vítimas, tentando provar que elas tinham se beneficiado de seu trabalho. [Oddee]


10 Inacreditáveis erros médicos

10 Inacreditáveis erros médicos

Por  em 17.02.2009 as 20:25
Estudos determinam que uma simples conferência de informações básicas antes de cirurgias pode cortar pela metade o número de complicações cirúrgicas por erro médico. O objetivo é evitar situações embaraçosas como as que ocorreram abaixo, salvar vidas e evitar muito sofrimento desnecessário. Mas enquanto os doutores resistem em adotar este procedimento simples, você deve se informar ao máximo da sua condição e lembrar constantemente seu médico.
10. A CLÍNICA DE FERTILIDADE QUE USOU O ESPERMA ERRADO
erro médico
Quando Nancy Andrews dos EUA, de etnia hispânica, engravidou através de fertilização “in vitro” ela e seu marido esperavam uma filha. O que eles não esperavam é que a menina fosse negra, já que seu marido é caucasiano. Exames de DNA indicam que os médicos da clínica utilizaram o esperma de outro homen para inseminar os óvulos de Nancy.
O casal cria a menina como sua filha desde seu nascimento em outubro de 2004, mas estão processando a clínica e o embriologista responsável. [Daily News]
9. RECEBEU O PULMÃO E CORAÇÃO ERRADOS
erro médico
Jésica Santillán, de 17 anos, recebeu o coração e os pulmões de um doador incompatível. Os médicos Centro Médico da Universidade de Duke parecem não ter feito a verificação de compatibilidade antes da cirurgia. Depois de um segundo transplante para corrigir o erro ela sofreu danos neurológicos e outras complicações que adiantaram o seu falecimento.
Jésica tinha sangue tipo ‘O’ e recebeu os órgãos de um doador tipo ‘A’.
O hospital assumiu o erro e fizeram um acordo financeiro com a família da menina. Nenhuma das partes pode comentar o caso. [CBS News]
8. TESTÍCULO DE U$ 200 MIL
erro médico
Benjamin Houghton, um veterano da Força Aérea dos EUA de 47 anos agendou uma cirurgia para remover seu testículo esquerdo por temores de câncer. Mas uma série de erros levou à remoção do seu testículo direito.
Quando Benjamin processou o VA Medical Center conseguiu apenas U$ 200 mil por seu testículo perdido. [AC]
7. UMA LEMBRANÇA DE 33 CENTÍMETROS
erro médico
Donald Church, de 49 anos, tinha um tumor no seu abdômen quando chegou no Centro Médico da Universidade de Washington, em junho de 2000. Quando ele recebeu alta o tumor havia sido removido, mas um afastador de metal de 33 centímetros de comprimento permaneceu no seu abdômen por engano.
O hospital, que reportou outros quatro incidentes similares entre 1997 e 2000, removeu a peça e pagou U$ 97 mil para Donald. [Seattle Pi]
6. CIRURGIA CARDÍACA NO PACIENTE ERRADO
erro médico
Joan Morris (um pseudônimo) de 67 anos foi admitida para realizar uma angiografia no cérebro. No dia seguinte ela recebeu, por engano, uma cirurgia cardíaca invasiva para um estudo de eletrofisiologia.
Depois da angiografia ela foi transferida para o andar errado, e ao invés de retornar para seu leito original e receber alta no dia seguinte ela acabou sofrendo uma cirurgia cardíaca que a colocou em riscos de hemorragia, infecção, ataque cardíaco e derrames.
Durante a cirurgia o médico recebeu um telefonema de um colega perguntando “o que você está fazendo com a minha paciente?”. Neste momento foi constatado o enorme erro e a paciente voltou para seu leito em condição estável, depois do estudo ser suspenso. [Linking Hub]
5. CIRURGIA FEITA NO LADO ERRADO DO CÉREBRO PELA TERCEIRA VEZ NO MESMO ANO
erro médico
Foi a terceira vez, no período de um ano, que médicos do Rhode Island Hospital operaram no lado errado do cérebro dos pacientes. O último episódio foi em novembro de 2007 quando os médicos precisaram interromper uma hemorragia intracraniana. Apesar da tomografia mostrar claramente que o problema estava no lado esquerdo da cabeça da paciente o cirurgião começou perfurando o lado direito do crânio da mulher de 82 anos. O erro foi notado logo em seguida e o neurocirurgião prosseguiu a cirurgia no lado correto da cabeça da paciente.
Em fevereiro de 2008 ocorreu algo muito similar no mesmo hospital, e em agosto do mesmo ano, um homem de 86 anos morreu três semanas depois que um cirurgião acidentalmente operou no lado errado de seu cérebro. [MSNBC]
4. PERNA ERRADA É AMPUTADA
erro médico
Não é nada agradável ter que sofrer a terrível perda de uma de suas pernas por amputação, mas ainda é muito pior quando levam a sua perna boa. Este é talvez o caso mais notórios dos que estão aqui listados e ocorreu quando Willie King precisou amputar uma de suas pernas em 1995, na Flórida, nos EUA.
Uma cadeia de erros levou a perna errada a ser preparada para cirurgia e os cirurgiões perceberam o terrível engano no meio do procedimento, quando já era tarde demais.
Como resultado a licença médica do cirurgião foi suspensa por seis meses e ele foi multado em U$ 10 mil. O University Community Hospital de Tampa, onde a cirurgia ocorreu, pagou U$ 900 mil para Willie e o próprio cirurgião pagou mais U$ 250 mil.
Quando você cobraria por uma de suas pernas? [Find Article]
3. RIM SAUDÁVEL É REMOVIDO NO LUGAR DO ÓRGÃO DOENTE
erro médico
No estado de Minnesota, nos EUA, um paciente foi submetido a uma remoção de rim por causa de um tumor maligno. Infelizmente o rim removido foi o saudável.
“A descoberta de que este foi o rim errado foi feito no dia seguinte quando o patologista examinou o material e não encontrou evidência de qualquer malignidade”, disse o Dr. Samuel Carlson, o médico chefe do Park Nicollet Hospital. O rim potencialmente canceroso permaneceu intacto e funcionando. [Wcco]
2. CIRURGIA SEM ANESTÉSICO LEVA HOMEM A SENTIR CADA CORTE DO BISTURI
erro médico
Um homem de West Virginia, nos EUA, alega que uma anestesia inadequada fez com que um homem sentisse todos os cortes do bisturi do cirurgião, um trauma que sua família acredita ter levado o homem a tirar sua própria vida duas semanas depois.
Sherman Sizemore sofreu uma cirurgia exploratória em 2006 para deternimar a causa de suas dores abdominais. Mas durante a cirurgia o homem alegou haver experimentado consciência anestésica, um estado em que o paciente pode sentir dor, pressão ou desconforto durante a operação, mas não pode se comunicar ou sequer mover um músculo.
De acordo com a reclamação o paciente recebeu drogas para paralisá-lo, mas não recebeu a anestesia geral que o levaria à inconsciência e tiraria a capacidade de sentir dor. A família do paciente de 76 anos, que era pastor da igreja Batista, disse que o homem tirou sua própria vida por causa da traumática experiência de estar acordado durante a cirurgia, mas incapaz de gritar de dor. [MSNBC]
1. PONTE DE SAFENA FEITA EM ARTÉRIA ERRADA
erro médico
Dois meses depois de uma operação de ponte de safena dupla, que deveria ter salvado a sua vida, o comediante Dana Carvey, que atuava no Saturday Night Live, recebeu uma notícia deprimente: o cirurgião cardíaco havia operado a artéria errada. O homem de 45 anos, e pai de duas crianças pequenas — para resolver o problema de um bloqueio que poderia ter tirado a sua vida — foi encaminhado para outra cirurgia de emergência.
Respondendo ao processo de U$ 7 milhões, que Dana iniciou, o cirurgião disse que foi um erro honesto já que a artéria do paciente esta situada em uma posição incomum no seu coração. Mas Dana não viu assim: “É como remover o rim errado. É um erro grande assim”, ele disse à revista People. [FDA]


Denuncie o erro médico

Denúncias aumentaram 75% nos últimos sete anos. Saiba quando pôr a boca no trombone!

Publicado em 27/10/2008
Fabricio Pellegrino

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Erro no diagnóstico está entre as queixas mais freqüentes

Erro no diagnóstico está entre as queixas mais freqüentes
Foto: Dreamstime
Imprudência, omissão de socorro, prescrição indevida de medicamentos e resultado considerado insatisfatório. Esses são apenas alguns dos motivos que, segundo o Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp), elevaram em 75% o número de médicos denunciados por erro de 2000 a 2006 – no total, foram 19.135. O aumento de reclamações elevou em 120% a quantidade de processos, de acordo com pesquisa realizada pelo Cremesp. Conheça as especialidades que mais sofrem processo e como colocar a boca no trombone.

As dez áreas com mais processos são:

1. Cirurgia plástica
2. Urologia
3. Cirurgia do trauma
4. Neurocirurgia
5. Ortopedia e traumatologia
6. Ginecologia e obstetrícia
7. Oftalmologia
8. Oncologia
9. Cirurgia geral
10. Angiologia e cirurgia vascular

Como denunciar

Existem quatro maneiras de apontar um erro:
1. Envie uma denúncia assinada, via correio, para o Conselho Regional de Medicina (CRM) do seu estado. O autor da reclamação precisa se identificar.
2. Procure a sede do CRM mais próxima do seu município e registre a queixa.
3. Hospitais, serviços de saúde, Ministério Público, Poder Judiciário e delegacias são algumas das instituições que também podem encaminhar reclamações para o Conselho.
4. O CRM de seu estado pode, por iniciativa própria, denunciar um especialista por erro.

Punição

Se considerado culpado, o médico poderá receber uma das cinco punições previstas em lei:
1. Advertência confidencial em aviso reservado.
2. Censura confidencial em aviso reservado.
3. Censura pública em publicação oficial.
4. Suspensão do exercício profissional por até 30 dias.
5. Cassação do diploma.

É considerada má prática:

· Erro de diagnóstico, procedimento ou tratamento.
· Prescrição indevida de medicamentos.
· Utilização inadequada de equipamentos.
· Resultado insatisfatório do tratamento (mesmo involuntário).

CRIANÇA ACORDA NO CAIXÃO E PEDE ÁGUA

CRIANÇA ACORDA NO CAIXÃO E PEDE ÁGUA NO PRÓPRIO VELÓRIO !!! Publicado em 21/07/2013

 Uma criança de dois anos acordou, sentou no caixão e bebeu um copo de água durante seu próprio velório no sábado, em Belém, segundo parentes e pessoas presentes no local. Depois disso, o menino Kelvys Simão dos Santos foi levado para o hospital, mas chegou morto.

 A Polícia Civil do Pará investiga se houve erro médico na declaração da "primeira morte", mas, na ilha de Cotijuba, em que o fato ocorreu, há quem diga que foi um milagre ou algo sobrenatural. Havia cerca de 50 pessoas no velório. Kelvys foi internado em um hospital estadual com febre e falta de ar na sexta-feira. À noite, o hospital constatou a morte da criança. A declaração de óbito aponta como causa da morte insuficiência respiratória, broncopneumonia e desidratação. As cavidades de seu corpo foram tamponadas e Kelvys foi colocado em um "lençol de cadáver", que é uma espécie de saco plástico, para depois ser levado à funerária. Segundo o hospital, ele passou cerca de três horas sem poder respirar. A família, porém, diz que retirou os algodões de suas narinas e boca e abriu o saco plástico. Durante o velório, segundo a pastora Maria Raimunda Batista, ele "estava se mexendo o tempo todo". 

 O pai do menino, o agricultor Antônio dos Santos, diz que por volta das 14h as pessoas presentes começaram a fazer massagem cardíaca no menino, até que ele cuspiu restos de algodão que haviam sido colocados em sua boca. Logo depois, diz, o menino sentou no caixão e disse "Pai, água".

 "O povo entrou em pânico, a avó dele desmaiou. O pai e a mãe dele ficaram muito felizes", disse a pastora. O menino foi levado ao hospital imediatamente, segundo o pai, mas já chegou morto. INVESTIGAÇÃO O pai do menino diz acreditar que a criança reagiu aos medicamentos que haviam sido dados no hospital na tentativa de ressuscitá-lo depois que o óbito já havia sido declarado, e por isso acordou no velório. A direção do hospital afirmou, em nota, que só será possível esclarecer o episódio caso o corpo da criança seja exumado. De acordo com a Polícia Civil, a depender dos depoimentos colhidos na fase preliminar da investigação pode ser determinada a abertura de inquérito e feito o pedido de exumação. O hospital deixou a investigação a cargo da polícia. "Se a criança estivesse viva, ela não ia aguentar ficar tanto tempo tamponada. Por isso que achamos estranho e queremos também uma explicação", afirmou a diretora do Hospital Regional Abelardo Santos, V

Médico omisso vê paciente morrendo e não levanta da cadeira

Publicado em 22/07/2013

 https://www.facebook.com/tvrevolta Clicando em gostei e favoritos você ajuda a divulgar o vídeo.

 Em hospital do Gama - DF, o médico se recusou a levantar da cadeira para atender uma paciente com crise de hipertensão. 

Pacientes tiveram que empurrar o banco com a mulher para dentro do consultório. Segundo testemunha que nos encaminhou a denúncia, foram quase 20 minutos de conversa para convencer o médico. Vídeo denúncia enviado para o e-mail exclusivo da TV Revolta tvrevolta@gmail.com Link do vídeo completo: http://www.youtube.com/watch?v=u6K-U9... ATENÇÃO! O letreiro de 10 minutos aplicado na passagem de tempo durante o vídeo é uma sátira contra o sistema público de saúde. Entre quele intervalo e outro houve alguns minutos. Edição: João Vitor de Almeida Lima

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

ORTOPEDISTA DEVERÁ INDENIZAR POR CIRURGIA ERRADA

ORTOPEDISTA DEVERÁ INDENIZAR POR CIRURGIA ERRADA

Longe de ser uma das áreas da medicina com maior número de processos, um ortopedista deverá indenizar uma estudante de Monte Sião, no Sul de Minas Gerais. Ela deverá receber pelo menos R$ 50 mil em face de danos morais e estéticos. Além de valores referentes aos danos materiais com relação às despesas pós-operatórias com as quais é obrigada a arcar.
A decisão é da 10ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). O ortopedista foi condenado por ter feito a cirurgia no joelho errado da paciente.
Se trata de imprudência ou imperícia (dependendo do caso). O corpo cirúrgico e não somente o médico, deveriam se certificar qual o real objeto da cirurgia. Casos de procedimentos e até amputações indevidas infelizmente não são tão incomuns não só no Brasil, mas também ao redor do planeta. Ao médico, como presidente do ato cirúrgico, cabem as maiores responsabilizações.
A defesa do ortopedista argumentou que ao menos as despesas pós-operatórias não seriam devidas, já que a paciente as teria mesmo se a cirurgia fosse feita no joelho correto. Mas não lhe assiste razão, já que agora, ao se submeter à cirurgia devida, novamente terá que arcar com as tais despesas.

Segundo o magistrado relator do processo, a cirurgia desnecessária causou uma cicatriz no joelho, o que retirou da estudante “a perfeição das formas, provocando-lhe vergonha e acanhamento ao mostrar as pernas e ao utilizar vestimentas que não lhe tapem os joelhos”.
O dano moral e o estético em casos como esses, costumam ser configurados de maneira separada. Alí se considera a vergonha e a deformação permanente às quais deverá o paciente se sujeitar. O agravante é justamente o fato de o dano ser permanente.
O dano material (pecúnia) em situações dessa natureza, se observa entre outras razões, pela necessidade de realização de nova cirurgia, tanto a reparadora a ser feita no joelho correto, quanto eventual plástica estética, que viria tentar devolver as formas originais da paciente lesada.
O número do processo é 1.0434.07.008993-4/001.
Editado por MARCENGO, CAMARGO.Advocacia - Curitiba